Quero apresentar a alguns e lembrar outros um jogo muito especial. Talvez o meu favorito de todos. O jogo que nos conquistou, que nos deixou confusos de início, que fez nossos dedos doerem, que fez a gente cantarolar suas músicas. O maravilhoso, o bizarro, o colorido:Katamari Damacy! ♡ ♡
Já meio que citamos Katamari Damacy nesse post. Mas nessa sessão (virou sessão agora? não sei, vamos ver) entraremos mais a fundo no mundo desse pequeno príncipe intergalático com cabeça estranha.
Essa pérola do PlayStation 2, desenvolvida pela Namco, foi lançada primeiramente no Japão em 2004, dirigida e criada pelo muso: Keita Takahashi.
O jogo concentra-se em um pequeno príncipe que tem a missão de reconstruir estrelas, constelações e luas de seu pai, o Rei dos Cosmos. Prático, normal. Pra isso você precisa coletar objetos na Terra, com uma bola chamada Katamari. Isso inclui pessoas, prédios, monstros e por aí vai.
Tudo o que é menor que a bolinha gruda nela e ela vai crescendo até se tornar grande o suficientes para ir para o espaço e formar as estrelas do céu. Bling bling!
Franquia recheada
Ao desenvolver da franquia, os jogos continuam bem parecidos e o que muda são apenas as situações, sempre absurdas.
Mais um ponto alto do jogo é a trilha sonora. Super eclética, vai do samba ao jazz, do japonês clássico ao rock farofa.Uma faixa é cantada e escrita por Charlie Kosei, compositor da trilha sonora Lupin III (se você não conhece esse álbum, pare tudo e ouça agora!)
Por mais extensa e incrível que seja, provavelmente a música mais marcante é essa primeira. ♪ La-la-la-la-la-la Katamari Damacy ♪
Tap My Katamari.
Em novembro do ano passado, a empresa confirmou a chegada do novo Katamari mobile. : ))) E que o jogo chegará em breve para os sistemas iOS e Android. Viva!
O criador
O game designer e artista Keita Takahashi cativou muita gente com seu estilo inocente, criativo e único. Desde cedo ele esclareceu que não estaria nos seus planos criar um jogo como todos os outros, e é bem isso que faz todos eles especiais.
Takahashi, entretanto, deixou a indústria de jogos e atualmente trabalha como freelancer desenvolvendo um parque infantil para as crianças em Nottingham. :(
Em seu blog pessoal uvula, que ele atualiza junto com sua esposa, podemos ver algumas fotos de projetos, desenhos e gifs de seu filho. Fofo!
Noby Noby Boy
Pra quem acompanha as criações desse cara, vale a pena espiar Noby Noby Boy para PS3 e pra iOS.
Nele, você controla o BOY, um bonequinho colorido em forma de cilindro, e o “objetivo” é meio que esticar a minhoquinha rs em um ambiente simples, mas cheio de coisas legais. Toda distância desse estica-estica é agregado a GIRL, outra “minhoquinha” que se estica pelo Sistema Solar.
Wattam
Agora, se você já tá com uma grana sobrando e tem um play 4 aí dando sopa, faz um favor e me convida pra jogar esse jogo novinho desse mesmo brother, chamado Wattam, em parceria comRobin Hunicke, produtora deJourney. Ele vai ser lançado no começo desse ano. Alguma dúvida que é incrível?
E pra finalizar, uma citação do criador de todos esses mundos, um dos gênios do video-game. Keita conseguiu criar atmosferas repletas de personagens e sistemas interessantes de jogabilidade. Conceito, estética e humor não faltam em suas criações. Uma brisa fresca em um mundo de jogos explosivos, repetitivos e cinzentos de hoje em dia.
Não uso drogas. Eu não bebo. Por favor, não se preocupe comigo.
Por mim, Keita, você poderia até tomar um chazinho de fita desde que continuasse a fazer coisas maravilhosas para nós. </3
Quero apresentar a alguns e lembrar outros um jogo muito especial. Talvez o meu favorito de todos. O jogo que nos conquistou, que nos deixou confusos de início, que fez nossos dedos doerem, que fez a gente cantarolar suas músicas. O maravilhoso, o bizarro, o colorido:Katamari Damacy! ♡ ♡
Já meio que citamos Katamari Damacy nesse post. Mas nessa sessão (virou sessão agora? não sei, vamos ver) entraremos mais a fundo no mundo desse pequeno príncipe intergalático com cabeça estranha.
