Conheça: A fotografia de Émilie Régnier

Um registro da estética e percepção da beleza feminina no oeste da África sob influências afro-americanas

Emilie Regnier é uma fotógrafa canadense de Montreal, que já morou na África – em Gabon, Senegal e Cote d’Ivoire – e hoje vive em Paris.

Ela já cobriu diversos eventos pela África, Europa e Caribe, tendo ainda trabalhos publicados em grandes jornais e revistas como The New York Times, Le Monde Magazine, Elle França, entre outros.

Mas o que me chamou a atenção em especial foi a série Hair, que você vê ao longo deste post. Neste projeto, Émilie explora a estética e a percepção da beleza feminina no oeste da África. Nas fotografias vemos algumas mulheres posando com perucas ou apliques em diferentes estilos e cores, que aliás, são bastante marcantes nas composições.

Eu amo [Hair] porque é ousado e divertido ao mesmo tempo.

– Rena Effendi, fotógrafa do Azerbaijão.

A fundação World Press Photo publicou em 2014 um video (em inglês) com um breve depoimento de Émilie sobre seu trabalho. Nele, ela explica seu interesse em capturar a estética da mulher africana como um visual único, resultado de influências afro-americanas.

Quando eu perguntava para essas mulheres por que elas escolhiam esses estilos de cabelo, a primeira coisa que elas me diziam era ‘porque eu quero parecer como a Rihanna ou a Beyoncé. […] Para mim era incrível, estar no oeste da África e ter essa enorme influência afro-americana. […] E é doloroso, é caro; elas compram cabelos brasileiros, cabelos de verdade que custam 150 dólares…

Siga: @emregnier no twitter também ;)

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O que temos a aprender com Maude?

Harold and Maude” (“Ensina-me a Viver”) é um filme americano de 1971, estrelado por Bud Cord (Harold) e Ruth Gordon (Maude).

Nele, Harold, um rapaz rico obcecado por morte, conhece Maude no funeral de algum desconhecido. A partir daí os dois trocam experiências incríveis sobre a vida e o amor.

Ao longo do filme Maude, uma sábia e destemida mulher de 79 anos, aplica várias lições de vida a Harold – e a nós também – com seu espírito livre e falas estimulantes.

Separei alguns pedacinhos importantes para serem guardados e lembrados, se liga:

Uma forma mais bonita de dizer “as coisas vêm e vão. Não esquenta, cara.”

Harold-and-Maude


Tipo “vai lá, se joga de cara, mas faz valer a pena.”

Harold-and-Maude
Harold-and-Maude


“Todo mundo tem o direito de ser meio bobo. Não deixe o mundo ficar te julgando demais.” Ou seja, F-O-D-A-S-E.

Harold-and-Maude


Também gosto de ver as coisas crescerem, Maude. :)

harold-maude


E poxa, a casinha da Maude parece super aconchegante e bonita:

maude-home


Essa é minha cena favorita do filme. Maude dando uma lição de sensibilidade:

Agora adiciona toda essa sabedoria e delicadeza com uma trilha sonora do Cat Stevens.

Ok, terminei esse post querendo assistir a esse filme lindo novamente pela milésima vez.

Faça isso também! <3

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