Há pouco tempo postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.
Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.
Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?
Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?
Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.
Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…
Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?
Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?
Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!
Há pouco tempo postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.
Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.
Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?
Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?
Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.
Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…
Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?
Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?
Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!
Brianna Collins durante um show da Tigers Jaw em setembro. Foto: Joey Tobin
Há pouco tempo postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.
Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.
Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?
Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?
Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.
[caption id="attachment_16141" align="alignnone" width="1708"] Brianna durante a tour do novo álbum “spin” em outubro. Foto: Connor Feimster[/caption]
Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…
Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?
Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?
Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!
O X Real é um projeto fotográfico totalmente criado pela querida Camila Cornelsen (que além de fotógrafa é também dj, vocalista do Copacabana Club e – olha só – engenheira por formação).
Quando você pensa em editoriais de beleza e moda muito provavelmente vem a cabeça uma imagem padronizada e replicada do corpo feminino no qual grande parte das mulheres não se vê realmente representada. E é esse padrão que a Camila busca quebrar com o X Real.
Além de ser um exercício fotográfico, o projeto tem a intenção de “buscar fotografar algo que eu não via e nem me identificava em publicações de nu feminino, que é um nu sem retoques digitais e com mulheres mais reais, que poderiam ser nossas amigas, colegas, vizinhas” segundo a Camila. Lá também tem um espaço para cada garota enviar suas selfies representando seu amor próprio. Além disso, como a Camila é bastante envolvida com música, ela posta uma playlist de cada ensaio a partir de uma seleção de músicas feita pela participante, apresentando as diferentes personalidades e gostos no projeto.
O X Real teve início com um convite da Camila para uma amiga a qual ela sabia que iria topar participar. A partir daí todas as garotas fotografadas se candidataram e participaram, sem nenhum tipo seleção. Não há “testes” ou processos de escolha das meninas, basta querer e então entrar em contato (hello@xreal.com.br). Recentemente a Camila postou um desabafo onde explica melhor sobre esse assunto.
“Todos buscamos representatividade, mas ela só vem quando alguém com mais coragem dá o passo a frente. […] Recebi um comentário outro dia ‘Uma negra só? hmm’. No momento, tem 2 negras de 18 mulheres dentro do projeto. Considero a questão pertinente. Também me pergunto, cadê essas pessoas?!?! Pra mim, essa falta de candidatas de outros perfis é justamente um reflexo dessa imposição estética que vivemos, e é isso que estou querendo quebrar.”
Agora a Camila pretende explorar novas mídias e tornar o X Real mais físico. Com isso, ela criou no Catarse um projeto para produzir e lançar o livro do X Real repleto de fotografias das meninas que participaram. A campanha caminha para os seus últimos dias e para conhecer melhor a proposta, valores, recompensas e, claro, apoiar, clique aqui!
postamos aqui sobre a banda indie americana Tigers Jaw, formada oficialmente por Ben Walsh e Brianna Collins.
Com turnê marcada pela América do Sul, eles tocarão pela segunda vez no Brasil em quatro datas: 2 de novembro em Belo Horizonte (MG), dia 3 em Curitiba (PR), dia 4 em São Paulo (SP) e dia 5 em Porto Alegre (RS). A apresentação em São Paulo que aconteceria na Clash Club foi transferida para o Fabrique, a poucos metros do local inicial.
Tivemos a oportunidade de trocar uma ideia com a Brianna sobre a banda, artes e o novo álbum da banda “spin”.
Ovelha: Como é a sua relação com música e artes? Você tem ou gostaria de ter algum projeto paralelo?
Brianna: Adoro tocar música, e tem tido tantas oportunidades para eu praticar outros tipos de arte por eu estar em uma banda. Eu fiz (pintei, bordei, fotografei) e projetei toda a arte para nossos álbuns, o que me permitiu continuar sendo criativa nas artes. No momento eu não tenho um projeto paralelo musical, mas adoraria tocar guitarra ou baixo em uma banda um dia.
Ovelha: Que diferenças você sente entre a Brianna em “spin” (2017) e “Charmer” (2014)?
Brianna: Eu acho que “spin” soa como um álbum muito coeso. Foi também a primeira vez que Ben e eu fomos sozinhos fazer uma gravação da Tigers Jaw. Nesse ponto de nossas vidas, já estivemos nesta banda por mais de dez anos, e eu sinto que essa experiência se mostra no nosso novo álbum.
Ovelha: Qual é a sensação de ver seu trabalho evoluindo tão rápido? Quero dizer, em relativamente pouco tempo vocês estão voltando para a América do Sul em uma nova turnê…
Brianna: Tem sido tão bom viajar e ver o mundo por causa da música. Nos sentimos tão sortudos e não podemos esperar para voltar para a América do Sul!
Ovelha: Como é seu relacionamento com os caras durante as turnês, sendo a única garota na banda?
Brianna: Somos como uma pequena família e os garotos são como meus irmãos. Claro que há brigas, ficamos irritados um com o outro. Mas na maioria das vezes, simplesmente gostamos de passar tempo juntos. Eu os amo tanto. Eles definitivamente são atenciosos e cuidam de mim.
Ovelha: Aliás, além dos shows, tem alguma coisa que gostaria de fazer quando voltar ao Brasil?
Brianna: Eu amaria ir à praia e comer muita comida boa!