Duas alemãs foram para a delegacia após nadarem topless (sem cobrir os peitos) no lago de Michigan. O guarda local disse à elas que nos Estados Unidos a ação era proibida — sendo que o próprio estava sem camisa.
Ao ouvir essa história, um casal de mulheres de Chicago resolveram chamar a atenção para esse sexismo moralista de uma maneira muito bem-humorada. Surgia então o TaTa Top.
O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.
As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.
E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.
Duas alemãs foram para a delegacia após nadarem topless (sem cobrir os peitos) no lago de Michigan. O guarda local disse à elas que nos Estados Unidos a ação era proibida — sendo que o próprio estava sem camisa.
Ao ouvir essa história, um casal de mulheres de Chicago resolveram chamar a atenção para esse sexismo moralista de uma maneira muito bem-humorada. Surgia então o TaTa Top.
O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.
As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.
E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.
Duas alemãs foram para a delegacia após nadarem topless (sem cobrir os peitos) no lago de Michigan. O guarda local disse à elas que nos Estados Unidos a ação era proibida — sendo que o próprio estava sem camisa.
Ao ouvir essa história, um casal de mulheres de Chicago resolveram chamar a atenção para esse sexismo moralista de uma maneira muito bem-humorada. Surgia então o TaTa Top.
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O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.
As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.
E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.
Depois dos anos 90 terem sido dominados pelo vampiro Lestat (Anne Rice forever) e pela caça vampiros Buffy, 2010 é a nova década vampírica. Com o sexy-pastelão de True Blood e os unicórnios chupa-sangue de Twilight (Crepúsculo), só de pensar em mais um filme sobre o assunto é de rolar os olhos. Porém, o grande Jim Jarmusch fez esta proeza no início do ano com o maravilhoso Only Lovers Left Alive. O mais impressionante é que o cinema mundial ainda foi brindado recentemente com a estreia da diretora iraniana Ana Lily Amirpour. A Girl Walks Home Alone at Night é um filme sobre vampiros em preto e branco que, mesmo com esse tema tão batido, causou furor no festival Sundance. Do trailer podemos perceber o quão incrível é sua promessa.
O filme parece ser um mix entre o girl power violento de Tarantino, a estética HQ sombria de Sin City e uma pegada Western dos filmes estrelados por Clint Eastwood. A trama se passa na cidade fantasma iraniana chamada Bad City, lar de prostitutas e viciados. Ali, uma vampira sem nome persegue os habitantes mais desagradáveis para cravar seus dentes. Mas ela encontra um rapaz… e aí se inicia um amor incomum e soturno.
A atmosfera fora-da-lei e o surrealismo urbano do filme preto e branco são o debut do cinema iraniano vampiresco. O mais legal é que temos mulheres nos principais papéis: a diretora e a protagonista (vivida por Sheila Vand, que também trabalhou em Argo).
Parece genial. Altamente interessante. Pra variar, não há previsão de estreia nas terras tupiniquins, mas nos EUA o filmes estreia agora, dia 21 de novembro #fikdik
O biquinin top traz uma estampa ultra realista de – uh, polêmica – peitos e seus mamilos. Assim, as mulheres passam a impressão de estar topless na praia ou piscina sem quebrar nenhuma lei.
As criadoras Robyn e Michelle Lytle defendem a ideia pela libertação do corpo da mulher, já que proibir o topless é mais um controle do Estado patriarcal. Essa ideia vem na onda da campanha #FreeTheNipple, que já chamou a atenção de celebridades como Rihanna, Iggy Azalea e Cara Delevingne.
E a censura é tamanha que a marca ainda teve problemas com suas fotos no Facebook e Instagram, tendo suas contas banidas diversas vezes. Esta ação é mais um movimento pela igualdade de gênero que pode ajudar a trazer mais liberdade para os peitos femininos. Chega com esse puritanismo, né? Ah! Pra ser ainda mais legal, parte do valor das vendas do Tata Top vai para as ONGs que lutam contra o câncer de mama. Fofas.