Como Sailor Moon empoderou crianças

A Vice lançou neste mês de março uma série chamada “American Obsessions” onde eles apresentam com mini documentários um olhar sobre a tendência que rola na consciência americana. O mais recente episódio mostra como Sailor Moon influenciou positivamente a vida de algumas crianças nos anos 90, enquanto passavam por questões de identidade, gênero e aceitação.

 

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Sailor Netuno e Sailor Urano = ♡
 
No início do documentário, Charlene Ingram diz:

“Sailor Moon tem uma mensagem muito pura, que é fácil de entender superficialmente, mas se você se aprofundar vê que tem várias, várias camadas. Se você ver como uma forma muito básica de um time de garotas derrotando seus inimigos, isso é fácil de entender. Mas quando você olha para as personalidades das personagens e até dos vilões, isso se torna bastante complexo”.

 

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Kunzite e Zoisite, um relacionamento gay super fofo na versão original do anime. Porém, em muitos países como no Brasil, Zoisite foi dublado por uma mulher :(
 
Outro fã, Barry, lembra:

“Quando eu estava na escola as outras crianças cantavam músicas sobre me matar, pulando em círculos ao meu redor […]. Eu não tive [na infância] a experiência de ter amigos, mas ‘Sailor Moon’ estava sempre mostrando quão legal era ter amigos, como era incrível… E ela era tão boa com eles… Eu sempre pensava: ‘quando tiver amigos, serei bom assim também”.

 

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As Sailor Starlights mudavam de gênero no anime!
 
No dia internacional da Sailor Moon em Nova York, vemos o depoimento de Alex, que conta que este é um dia em que eles podem se sentir livres, onde encontram pessoas do passado que os ajudaram a se sentirem mais fortes.

Sailor Moon mostra fantásticas heroínas que não têm vergonha de suas identidades e acho que isso nos une.

Ainda não temos uma versão legendada em português, mas para quem quiser (e puder) ver na íntegra em inglês mesmo, dá o play abaixo! :)

 

 

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  • “‘quando tiver amigos, serei bom assim também”. ;______;

    • vontade de voltar no tempo e chamar ele pra dividir o lanche no recreio

  • Helena Agalenéa

    Sem falar tbm do trio de vilões da quarta temporada. No anime fica mais explícito na Fisheye, que sempre é tratada enquanto garota, se transforma em garotas para procurar os espelhos nas pessoas e ainda se apaixona pelo Mamoru! Mas no mangá as três são transexuais!

    E ainda Haruka, podemos pensá-la além de lésbica, como não binário. No mangá a própria Usagi fala: Homem e mulher ao mesmo tempo…

    Sem falar da relação Hotaru x Chibiusa que, mesmo na amizade, configura uma paixão muito bonita!