Essa pérola do PlayStation 2, desenvolvida pela Namco, foi lançada primeiramente no Japão em 2004, dirigida e criada pelo muso: Keita Takahashi.
O jogo concentra-se em um pequeno príncipe que tem a missão de reconstruir estrelas, constelações e luas de seu pai, o Rei dos Cosmos. Prático, normal. Pra isso você precisa coletar objetos na Terra, com uma bola chamada Katamari. Isso inclui pessoas, prédios, monstros e por aí vai.
Tudo o que é menor que a bolinha gruda nela e ela vai crescendo até se tornar grande o suficientes para ir para o espaço e formar as estrelas do céu. Bling bling!
Franquia recheada
Ao desenvolver da franquia, os jogos continuam bem parecidos e o que muda são apenas as situações, sempre absurdas.
Mais um ponto alto do jogo é a trilha sonora. Super eclética, vai do samba ao jazz, do japonês clássico ao rock farofa.Uma faixa é cantada e escrita por Charlie Kosei, compositor da trilha sonora Lupin III (se você não conhece esse álbum, pare tudo e ouça agora!)
Por mais extensa e incrível que seja, provavelmente a música mais marcante é essa primeira. ♪ La-la-la-la-la-la Katamari Damacy ♪
Tap My Katamari.
Em novembro do ano passado, a empresa confirmou a chegada do novo Katamari mobile. : ))) E que o jogo chegará em breve para os sistemas iOS e Android. Viva!
O criador
O game designer e artista Keita Takahashi cativou muita gente com seu estilo inocente, criativo e único. Desde cedo ele esclareceu que não estaria nos seus planos criar um jogo como todos os outros, e é bem isso que faz todos eles especiais.
Takahashi, entretanto, deixou a indústria de jogos e atualmente trabalha como freelancer desenvolvendo um parque infantil para as crianças em Nottingham. :(
Em seu blog pessoal uvula, que ele atualiza junto com sua esposa, podemos ver algumas fotos de projetos, desenhos e gifs de seu filho. Fofo!
Noby Noby Boy
Pra quem acompanha as criações desse cara, vale a pena espiar Noby Noby Boy para PS3 e pra iOS.
Nele, você controla o BOY, um bonequinho colorido em forma de cilindro, e o “objetivo” é meio que esticar a minhoquinha rs em um ambiente simples, mas cheio de coisas legais. Toda distância desse estica-estica é agregado a GIRL, outra “minhoquinha” que se estica pelo Sistema Solar.
Wattam
Agora, se você já tá com uma grana sobrando e tem um play 4 aí dando sopa, faz um favor e me convida pra jogar esse jogo novinho desse mesmo brother, chamado Wattam, em parceria comRobin Hunicke, produtora deJourney. Ele vai ser lançado no começo desse ano. Alguma dúvida que é incrível?
E pra finalizar, uma citação do criador de todos esses mundos, um dos gênios do video-game. Keita conseguiu criar atmosferas repletas de personagens e sistemas interessantes de jogabilidade. Conceito, estética e humor não faltam em suas criações. Uma brisa fresca em um mundo de jogos explosivos, repetitivos e cinzentos de hoje em dia.
Não uso drogas. Eu não bebo. Por favor, não se preocupe comigo.
Por mim, Keita, você poderia até tomar um chazinho de fita desde que continuasse a fazer coisas maravilhosas para nós. </3
Quero apresentar a alguns e lembrar outros um jogo muito especial. Talvez o meu favorito de todos. O jogo que nos conquistou, que nos deixou confusos de início, que fez nossos dedos doerem, que fez a gente cantarolar suas músicas. O maravilhoso, o bizarro, o colorido:Katamari Damacy! ♡ ♡
Já meio que citamos Katamari Damacy nesse post. Mas nessa sessão (virou sessão agora? não sei, vamos ver) entraremos mais a fundo no mundo desse pequeno príncipe intergalático com cabeça estranha.
[caption id="attachment_8700" align="aligncenter" width="500"] They see me rollin. They hatin.[/caption]
Essa pérola do PlayStation 2, desenvolvida pela Namco, foi lançada primeiramente no Japão em 2004, dirigida e criada pelo muso: Keita Takahashi.
O jogo concentra-se em um pequeno príncipe que tem a missão de reconstruir estrelas, constelações e luas de seu pai, o Rei dos Cosmos. Prático, normal. Pra isso você precisa coletar objetos na Terra, com uma bola chamada Katamari. Isso inclui pessoas, prédios, monstros e por aí vai.
