Amo/Sou: Matcha

Ilustração da artista Usagi, retirada do site japanlover.me
Verde que não é menta nem pistache: é matcha

Matcha é amor. A primeira vez que conheci o matcha foi através do tradicional chá verde quentinho servido como cortesia nos restaurantes japoneses (e também porque minha mãe se amarra num chá verde pelos fins medicinais). O matcha é a versão mais punk rock do chá verde que vende em saquinho no supermercado. Mas minha paixão surgiu ao experimentar todo um universo de shakes e doces SABOR MATCHA!

 

Comecemos com o clássico delícia: matcha latte!

[caption id="attachment_13494" align="alignnone" width="600"] Nham nham[/caption]  
No meu caso, eu só gosto da versão do matcha batido com leite. Tem quem sirva o chá verde apenas com uma “espuma de leite” por cima e chama isso de matcha latte, mas NÃO SE ENGANE: o bão é o estilo milkshake!
 
E você pode sempre pedir um matcha latte no Starbucks.

[caption id="attachment_13493" align="alignnone" width="600"] Mas pede pra caprichar no matcha! Quanto mais verde melhor![/caption]  
Tem umas receitas pela internet, tanto de matcha latte quente como gelado. Descubra sua forma favorita de matcha!
 


Também tem cookie de matcha!


 
Pra quem quiser se aventurar na cozinha, achei uma receita aqui (em inglês) e até uma receita da Jiang Pu (do Masterchef, lembra?)! Aliás, ACHEI TAMBÉM UMA RECEITA LOUCA – quer dizer, a receita é normal, mas é de um canal de receitas voltado especialmente pra quem curte ASMR (ou seja, estímulos auditivos, olfativos, visuais ou/e tactivos que geram prazer e relaxamento).

Aliás, descobri que vende no café Chez Oscar, que fica na R. Oscar Freire (São Paulo)!
 


E donuts de matcha, então?

[caption id="attachment_13488" align="alignnone" width="600"] Esse é o do Mr. Donut[/caption]

Achei até uma receita saudável de donut!
 


Bolo de matcha é uma delícia, gente!

[caption id="attachment_13478" align="alignnone" width="600"] Esse é da Cafeteria Delica (dentro do Espaço Kazu, na Liberdade)[/caption]  


Pra mim Japão = matcha

Quando eu estava em Tóquio, ia (quase) todos os dias de manhã tomar café no St.Marc Café Choco Cro, em Shibuya (é tipo um Starbucks japonês, só que muuuuito melhor). O que eu pedia? Um “hotto” matcha latte com um croissant de matcha. ERA DE CHORAR DE BOM!
 
[caption id="attachment_13490" align="alignnone" width="600"] O coração aperta de saudades desse combo (via)[/caption]  
E em qualquer esquina era fácil encontrar sorvete de matcha na casquinha!

[caption id="attachment_13491" align="alignnone" width="600"] Amor de verão[/caption]  

Esqueci de dizer que levei comigo pro Brasil

Pocky de matcha


 
E Kit Kat de matcha

AMO TANTO!

 
[separator type="thin"]  
É uma pena que esse amor pelo sabor matcha não seja popular no Brasil. Mas você pode fazer as receitas em casa, basta comprar o matcha em pó. Eu achei pra vender no site da Zona Cerealista. Só cuidado pra não comprar aqueles “sabor limão” (eca)! Se quiser, acrescente meio limão na sua receita ou chá. Nada de sabores artificiais no nosso culto ao matcha, hein?
 

Tags relacionadas
, , , ,
Mais de Nina Grando

Ouça: Syd

Syd (também conhecida como Syd Tha Kyd) é a vocalista do grupo The Internet. Aliás, ainda não escrevemos sobre eles, mas vale dar uma ouvida nos seus três álbuns. Até porque, se estamos recomendando essa artista, é obrigatório ouvir o som do The Internet. Assista abaixo o clipe da música “Special Affair/Curse” e da música “Dontcha”:


 
No início deste ano, Syd lançou seu primeiro álbum solo, entitulado Fin. É um trabalho de estreia bastante honesto, aberto e maduro, colocando seu nome como um poderoso nome do hip-hop e R&B dos anos 2010. Em Fin, Syd mostra sua capacidade de dar e encontrar prazer: seja nas suas amantes, no seu sucesso na música e até no alívio de fugir de um relacionamento tóxico.

Em “Insecurities”, ela diz: “Você pode agradecer minha insegurança/ Que me faz ficar ao seu lado, babe.” Mas aí, no refrão, ela canta o alívio de estar livre desse amor — “Agora estou saindo fora.”

Na curtíssima “Drown In It”, ela fala sobre sexo oral de uma forma breve e sexy: “Hoje eu vou mergulhar, me afundar, me afogar, me esconder em você, babe.”

Em “All About Me”, ela canta sobre o legado que vai deixar após a morte: “Hoje eu sou apenas humana, mas saiba disso quando eu morrer/ Meu túmulo será minha música/ E minha alma vai viver nela, baby.” – poderosíssima.


 
Fin é um álbum sexy cheio de batidas lentas e sensuais dos anos 90 com um toque de contemporaneidade. E a voz de Syd é doce e melodiosa como um veludo, contrastando com seu visual “bad girl”. Ela é tão incrível que não tem como se apaixonar: ela mulher, negra, lésbica, reinando em um espaço dominado por homens. Exaltando o prazer em meio a tempos tão perversos. Syd é uma artista necessária.

 

 

Siga a Syd: Instagram / Twitter / Youtube / Spotify / SoundCloud
 

Leia mais