Preciso contar um guilty pleasure: ver TED Talks. Principalmente aqueles em que mulheres falam sobre qualquer assunto: literatura, maternidade, tecnologia etc.
Só nestes dias me deparei com um vídeo publicado em fevereiro (então desculpem-me se eu estiver atrasada), com a fotógrafa brasileira Angélica Dass.
Formada em Estilismo pelo Senai, ela passou pelos cursos de Indumentária na UFRJ, uma pós-graduação em Jornalismo na UNED em Madrid e uma pós em Fotografia Artística e Conceitual na AFTI na Espanha.
Angélica criou a série de fotografias “Humanae”, na qual liga os tons de pele de pessoas à escala de cores da Pantone. Ela foi convidada a falar sobre esse projeto no TED e deu uma palestra muito emocionante. A visão que ela tem sobre as cores é lúdica e enriquecedora. E seu depoimento é também muito pessoal:
Quando levava meu primo à escola, geralmente achavam que eu era babá dele. Ao ajudar na cozinha, em festas na casa de amigos, as pessoas achavam que eu era a empregada. Fui até tratada como prostituta só porque estava andando sozinha na praia com amigos europeus. Muitas vezes, ao visitar minha avó ou meus amigos em casas de classe alta, pessoas me diziam para não usar o elevador social, porque, afinal, com esta cor de pele e com este cabelo, alguns lugares “não são pra mim”.
Ela já retratou mais de 3 mil pessoasem 13 países diferentes,19 cidades em todo o mundo. De estudantes na Suíça a refugiados que cruzaram o Mediterrâneo de barco.
Não deixem de assistir a esse vídeo:
Preciso contar um guilty pleasure: ver TED Talks. Principalmente aqueles em que mulheres falam sobre qualquer assunto: literatura, maternidade, tecnologia etc.
Só nestes dias me deparei com um vídeo publicado em fevereiro (então desculpem-me se eu estiver atrasada), com a fotógrafa brasileira Angélica Dass.
Formada em Estilismo pelo Senai, ela passou pelos cursos de Indumentária na UFRJ, uma pós-graduação em Jornalismo na UNED em Madrid e uma pós em Fotografia Artística e Conceitual na AFTI na Espanha.
Angélica criou a série de fotografias “Humanae”, na qual liga os tons de pele de pessoas à escala de cores da Pantone. Ela foi convidada a falar sobre esse projeto no TED e deu uma palestra muito emocionante. A visão que ela tem sobre as cores é lúdica e enriquecedora. E seu depoimento é também muito pessoal:
Quando levava meu primo à escola, geralmente achavam que eu era babá dele. Ao ajudar na cozinha, em festas na casa de amigos, as pessoas achavam que eu era a empregada. Fui até tratada como prostituta só porque estava andando sozinha na praia com amigos europeus. Muitas vezes, ao visitar minha avó ou meus amigos em casas de classe alta, pessoas me diziam para não usar o elevador social, porque, afinal, com esta cor de pele e com este cabelo, alguns lugares “não são pra mim”.
Ela já retratou mais de 3 mil pessoasem 13 países diferentes,19 cidades em todo o mundo. De estudantes na Suíça a refugiados que cruzaram o Mediterrâneo de barco.
Preciso contar um guilty pleasure: ver TED Talks. Principalmente aqueles em que mulheres falam sobre qualquer assunto: literatura, maternidade, tecnologia etc.
Só nestes dias me deparei com um vídeo publicado em fevereiro (então desculpem-me se eu estiver atrasada), com a fotógrafa brasileira Angélica Dass.
Formada em Estilismo pelo Senai, ela passou pelos cursos de Indumentária na UFRJ, uma pós-graduação em Jornalismo na UNED em Madrid e uma pós em Fotografia Artística e Conceitual na AFTI na Espanha.
