Conheci a pintora e ilustradora sueca Camilla Engman daquele jeito que a gente conhece as coisas na internet: não faço a mínima ideia. Fiquei encantada com a estranheza das pinturas, com pessoas aparentemente melancólicas ou confusas, em situações misteriosas e quase sempre em florestas (esse fator em especial me conquistou, já que adoro as paisagens nórdicas).
Fui acompanhando o trabalho dela ao longo dos anos, o que foi interessante por ver algumas pequenas mudanças. Os cenários foram mudando, saindo das florestas e natureza para lugares fechados, mais urbanos. Os personagens foram ganhando uma pegada circense, o que deixou tudo ainda mais esquisito e misterioso. As cores, tons terrosos, muitos beges e verdes e alguns vermelhos pontuais, continuaram. A combinação de cores, inclusive, é uma das coisas que gosto na Camilla Engman.
Esse negócio de acompanhar o trabalho de artista por um tempo faz você acabar se apegando, como se conhecesse a pessoa. Quando a Morran, cachorra da Camilla, morreu, eu dei uma choradinha. E sei que tem gente em outras partes do mundo que fez isso também (que loucura, internet!). Tanto que ela fez o The Morran Book Project, com ilustrações de 236 pessoas em homenagem à cachorrinha. É clara a influência da Morran no trabalho dela.
É curioso que, apesar dessa estranheza nas pinturas, as ilustrações dela são leves, fofinhas e engraçadinhas. O personagem Mr. Mustache é meu favorito, olha ele aqui de cuequinha:
Você pode saber mais da Camilla Engman no site e no blog dela. E pode comprar coisinhas na loja dela, Studio Morran (aceito presentes).
Conheci a pintora e ilustradora sueca Camilla Engman daquele jeito que a gente conhece as coisas na internet: não faço a mínima ideia. Fiquei encantada com a estranheza das pinturas, com pessoas aparentemente melancólicas ou confusas, em situações misteriosas e quase sempre em florestas (esse fator em especial me conquistou, já que adoro as paisagens nórdicas).
Fui acompanhando o trabalho dela ao longo dos anos, o que foi interessante por ver algumas pequenas mudanças. Os cenários foram mudando, saindo das florestas e natureza para lugares fechados, mais urbanos. Os personagens foram ganhando uma pegada circense, o que deixou tudo ainda mais esquisito e misterioso. As cores, tons terrosos, muitos beges e verdes e alguns vermelhos pontuais, continuaram. A combinação de cores, inclusive, é uma das coisas que gosto na Camilla Engman.
Esse negócio de acompanhar o trabalho de artista por um tempo faz você acabar se apegando, como se conhecesse a pessoa. Quando a Morran, cachorra da Camilla, morreu, eu dei uma choradinha. E sei que tem gente em outras partes do mundo que fez isso também (que loucura, internet!). Tanto que ela fez o The Morran Book Project, com ilustrações de 236 pessoas em homenagem à cachorrinha. É clara a influência da Morran no trabalho dela.
É curioso que, apesar dessa estranheza nas pinturas, as ilustrações dela são leves, fofinhas e engraçadinhas. O personagem Mr. Mustache é meu favorito, olha ele aqui de cuequinha:
Você pode saber mais da Camilla Engman no site e no blog dela. E pode comprar coisinhas na loja dela, Studio Morran (aceito presentes).
Conheci a pintora e ilustradora sueca Camilla Engman daquele jeito que a gente conhece as coisas na internet: não faço a mínima ideia. Fiquei encantada com a estranheza das pinturas, com pessoas aparentemente melancólicas ou confusas, em situações misteriosas e quase sempre em florestas (esse fator em especial me conquistou, já que adoro as paisagens nórdicas).
Fui acompanhando o trabalho dela ao longo dos anos, o que foi interessante por ver algumas pequenas mudanças. Os cenários foram mudando, saindo das florestas e natureza para lugares fechados, mais urbanos. Os personagens foram ganhando uma pegada circense, o que deixou tudo ainda mais esquisito e misterioso. As cores, tons terrosos, muitos beges e verdes e alguns vermelhos pontuais, continuaram. A combinação de cores, inclusive, é uma das coisas que gosto na Camilla Engman.