Tudo o que é menor que a bolinha gruda nela e ela vai crescendo até se tornar grande o suficientes para ir para o espaço e formar as estrelas do céu. Bling bling!
Franquia recheada
Ao desenvolver da franquia, os jogos continuam bem parecidos e o que muda são apenas as situações, sempre absurdas.
Mais um ponto alto do jogo é a trilha sonora. Super eclética, vai do samba ao jazz, do japonês clássico ao rock farofa.Uma faixa é cantada e escrita por Charlie Kosei, compositor da trilha sonora Lupin III (se você não conhece esse álbum, pare tudo e ouça agora!)
Por mais extensa e incrível que seja, provavelmente a música mais marcante é essa primeira. ♪ La-la-la-la-la-la Katamari Damacy ♪
Tap My Katamari.
Em novembro do ano passado, a empresa confirmou a chegada do novo Katamari mobile. : ))) E que o jogo chegará em breve para os sistemas iOS e Android. Viva!
O criador
O game designer e artista Keita Takahashi cativou muita gente com seu estilo inocente, criativo e único. Desde cedo ele esclareceu que não estaria nos seus planos criar um jogo como todos os outros, e é bem isso que faz todos eles especiais.
[caption id="attachment_8776" align="aligncenter" width="552"] Keita, durante a Pictoplasma Academy em Berlin (2011)[/caption]
Takahashi, entretanto, deixou a indústria de jogos e atualmente trabalha como freelancer desenvolvendo um parque infantil para as crianças em Nottingham. :(
Em seu blog pessoal uvula, que ele atualiza junto com sua esposa, podemos ver algumas fotos de projetos, desenhos e gifs de seu filho. Fofo!
Noby Noby Boy
Pra quem acompanha as criações desse cara, vale a pena espiar Noby Noby Boy para PS3 e pra iOS.
Nele, você controla o BOY, um bonequinho colorido em forma de cilindro, e o “objetivo” é meio que esticar a minhoquinha rs em um ambiente simples, mas cheio de coisas legais. Toda distância desse estica-estica é agregado a GIRL, outra “minhoquinha” que se estica pelo Sistema Solar.
[caption id="attachment_8728" align="aligncenter" width="566"] a hora do lanchinho chegou![/caption]
Wattam
Agora, se você já tá com uma grana sobrando e tem um play 4 aí dando sopa, faz um favor e me convida pra jogar esse jogo novinho desse mesmo brother, chamado Wattam, em parceria comRobin Hunicke, produtora deJourney. Ele vai ser lançado no começo desse ano. Alguma dúvida que é incrível?
E pra finalizar, uma citação do criador de todos esses mundos, um dos gênios do video-game. Keita conseguiu criar atmosferas repletas de personagens e sistemas interessantes de jogabilidade. Conceito, estética e humor não faltam em suas criações. Uma brisa fresca em um mundo de jogos explosivos, repetitivos e cinzentos de hoje em dia.
Não uso drogas. Eu não bebo. Por favor, não se preocupe comigo.
Por mim, Keita, você poderia até tomar um chazinho de fita desde que continuasse a fazer coisas maravilhosas para nós. </3
Kero Kero Bonito (ou KKB) é um trio londrino formado pelos amigos: Sarah, Gus e Jamie (todos compartilham do sobrenome “Bonito”). Uma mistura de influências de uma geração sintetizado em um som colorido.
O nome da banda vem das palavras japonesas para rã , um tipo de onomatopéia de sapo misturado com um peixe. A música da banda é influenciada por J -pop, dancehall e música de videogames. ♡ Eles escrevem muitas de suas músicas usando um teclado CasioSA -45 mini. A Perry ou Sarah Bonito canta em japonês e inglês. Supa Kawaii!
Conheci a banda navegando pelo SoundCloud e, quando ouvi a música Flamingo pela primeira vez, me apaixonei! A letra é bem bobinhas mas tão fofa!
♫
You don’t need to change / It’s boring being the same flamingo
Oh oh oh / Your pretty either way
♫
Nos clipes e nos shows você consegue ver todos se divertindo, transmitindo a mesma energia festiva das músicas.