Angélica criou a série de fotografias “Humanae”, na qual liga os tons de pele de pessoas à escala de cores da Pantone. Ela foi convidada a falar sobre esse projeto no TED e deu uma palestra muito emocionante. A visão que ela tem sobre as cores é lúdica e enriquecedora. E seu depoimento é também muito pessoal:
Quando levava meu primo à escola, geralmente achavam que eu era babá dele. Ao ajudar na cozinha, em festas na casa de amigos, as pessoas achavam que eu era a empregada. Fui até tratada como prostituta só porque estava andando sozinha na praia com amigos europeus. Muitas vezes, ao visitar minha avó ou meus amigos em casas de classe alta, pessoas me diziam para não usar o elevador social, porque, afinal, com esta cor de pele e com este cabelo, alguns lugares “não são pra mim”.
Ela já retratou mais de 3 mil pessoasem 13 países diferentes,19 cidades em todo o mundo. De estudantes na Suíça a refugiados que cruzaram o Mediterrâneo de barco.
Emma Watson, atriz consagradíssima pela personagem Hermione Granger, da saga “Harry Potter”, formada em Literatura inglesa pela Universidade de Brown, e embaixadora global da boa vontade da ONU, anunciou nesta semana mais uma iniciativa belíssima.
Ela criou um clube do livro virtual, com o objetivo de fazer leituras conjuntas de obras relacionadas ao feminismo. Ela explica melhor nesse comunicado oficial:
“Como parte do meu trabalho na ONU mulheres, eu comecei a ler tantos livros e ensaios sobre a igualdade quanto minhas mãos alcançaram. Há tanta coisa incrível lá fora! Engraçada, inspiradora, triste, provocante, que empodera! Eu tenho descoberto tanto que, às vezes, eu sinto que minha cabeça está prestes a explodir… Eu decidi começar um clube do livro feminista, porque eu quero compartilhar o que estou aprendendo e ouvir seus pensamentos também. O plano é selecionar e ler um livro a cada mês, então discutir a obra durante a última semana do mês (para dar tempo a todos de ler!). Vou postar algumas perguntas/citações para começar as coisas, mas eu adoraria que isto crescesse para uma discussão aberta com e entre todos vocês. Sempre que possível eu espero ter a autora, ou outra voz proeminente sobre o assunto, junto à conversa.”
O primeiro livro é:
Após pedir sugestões de seus seguidores nas redes sociais, Emma decidiu chamar o clube de “Our Shared Shelf” (Nossa prateleira compartilhada, em tradução livre) e criou um grupo de discussões no site Goodreads.
“My life on the road” (Minha vida na estrada) é escrito pela jornalista e ativista americana Gloria Steinem, que se engajou com o feminismo principalmente na década de 1960. No Brasil, foi publicado o livro “Memórias da transgressão”, uma coletânea de artigos publicados ao longo de vinte anos de carreira, que está indisponível nas livrarias.
ver TED Talks. Principalmente aqueles em que mulheres falam sobre qualquer assunto: literatura, maternidade, tecnologia etc.
Só nestes dias me deparei com um vídeo publicado em fevereiro (então desculpem-me se eu estiver atrasada), com a fotógrafa brasileira Angélica Dass.
Formada em Estilismo pelo Senai, ela passou pelos cursos de Indumentária na UFRJ, uma pós-graduação em Jornalismo na UNED em Madrid e uma pós em Fotografia Artística e Conceitual na AFTI na Espanha.
Angélica criou a série de fotografias “Humanae”, na qual liga os tons de pele de pessoas à escala de cores da Pantone. Ela foi convidada a falar sobre esse projeto no TED e deu uma palestra muito emocionante. A visão que ela tem sobre as cores é lúdica e enriquecedora. E seu depoimento é também muito pessoal:
Quando levava meu primo à escola, geralmente achavam que eu era babá dele. Ao ajudar na cozinha, em festas na casa de amigos, as pessoas achavam que eu era a empregada. Fui até tratada como prostituta só porque estava andando sozinha na praia com amigos europeus. Muitas vezes, ao visitar minha avó ou meus amigos em casas de classe alta, pessoas me diziam para não usar o elevador social, porque, afinal, com esta cor de pele e com este cabelo, alguns lugares “não são pra mim”.
Ela já retratou mais de 3 mil pessoasem 13 países diferentes,19 cidades em todo o mundo. De estudantes na Suíça a refugiados que cruzaram o Mediterrâneo de barco.