Esse negócio de acompanhar o trabalho de artista por um tempo faz você acabar se apegando, como se conhecesse a pessoa. Quando a Morran, cachorra da Camilla, morreu, eu dei uma choradinha. E sei que tem gente em outras partes do mundo que fez isso também (que loucura, internet!). Tanto que ela fez o The Morran Book Project, com ilustrações de 236 pessoas em homenagem à cachorrinha. É clara a influência da Morran no trabalho dela.
É curioso que, apesar dessa estranheza nas pinturas, as ilustrações dela são leves, fofinhas e engraçadinhas. O personagem Mr. Mustache é meu favorito, olha ele aqui de cuequinha:
Você pode saber mais da Camilla Engman no site e no blog dela. E pode comprar coisinhas na loja dela, Studio Morran (aceito presentes).
Suculentas são as melhores plantas. Ela são lindas. Elas não precisam de muitos cuidados, nem de muitas regas. É basicamente só deixar ela ali, embelezando a sua casa. Como se não bastasse isso, elas também são super fáceis de reproduzir. Sim, você pode fazer seus próprios filhotinhos de suculentas!
A maioria das suculentas consegue gerar uma nova plantinha pela folha. Basta tirar delicadamente uma folha sadia da sua planta, com cuidado para não quebrar. Deixe a folha descansar por dois ou três dias em um local seco. Depois, coloque ela em cima de um pratinho com terra (é só colocar, não precisa enterrar). Deixe em um lugar com luz indireta, e molhe um pouquinho a terra a cada três dias (a rega depende muito do feeling, mas nessa fase de berçário é bom regar com mais frequência que a planta adulta).
Depois de mais ou menos uma semana, vai começar a nascer uma raiz e uma nova plantinha da folha. Assim, ó:
Agora é hora de segurar a ansiedade e esperar o filhotinho crescer. A folha que deu origem à nova planta vai murchar e morrer. Na hora de fazer seu berçário, é bom ter paciência e persistência. O processo demora, e muitas folhas morrem antes de gerar uma nova plantinha. Mas ver o berçário cheio é emocionante.
Conheci a pintora e ilustradora sueca Camilla Engman daquele jeito que a gente conhece as coisas na internet: não faço a mínima ideia. Fiquei encantada com a estranheza das pinturas, com pessoas aparentemente melancólicas ou confusas, em situações misteriosas e quase sempre em florestas (esse fator em especial me conquistou, já que adoro as paisagens nórdicas).
Fui acompanhando o trabalho dela ao longo dos anos, o que foi interessante por ver algumas pequenas mudanças. Os cenários foram mudando, saindo das florestas e natureza para lugares fechados, mais urbanos. Os personagens foram ganhando uma pegada circense, o que deixou tudo ainda mais esquisito e misterioso. As cores, tons terrosos, muitos beges e verdes e alguns vermelhos pontuais, continuaram. A combinação de cores, inclusive, é uma das coisas que gosto na Camilla Engman.
Esse negócio de acompanhar o trabalho de artista por um tempo faz você acabar se apegando, como se conhecesse a pessoa. Quando a Morran, cachorra da Camilla, morreu, eu dei uma choradinha. E sei que tem gente em outras partes do mundo que fez isso também (que loucura, internet!). Tanto que ela fez o The Morran Book Project, com ilustrações de 236 pessoas em homenagem à cachorrinha. É clara a influência da Morran no trabalho dela.
É curioso que, apesar dessa estranheza nas pinturas, as ilustrações dela são leves, fofinhas e engraçadinhas. O personagem Mr. Mustache é meu favorito, olha ele aqui de cuequinha:
Você pode saber mais da Camilla Engman no site e no blog dela. E pode comprar coisinhas na loja dela, Studio Morran (aceito presentes).