Vou começar esse post sendo bem sincera, meu real desejo é que todas as pessoas do mundo assistissem pelo menos alguns episódios de BROAD CITY. Se eu conseguir que pelo menos uma pessoa assista, já ficarei feliz :)
Criada porIlana Glazer e Abbi Jacobson, que interpretam elas mesmas, Broad City conta as aventuras e desaventuras de duas melhores amigas em seus 20 e poucos anos morando em Nova York, sem grana, cheias de problemas, mas sempre juntas e felizes. A série é transmitida pela Comedy Central e é apadrinhada pela nossa queridíssima ninja feminista Amy Poehler.
Se você ainda não fez esse favor a você mesmo e assistiu essa série, listamos aqui 5 motivos para ligar seu PopcornTime, já!
1) GIRL POWER
Broad City começou como websérie, quando Ilana e Abbi ainda eram alunas da UCB, e mantinha a estrutura dos episódios em esquetes. Os assuntos da série vão muito além dos temas que são considerados femininos na mídia (homens, sapatos, compras, beleza, etc) É uma comédia muito engraçada, surreal que mostra vários cenários da cidade e como elas se viram em todo esse caos. É indicada pra quem tem um humor mais sem vergonha. Ou seja, se você curte comédias no estilo The Office e Parks and Recreation, vai gostar de Broad City.
2) ELAS SÃO ORIGINAIS
Apesar de existirem personagens femininas incríveis ( alô Leslie Knope!) Em questão dos xóvens sinto que as meninas acabam sempre caindo em esteriótipos: a selvagem, a ingênua, a ” bonita”. Já as meninas de BC são maiscomplicadas e originais que isso. Por mais que Abbi seja mais introvertida que a Illana, elas são sempre imprevisíveis. Quase nunca estão arrumadas, seus corpos são fora do padrão de beleza para TV (a.k.a super skinny cheias de maquiagem) e isso não é um assunto na série em momento algum, aliás elas são super bem resolvidas com suas peladezas:
Estão sempre despreocupadas e pouco se lixando para o que os outros vão pensar. De vez em quando elas são até meio nojentas, porém reais. Quem nunca passou o dia inteiro sem maquiagem, de pijama, comendo tranqueiras e se divertindo em casa com as amigas sem sentir culpa ? o/
Ah, não achou feminino o bastante?
3) É SOBRE AMIZADE FEMININA
Mesmo se você não é tipo de pessoa que tem esse relacionamento, você terá vontade de ser BFF das duas.Abbi é uma ilustradora frustrada que trabalha em uma academia e ama a Oprah. Ilana é uma maconheira espírito livre que tem um amigo colorido chamado Lincoln, faz vários bicos pra se virar e continuar vivendo sua vida ao lado da amiga. É lindo ver como as duas se adoram, se apoiam, elogiam a bunda uma da outra e estão juntas em todas as furadas. Descartando totalmente o tópico sobre rivalidade entre mulheres e a não existência de uma amizade sincera.
4) MANDAM A REAL
A vida não é fácil, minhas amigas. Ter um emprego bacana, lutar pelos seus sonhos , pegar o metrozão lotado, tudo isso faz parte do nosso dia-a-dia que já não tem aquele PAItrocínio e não depende mais da caixinha dos papais. Na série vemos as duas (sempre duras) lutando por seus objetivos, seja batucar em baldes por um par de tickets para um show do Lil Wayne ou se submeter a uma faxina no apartamento de um cara estranho vestido de bebê (interpretado por Fred Armisen) O mais legal é ver na série o quanto elas tornam situações desastrosas em momentos engraçados e as vezes até bonitos. Uma boa lição de casa pra quem mora em São Paulo ou grandes cidades :P
5) SEXUALIDADE ABERTA
Há todos os tipos de personagens envolvidos com diferentes tipos de sexo, e é tratado na série como deveria ser tratado na vida real, de uma maneira comum. Todos são sexualmente bem resolvidos e saudáveis, rola uma descoberta nova aqui e acolá, mas as duas não tem vergonha de sexo e nem do desejo por ele.
