A essa hora todo mundo já deve ter visto a polêmica que o vídeo da Nicole Arbour, Dear Fat People, causou na internet. Acho que o único – ÚNICO – aspecto positivo desse vídeo ofensivo e horroroso foi despertar um diálogo sobre a existência do Fat Shaming.
Eu, como pessoa gorda, fiquei extremamente incomodada com a garota magra dizendo que “essa coisa de Fat Shaming” não existe porque… meu deus, é claro que existe. Até quem é magra consegue sofrer isso – vide celebridades que ao ganhar alguns quilinhos já estão sendo xingadas de tudo quanto é nome nos tablóides. Se é assim pras pessoas magras, imagina pra quem é gorda como eu – e como um monte de gente por aí? Fat shaming é algo real e extremamente doloroso.
Um lindo vídeo de resposta que surgiu na internet foi o da Whitney Way Thore – que tem um programa na TLC chamado “My Big Fat Fabulous Life” sobre sua vida e peso – no qual ela diz o que eu não consegui dizer devido a minha raiva ao ver algo tão hediondo sendo dito por essa Nicole.
You go, girl!!!
Parafraseando a Whitney Way Thore, você não consegue, olhando pra uma pessoa, saber sobre a saúde dela. Só de olhar não dá pra saber os motivos dela ter sobrepeso ou ser obesa: você não sabe se ela tem realmente todas as doenças que atribuem erroneamente somente aos gordos (como diabetes, pressão alta e outras), você não sabe se ela se exercita, você não sabe se ela acabou de perder peso.
Você simplesmente não sabe, então APENAS PARE de fingir que se importa com “a nossa saúde”. Juro, não é dessa forma que uma pessoa deve expressar ~preocupação~ com outra. O efeito atingido é exatamente o oposto – e que pessoa gorda, nos dias de hoje, não sabe sobre os possíveis efeitos do sobrepeso? É xingando ela, fazendo piada que você vai fazer com ela emagreça – ou é assim que você vai deixá-la pra baixo, fazê-la desenvolver algum distúrbio alimentar? Acho que a última parte é mais provável.
A essa hora todo mundo já deve ter visto a polêmica que o vídeo da Nicole Arbour, Dear Fat People, causou na internet. Acho que o único – ÚNICO – aspecto positivo desse vídeo ofensivo e horroroso foi despertar um diálogo sobre a existência do Fat Shaming.
Eu, como pessoa gorda, fiquei extremamente incomodada com a garota magra dizendo que “essa coisa de Fat Shaming” não existe porque… meu deus, é claro que existe. Até quem é magra consegue sofrer isso – vide celebridades que ao ganhar alguns quilinhos já estão sendo xingadas de tudo quanto é nome nos tablóides. Se é assim pras pessoas magras, imagina pra quem é gorda como eu – e como um monte de gente por aí? Fat shaming é algo real e extremamente doloroso.
Um lindo vídeo de resposta que surgiu na internet foi o da Whitney Way Thore – que tem um programa na TLC chamado “My Big Fat Fabulous Life” sobre sua vida e peso – no qual ela diz o que eu não consegui dizer devido a minha raiva ao ver algo tão hediondo sendo dito por essa Nicole.
You go, girl!!!
Parafraseando a Whitney Way Thore, você não consegue, olhando pra uma pessoa, saber sobre a saúde dela. Só de olhar não dá pra saber os motivos dela ter sobrepeso ou ser obesa: você não sabe se ela tem realmente todas as doenças que atribuem erroneamente somente aos gordos (como diabetes, pressão alta e outras), você não sabe se ela se exercita, você não sabe se ela acabou de perder peso.
Você simplesmente não sabe, então APENAS PARE de fingir que se importa com “a nossa saúde”. Juro, não é dessa forma que uma pessoa deve expressar ~preocupação~ com outra. O efeito atingido é exatamente o oposto – e que pessoa gorda, nos dias de hoje, não sabe sobre os possíveis efeitos do sobrepeso? É xingando ela, fazendo piada que você vai fazer com ela emagreça – ou é assim que você vai deixá-la pra baixo, fazê-la desenvolver algum distúrbio alimentar? Acho que a última parte é mais provável.