Abaixo você pode ouvir o primeiro disco deles, que é absolutamente incrível:
Eu achava que eles eram super desconhecidos, daí um dia vi que a música Sick Beat foi a trilha sonora desse lindo vídeo da Adidas StellaSport: For Action Girls, dirigido pela Stella McCartney, que meu deus, é bonito demais (bonito sacou? rs)!
Uma das coisas que me chamou a atenção para Kero Kero Bonito é a identidade visual deles, que é bem colorida, otaku e divertida. Todas as músicas tem capas ilustradas e as fotos super produzidas. Esse trio londrino com influências japonesas vão longe, e espero que nessa jornada dêem um pulo aqui pelo Brasil.
Quero apresentar a alguns e lembrar outros um jogo muito especial. Talvez o meu favorito de todos. O jogo que nos conquistou, que nos deixou confusos de início, que fez nossos dedos doerem, que fez a gente cantarolar suas músicas. O maravilhoso, o bizarro, o colorido:Katamari Damacy! ♡ ♡
Já meio que citamos Katamari Damacy nesse post. Mas nessa sessão (virou sessão agora? não sei, vamos ver) entraremos mais a fundo no mundo desse pequeno príncipe intergalático com cabeça estranha.
Essa pérola do PlayStation 2, desenvolvida pela Namco, foi lançada primeiramente no Japão em 2004, dirigida e criada pelo muso: Keita Takahashi.
O jogo concentra-se em um pequeno príncipe que tem a missão de reconstruir estrelas, constelações e luas de seu pai, o Rei dos Cosmos. Prático, normal. Pra isso você precisa coletar objetos na Terra, com uma bola chamada Katamari. Isso inclui pessoas, prédios, monstros e por aí vai.
Tudo o que é menor que a bolinha gruda nela e ela vai crescendo até se tornar grande o suficientes para ir para o espaço e formar as estrelas do céu. Bling bling!
Franquia recheada
Ao desenvolver da franquia, os jogos continuam bem parecidos e o que muda são apenas as situações, sempre absurdas.
Mais um ponto alto do jogo é a trilha sonora. Super eclética, vai do samba ao jazz, do japonês clássico ao rock farofa.Uma faixa é cantada e escrita por Charlie Kosei, compositor da trilha sonora Lupin III (se você não conhece esse álbum, pare tudo e ouça agora!)
Por mais extensa e incrível que seja, provavelmente a música mais marcante é essa primeira. ♪ La-la-la-la-la-la Katamari Damacy ♪
Tap My Katamari.
Em novembro do ano passado, a empresa confirmou a chegada do novo Katamari mobile. : ))) E que o jogo chegará em breve para os sistemas iOS e Android. Viva!
O criador
O game designer e artista Keita Takahashi cativou muita gente com seu estilo inocente, criativo e único. Desde cedo ele esclareceu que não estaria nos seus planos criar um jogo como todos os outros, e é bem isso que faz todos eles especiais.
Takahashi, entretanto, deixou a indústria de jogos e atualmente trabalha como freelancer desenvolvendo um parque infantil para as crianças em Nottingham. :(
Em seu blog pessoal uvula, que ele atualiza junto com sua esposa, podemos ver algumas fotos de projetos, desenhos e gifs de seu filho. Fofo!
Noby Noby Boy
Pra quem acompanha as criações desse cara, vale a pena espiar Noby Noby Boy para PS3 e pra iOS.
Nele, você controla o BOY, um bonequinho colorido em forma de cilindro, e o “objetivo” é meio que esticar a minhoquinha rs em um ambiente simples, mas cheio de coisas legais. Toda distância desse estica-estica é agregado a GIRL, outra “minhoquinha” que se estica pelo Sistema Solar.
Wattam
Agora, se você já tá com uma grana sobrando e tem um play 4 aí dando sopa, faz um favor e me convida pra jogar esse jogo novinho desse mesmo brother, chamado Wattam, em parceria comRobin Hunicke, produtora deJourney. Ele vai ser lançado no começo desse ano. Alguma dúvida que é incrível?
E pra finalizar, uma citação do criador de todos esses mundos, um dos gênios do video-game. Keita conseguiu criar atmosferas repletas de personagens e sistemas interessantes de jogabilidade. Conceito, estética e humor não faltam em suas criações. Uma brisa fresca em um mundo de jogos explosivos, repetitivos e cinzentos de hoje em dia.
Não uso drogas. Eu não bebo. Por favor, não se preocupe comigo.
Por mim, Keita, você poderia até tomar um chazinho de fita desde que continuasse a fazer coisas maravilhosas para nós. </3