Vou começar esse post sendo bem sincera, meu real desejo é que todas as pessoas do mundo assistissem pelo menos alguns episódios de BROAD CITY. Se eu conseguir que pelo menos uma pessoa assista, já ficarei feliz :)
Criada porIlana Glazer e Abbi Jacobson, que interpretam elas mesmas, Broad City conta as aventuras e desaventuras de duas melhores amigas em seus 20 e poucos anos morando em Nova York, sem grana, cheias de problemas, mas sempre juntas e felizes. A série é transmitida pela Comedy Central e é apadrinhada pela nossa queridíssima ninja feminista Amy Poehler.
Se você ainda não fez esse favor a você mesmo e assistiu essa série, listamos aqui 5 motivos para ligar seu PopcornTime, já!
1) GIRL POWER
Broad City começou como websérie, quando Ilana e Abbi ainda eram alunas da UCB, e mantinha a estrutura dos episódios em esquetes. Os assuntos da série vão muito além dos temas que são considerados femininos na mídia (homens, sapatos, compras, beleza, etc) É uma comédia muito engraçada, surreal que mostra vários cenários da cidade e como elas se viram em todo esse caos. É indicada pra quem tem um humor mais sem vergonha. Ou seja, se você curte comédias no estilo The Office e Parks and Recreation, vai gostar de Broad City.
2) ELAS SÃO ORIGINAIS
Apesar de existirem personagens femininas incríveis ( alô Leslie Knope!) Em questão dos xóvens sinto que as meninas acabam sempre caindo em esteriótipos: a selvagem, a ingênua, a ” bonita”. Já as meninas de BC são maiscomplicadas e originais que isso. Por mais que Abbi seja mais introvertida que a Illana, elas são sempre imprevisíveis. Quase nunca estão arrumadas, seus corpos são fora do padrão de beleza para TV (a.k.a super skinny cheias de maquiagem) e isso não é um assunto na série em momento algum, aliás elas são super bem resolvidas com suas peladezas:
Estão sempre despreocupadas e pouco se lixando para o que os outros vão pensar. De vez em quando elas são até meio nojentas, porém reais. Quem nunca passou o dia inteiro sem maquiagem, de pijama, comendo tranqueiras e se divertindo em casa com as amigas sem sentir culpa ? o/
Ah, não achou feminino o bastante?
3) É SOBRE AMIZADE FEMININA
Mesmo se você não é tipo de pessoa que tem esse relacionamento, você terá vontade de ser BFF das duas.Abbi é uma ilustradora frustrada que trabalha em uma academia e ama a Oprah. Ilana é uma maconheira espírito livre que tem um amigo colorido chamado Lincoln, faz vários bicos pra se virar e continuar vivendo sua vida ao lado da amiga. É lindo ver como as duas se adoram, se apoiam, elogiam a bunda uma da outra e estão juntas em todas as furadas. Descartando totalmente o tópico sobre rivalidade entre mulheres e a não existência de uma amizade sincera.
4) MANDAM A REAL
A vida não é fácil, minhas amigas. Ter um emprego bacana, lutar pelos seus sonhos , pegar o metrozão lotado, tudo isso faz parte do nosso dia-a-dia que já não tem aquele PAItrocínio e não depende mais da caixinha dos papais. Na série vemos as duas (sempre duras) lutando por seus objetivos, seja batucar em baldes por um par de tickets para um show do Lil Wayne ou se submeter a uma faxina no apartamento de um cara estranho vestido de bebê (interpretado por Fred Armisen) O mais legal é ver na série o quanto elas tornam situações desastrosas em momentos engraçados e as vezes até bonitos. Uma boa lição de casa pra quem mora em São Paulo ou grandes cidades :P
5) SEXUALIDADE ABERTA
Há todos os tipos de personagens envolvidos com diferentes tipos de sexo, e é tratado na série como deveria ser tratado na vida real, de uma maneira comum. Todos são sexualmente bem resolvidos e saudáveis, rola uma descoberta nova aqui e acolá, mas as duas não tem vergonha de sexo e nem do desejo por ele.
