O clipe da música “How Can It Be (feat. Maddee)”, do canadense Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.
Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.
Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.
Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.
Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
Pra quem curtiu o som, ouça o EP e siga o SoundCloud. Fica um outro som aqui:
O clipe da música “How Can It Be (feat. Maddee)”, do canadense Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.
Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.
Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.
Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.
Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
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O clipe da música “How Can It Be (feat. Maddee)”, do canadense Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.
Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.
Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.
Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.
Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
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Hoje é o aniversário de 101 anos da atriz de Hollywood Hedy Lamarr, que foi uma estrela de cinema nos anos 30 e 40. Porém, muito mais que seu talento e beleza, ela também foi uma importante inventora. Se você fala hoje no seu celular, tem que agradecer a essa mulher. Por isso mesmo que o Goodle Doodle fez um vídeo incrível para homenageá-la.
Hedy Lamarr é na verdade Hedwig Eva Maria Kiesler, austríaca radicada nos Estados Unidos. Sua grande contribuição tecnológica deu-se durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido a sua co-invenção, juntamente com o compositor George Antheil, de um sistema de comunicações para as Forças Armadas dos Estados Unidos, que serviu de base para a atual telefonia celular. Esse sofisticado aparelho de interferência em rádio foi usado para despistar radares nazistas.
Apesar de tê-lo patenteado, Hedy Lamarr nunca ganhou um único centavo com sua invenção. No máximo, ganhou um prêmio por sua contribuição em 1997 pela Electronic Frontier Foundation, além de uma menção honrosa “por abrir novos caminhos nas fronteiras da eletrônica” do governo dos Estados Unidos, recebida no mesmo ano.
Considerada a “mãe do telefone celular”, sua ideia do aparelho de frequência serviu de base para a moderna tecnologia de comunicação, usada em conexões de Wi-Fi e CDMA em telefones celulares. O despertar para essa invenção aconteceu quando Lamarr fora casada com um fabricante de armas alemão, do qual se separou ao perceber o envolvimento dele com o nazismo. Ela notou como era fácil a um terceiro bloquear o sinal contínuo usado para o controle dos mísseis e resolveu erguer as mangas para fazer algo a respeito.
Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.
Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.
Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.
Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.
Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
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Harrison, foi destaque da semana passa no Vimeo e no Update Or Die! ao simular a tela vertical de um smartphone (tanto que a ideia é que você assista na tela do seu celular) tendo o Whatsapp como cenário de um gélido término de namoro. A troca de mensagens entre o casal Matt e Katy é sincronizada com a música, o que aumenta a aflição do espectador na similaridade do tempo de interação entre os personagens.
Com o coração apertado, inicialmente podemos nos identificar com o rapaz que está levando o pé-na-bunda. Mas o interessante é ver a frieza e praticidade da garota, que dispensa o namorado de um ano enquanto conversa com o peguete em outra tela.
Antes de enchermos a boca pra falar sobre a falta de coragem da garota de terminar o namoro de forma mais “decente” (e nem me venham com slut shaming), a gente tem que se colocar no lugar dela e lembrar que todo mundo já foi egoísta e cagou no maiô em alguma relação. Tem até quem conheça outra pessoa e não tem nem a decência de terminar, pelo contrário: leva o casinho paralelo ao relacionamento. Dói, mas a vida vai ensinando que o que achávamos ser amor, era cilada.
Tem quem traduza esse vídeo sobre a parte ruim da tecnologia, que aumenta a distância e o foda-se entre as pessoas. Mas sabe, não vejo tanto por aí. Sempre teve quem não está nem aí. Que simplesmente sumia, não atendia telefone, não respondia carta, não atendia a campainha. Desde a época da sua avó.
Vamos ser mais honestos com a gente e com os outros. Melhor terminar do jeito que for do que levar uma relação que não tá legal pra você, que de consequência não vai ser legal pro outro.
Pra quem curtiu o som, ouça o EP e siga o SoundCloud. Fica um outro som aqui: