Chloë Sevigny dirige filme sobre gatinha

A atriz e designer Chloë Sevigny, nossa musa suprema, está estreando como diretora de cinema!

Ela exibirá seu curta-metragem, intitulado “Kitty”, no dia 20 de maio durante a 55ª Semana da Crítica do Festival de Cannes.

O filme é baseado em um conto do escritor americano Paul Bowles (clique aqui para ler, em inglês), e fala sobre uma garota que se transforma lentamente em uma gatinha (tipo “A metamorfose”, de Kafka, mas de um modo visualmente mais bonito).

Em entrevista ao The Cut, Chloë comentou sobre “Kitty”:

Eu escolhi a história porque tinha um elemento de realismo mágico que é algo que eu sempre gostei de assistir em filmes

“É também sobre a transformação e a relação entre uma menina e sua mãe. Apenas um monte de temas que soam verdadeiros para mim”, conta.

“Kitty” é estrelado por Ione Skye (a adolescente de “Say anything”, clássico de 1989, lembram?), Lee Meriwether, e a pequenina estreante Edie Yvonne.

Enquanto não sai o trailer, ficamos com o belíssimo pôster do filme, que foi divulgado pela própria Chloë no Instagram:

 

Mais de Letícia Mendes

Chloë Sevigny fez um zine de ex-boys

Faz tempo que quero escrever na Ovelha sobre a minha musa suprema. Já pensei em falar como ela está incrível na série “Bloodline”, do Netflix; sobre como ela sempre se envolve em campanhas belíssimas de moda, como as da Miu Miu e da Tomboy; sobre o livro de fotografias de sua vida que ela acabou de lançar pela Rizzoli (à venda na Urban Outfitters); sobre as milhares de entrevistas maravilhosas que ela dá…

Enfim… a Chloë Sevigny é um ícone do cinema independente americano contemporâneo. Ela foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro em 2000 por “Meninos não choram”, o que a deixou mais famosa, mas acho que a maioria das pessoas lembra dela pelo seu primeiro papel no cinema, que foi em “Kids”. O filme foi lançado há 20 anos, quando Chloë era uma jovenzita e namorava o talentoso e também jovenzito Harmony Korine.

Posso ficar séculos falando sobre a trajetória da Chloë, mas serei breve. Ela aproveitou o lançamento do livro de fotos que citei acima para fazer um zine “com o que sobrou” dos homens que passaram pela sua vida. Intitulado “No Time For Love”, o zine tem 28 páginas e está à venda neste site. Acho bonito esse lance que a Chloë tem – e já assumiu em vídeos como dessa série aqui – de guardar tudo o quanto é lembrança (fotos, roupas, objetos, recortes de jornais). O legal também é que ela colocou etiquetas nos rostos de todos os ex-boys para manter a privacidade, deixando um mistério no ar.

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nossa musa suprema, está estreando como diretora de cinema!

Ela exibirá seu curta-metragem, intitulado “Kitty”, no dia 20 de maio durante a 55ª Semana da Crítica do Festival de Cannes.

O filme é baseado em um conto do escritor americano Paul Bowles (clique aqui para ler, em inglês), e fala sobre uma garota que se transforma lentamente em uma gatinha (tipo “A metamorfose”, de Kafka, mas de um modo visualmente mais bonito).

Em entrevista ao The Cut, Chloë comentou sobre “Kitty”:

Eu escolhi a história porque tinha um elemento de realismo mágico que é algo que eu sempre gostei de assistir em filmes

“É também sobre a transformação e a relação entre uma menina e sua mãe. Apenas um monte de temas que soam verdadeiros para mim”, conta.

“Kitty” é estrelado por Ione Skye (a adolescente de “Say anything”, clássico de 1989, lembram?), Lee Meriwether, e a pequenina estreante Edie Yvonne.

Enquanto não sai o trailer, ficamos com o belíssimo pôster do filme, que foi divulgado pela própria Chloë no Instagram:

 

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