Vou começar esse post sendo bem sincera, meu real desejo é que todas as pessoas do mundo assistissem pelo menos alguns episódios de BROAD CITY. Se eu conseguir que pelo menos uma pessoa assista, já ficarei feliz :)
Criada porIlana Glazer e Abbi Jacobson, que interpretam elas mesmas, Broad City conta as aventuras e desaventuras de duas melhores amigas em seus 20 e poucos anos morando em Nova York, sem grana, cheias de problemas, mas sempre juntas e felizes. A série é transmitida pela Comedy Central e é apadrinhada pela nossa queridíssima ninja feminista Amy Poehler.
Se você ainda não fez esse favor a você mesmo e assistiu essa série, listamos aqui 5 motivos para ligar seu PopcornTime, já!
1) GIRL POWER
Broad City começou como websérie, quando Ilana e Abbi ainda eram alunas da UCB, e mantinha a estrutura dos episódios em esquetes. Os assuntos da série vão muito além dos temas que são considerados femininos na mídia (homens, sapatos, compras, beleza, etc) É uma comédia muito engraçada, surreal que mostra vários cenários da cidade e como elas se viram em todo esse caos. É indicada pra quem tem um humor mais sem vergonha. Ou seja, se você curte comédias no estilo The Office e Parks and Recreation, vai gostar de Broad City.
2) ELAS SÃO ORIGINAIS
Apesar de existirem personagens femininas incríveis ( alô Leslie Knope!) Em questão dos xóvens sinto que as meninas acabam sempre caindo em esteriótipos: a selvagem, a ingênua, a ” bonita”. Já as meninas de BC são maiscomplicadas e originais que isso. Por mais que Abbi seja mais introvertida que a Illana, elas são sempre imprevisíveis. Quase nunca estão arrumadas, seus corpos são fora do padrão de beleza para TV (a.k.a super skinny cheias de maquiagem) e isso não é um assunto na série em momento algum, aliás elas são super bem resolvidas com suas peladezas:
[caption id="attachment_6000" align="alignnone" width="600"] Selfie no vestiário[/caption]
[caption id="attachment_6018" align="alignnone" width="600"] Quando seu roommate sai de casa.[/caption]
Estão sempre despreocupadas e pouco se lixando para o que os outros vão pensar. De vez em quando elas são até meio nojentas, porém reais. Quem nunca passou o dia inteiro sem maquiagem, de pijama, comendo tranqueiras e se divertindo em casa com as amigas sem sentir culpa ? o/
Ah, não achou feminino o bastante?
3) É SOBRE AMIZADE FEMININA
Mesmo se você não é tipo de pessoa que tem esse relacionamento, você terá vontade de ser BFF das duas.Abbi é uma ilustradora frustrada que trabalha em uma academia e ama a Oprah. Ilana é uma maconheira espírito livre que tem um amigo colorido chamado Lincoln, faz vários bicos pra se virar e continuar vivendo sua vida ao lado da amiga. É lindo ver como as duas se adoram, se apoiam, elogiam a bunda uma da outra e estão juntas em todas as furadas. Descartando totalmente o tópico sobre rivalidade entre mulheres e a não existência de uma amizade sincera.
4) MANDAM A REAL
A vida não é fácil, minhas amigas. Ter um emprego bacana, lutar pelos seus sonhos , pegar o metrozão lotado, tudo isso faz parte do nosso dia-a-dia que já não tem aquele PAItrocínio e não depende mais da caixinha dos papais. Na série vemos as duas (sempre duras) lutando por seus objetivos, seja batucar em baldes por um par de tickets para um show do Lil Wayne ou se submeter a uma faxina no apartamento de um cara estranho vestido de bebê (interpretado por Fred Armisen) O mais legal é ver na série o quanto elas tornam situações desastrosas em momentos engraçados e as vezes até bonitos. Uma boa lição de casa pra quem mora em São Paulo ou grandes cidades :P
[caption id="attachment_6025" align="alignnone" width="600"] Não está sendo fácil[/caption]
5) SEXUALIDADE ABERTA
Há todos os tipos de personagens envolvidos com diferentes tipos de sexo, e é tratado na série como deveria ser tratado na vida real, de uma maneira comum. Todos são sexualmente bem resolvidos e saudáveis, rola uma descoberta nova aqui e acolá, mas as duas não tem vergonha de sexo e nem do desejo por ele.
Dia 1 de março, de acordo com o jogo Street Fighter de Super Nintendo, foi aniversário de uma das musas mais V.I.Ps do videogame. Ela mesma, nossa chinesa favorita: Chun-Li.
Uma das personagens femininas mais amadas dos games, que não fica de fora de nenhuma lista, nenhuma festa, nenhum evento. Chun-Li, juntamente com outras divas como Lara Croft, Samus, Mai Shiranui, Morigan e Felícia são as mais lembradas e queridas do público. Mas nesse momento eu te pergunto: e as outras personagens?
Nessa história, muitas minas acabam esquecidas no limbo, sendo ofuscadas pela luz das Divas dos Games. Mas aqui na Ovelha, temos lugar para todas e por isso decidimos fazer uma lista para homenagear essas queridas: as renegadas dos games.
Dixie Kong – Donkey Kong Country
A bicha voava, tinha um look color block incrível (se liga nessa boina rosa, mermão) e no meio de tanta treta mantinha aquele cabelo louro e sedoso impecável. Fazia que nem o Tails e dava um bom adianto no jogo. Enquanto isso o Kiddy Kong usava mijões e chorava sempre que perdia. Afff!
Princesa Peach – Super Mario
Eu sei, eu sei. “A Peach é uma donzela, ela não faz nada la-la-la-la.” Mas calma lá, no Super Mario 2ela provou que além de ser uma heroína, (no jogo você pode escolher entre jogar com ela, Toad, Luigi ou Mario) ela mostrou ser A MELHOR OPÇÃO entre eles. Se você era macho e não jogava com ela só por orgulhinho, você se ferrou, pois além de puxar os leguminhos mega-rápido, ela também tinha a capacidade de dar umas flutuadinhas de leve. Depois disso (tá, muito depois) ela ganhou um jogo de DS Super Princess Peach que é bem fofinho.
Saria – Zelda Ocarina of Time
Todo mundo só quer saber da Zelda (que por acaso não é o nome do moleque loirinho, tá?), mas a Saria é também super importante. Ela é um membro da tribo Kokiri e a melhor amiga do Link. Antes dele sair por aí em sua jornada vida loka, é ela que dá seu primeiro presente: a fuckin OCARINA! Que na real, tá no nome do jogo né gente, sem ela, nada de Epona, nada de musiquinha, nada de nada! Sete anos mais tarde, Link descobriu que ela é uma dos “seis sábios”. Wooow!
Kris – Pokemon Crystal
Kris é muito especial! Escolher seu sexo no início dos jogos da franquia Pokémon de Game Boy agora é padrão, mas nem sempre foi assim. Pokemon Crystal foi o primeiro jogo que não te forçava a jogar como um cara e, consequentemente, dar um nome meio ridículo pra ele como “Babacão” e rir toda vez que os outros personagens repetiam. Kris abriu o caminho para todas as protagonista de Pokemon do sexo feminino que vieram depois. Valeu, irmã!
Lucca – Chrono Trigger
Novamente, todos os holofotes apontando para a princesa loirinha e mais ou menos indefesa, tá a Marle é healer e fofa, mas vamos lembrar quem inventou a máquina do tempo que fudeu/começou a história de todo mundo? Quem inventou o robô de treino Gato? E quem tinha aqueles poderes de fogo super fodas? Se não fosse a invençãoo dela, o jogo nem existiria. Se liga, Crono! (P.S.: Ayla, você também é demais!)
Cyndel – Mortal Kombat III
Quem já jogou com ela provavelmente tem a mesma dúvida: qual a marca do seu shampoo, Cyndel? Sim, o cabelo dela é a sua arma mais temível e platinada. Ela lacra, ela VOA! Ela solta HADUGUI! Milena, Kitana, Jade vocês são todas lindas (e absurdamente parecidas né? Tipo o mesmo personagem e só mudou a cor.) Mas a Cyndel é maravilhosa e ainda luta de maiô, beijos!
Coco Bandicoot – Crash Bandicoot
Olha a cara dela de quem se importa com você e sua opinião #NOT ♡ Coco é a irmã do Crash Bandicoot e além desse visual 90’s que você tá super copiando hoje em dia (trendsetter?), ela é uma inventora e sempre dá uns help na vida do irmão que só quer saber de botar umas máscara indígena doida e montar javalis. Coco apareceu pela primeira vez em Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back. Ela também é um personagem jogável em Crash Racing Team, outro jogo lixo que eu amava e obviamente jogava apenas com ela. BTW, você viu que ela está apenas montada num tigre? THUG LIFE!
Se vocês tiverem mais sugestões de gatas esquecidas nesse mundão dos games, comentem, mandem e-mail ou vamos marcar um café pra conversar sobre esse assunto e virar amigas ♡
Ilana Glazer e Abbi Jacobson, que interpretam elas mesmas, Broad City conta as aventuras e desaventuras de duas melhores amigas em seus 20 e poucos anos morando em Nova York, sem grana, cheias de problemas, mas sempre juntas e felizes. A série é transmitida pela Comedy Central e é apadrinhada pela nossa queridíssima ninja feminista Amy Poehler.
Se você ainda não fez esse favor a você mesmo e assistiu essa série, listamos aqui 5 motivos para ligar seu PopcornTime, já!
1) GIRL POWER
Broad City começou como websérie, quando Ilana e Abbi ainda eram alunas da UCB, e mantinha a estrutura dos episódios em esquetes. Os assuntos da série vão muito além dos temas que são considerados femininos na mídia (homens, sapatos, compras, beleza, etc) É uma comédia muito engraçada, surreal que mostra vários cenários da cidade e como elas se viram em todo esse caos. É indicada pra quem tem um humor mais sem vergonha. Ou seja, se você curte comédias no estilo The Office e Parks and Recreation, vai gostar de Broad City.
2) ELAS SÃO ORIGINAIS
Apesar de existirem personagens femininas incríveis ( alô Leslie Knope!) Em questão dos xóvens sinto que as meninas acabam sempre caindo em esteriótipos: a selvagem, a ingênua, a ” bonita”. Já as meninas de BC são maiscomplicadas e originais que isso. Por mais que Abbi seja mais introvertida que a Illana, elas são sempre imprevisíveis. Quase nunca estão arrumadas, seus corpos são fora do padrão de beleza para TV (a.k.a super skinny cheias de maquiagem) e isso não é um assunto na série em momento algum, aliás elas são super bem resolvidas com suas peladezas:
Estão sempre despreocupadas e pouco se lixando para o que os outros vão pensar. De vez em quando elas são até meio nojentas, porém reais. Quem nunca passou o dia inteiro sem maquiagem, de pijama, comendo tranqueiras e se divertindo em casa com as amigas sem sentir culpa ? o/
Ah, não achou feminino o bastante?
3) É SOBRE AMIZADE FEMININA
Mesmo se você não é tipo de pessoa que tem esse relacionamento, você terá vontade de ser BFF das duas.Abbi é uma ilustradora frustrada que trabalha em uma academia e ama a Oprah. Ilana é uma maconheira espírito livre que tem um amigo colorido chamado Lincoln, faz vários bicos pra se virar e continuar vivendo sua vida ao lado da amiga. É lindo ver como as duas se adoram, se apoiam, elogiam a bunda uma da outra e estão juntas em todas as furadas. Descartando totalmente o tópico sobre rivalidade entre mulheres e a não existência de uma amizade sincera.
4) MANDAM A REAL
A vida não é fácil, minhas amigas. Ter um emprego bacana, lutar pelos seus sonhos , pegar o metrozão lotado, tudo isso faz parte do nosso dia-a-dia que já não tem aquele PAItrocínio e não depende mais da caixinha dos papais. Na série vemos as duas (sempre duras) lutando por seus objetivos, seja batucar em baldes por um par de tickets para um show do Lil Wayne ou se submeter a uma faxina no apartamento de um cara estranho vestido de bebê (interpretado por Fred Armisen) O mais legal é ver na série o quanto elas tornam situações desastrosas em momentos engraçados e as vezes até bonitos. Uma boa lição de casa pra quem mora em São Paulo ou grandes cidades :P
5) SEXUALIDADE ABERTA
Há todos os tipos de personagens envolvidos com diferentes tipos de sexo, e é tratado na série como deveria ser tratado na vida real, de uma maneira comum. Todos são sexualmente bem resolvidos e saudáveis, rola uma descoberta nova aqui e acolá, mas as duas não tem vergonha de sexo e nem do desejo por ele.