A essa hora todo mundo já deve ter visto a polêmica que o vídeo da Nicole Arbour, Dear Fat People, causou na internet. Acho que o único – ÚNICO – aspecto positivo desse vídeo ofensivo e horroroso foi despertar um diálogo sobre a existência do Fat Shaming.
[caption id="attachment_6471" align="aligncenter" width="580"] Ah, ótimo, mais uma pessoa pra cagar regra sobre o meu corpo. Ótimo.[/caption]
Eu, como pessoa gorda, fiquei extremamente incomodada com a garota magra dizendo que “essa coisa de Fat Shaming” não existe porque… meu deus, é claro que existe. Até quem é magra consegue sofrer isso – vide celebridades que ao ganhar alguns quilinhos já estão sendo xingadas de tudo quanto é nome nos tablóides. Se é assim pras pessoas magras, imagina pra quem é gorda como eu – e como um monte de gente por aí? Fat shaming é algo real e extremamente doloroso.
Um lindo vídeo de resposta que surgiu na internet foi o da Whitney Way Thore – que tem um programa na TLC chamado “My Big Fat Fabulous Life” sobre sua vida e peso – no qual ela diz o que eu não consegui dizer devido a minha raiva ao ver algo tão hediondo sendo dito por essa Nicole.
You go, girl!!!
Parafraseando a Whitney Way Thore, você não consegue, olhando pra uma pessoa, saber sobre a saúde dela. Só de olhar não dá pra saber os motivos dela ter sobrepeso ou ser obesa: você não sabe se ela tem realmente todas as doenças que atribuem erroneamente somente aos gordos (como diabetes, pressão alta e outras), você não sabe se ela se exercita, você não sabe se ela acabou de perder peso.
Você simplesmente não sabe, então APENAS PARE de fingir que se importa com “a nossa saúde”. Juro, não é dessa forma que uma pessoa deve expressar ~preocupação~ com outra. O efeito atingido é exatamente o oposto – e que pessoa gorda, nos dias de hoje, não sabe sobre os possíveis efeitos do sobrepeso? É xingando ela, fazendo piada que você vai fazer com ela emagreça – ou é assim que você vai deixá-la pra baixo, fazê-la desenvolver algum distúrbio alimentar? Acho que a última parte é mais provável.
Com um traço super sucinto, Ruby, uma artista britânica de apenas 21 anos, consegue passar muito do dia a dia dos antissociais como nós. É impressionante a forma que ela consegue retratar com muito bom humor situações corriqueiras que todxs passamos.
Conheci o trabalho da Rubyetc por acaso. Estava eu de boas no Facebook quando de repente alguém deu like na página dessa artista incrível e apareceu na minha timeline. De repente eu já tinha visto dezenas dos quadrinhos dela.
No Facebook é possível ver mais quadrinhos, já no blog dela tem mais textos, e dá pra ter uma pequena noção desse universo interno que ela retrata de forma tão simples e certeira.
despertar um diálogo sobre a existência do Fat Shaming.
Eu, como pessoa gorda, fiquei extremamente incomodada com a garota magra dizendo que “essa coisa de Fat Shaming” não existe porque… meu deus, é claro que existe. Até quem é magra consegue sofrer isso – vide celebridades que ao ganhar alguns quilinhos já estão sendo xingadas de tudo quanto é nome nos tablóides. Se é assim pras pessoas magras, imagina pra quem é gorda como eu – e como um monte de gente por aí? Fat shaming é algo real e extremamente doloroso.
Um lindo vídeo de resposta que surgiu na internet foi o da Whitney Way Thore – que tem um programa na TLC chamado “My Big Fat Fabulous Life” sobre sua vida e peso – no qual ela diz o que eu não consegui dizer devido a minha raiva ao ver algo tão hediondo sendo dito por essa Nicole.
You go, girl!!!
Parafraseando a Whitney Way Thore, você não consegue, olhando pra uma pessoa, saber sobre a saúde dela. Só de olhar não dá pra saber os motivos dela ter sobrepeso ou ser obesa: você não sabe se ela tem realmente todas as doenças que atribuem erroneamente somente aos gordos (como diabetes, pressão alta e outras), você não sabe se ela se exercita, você não sabe se ela acabou de perder peso.
Você simplesmente não sabe, então APENAS PARE de fingir que se importa com “a nossa saúde”. Juro, não é dessa forma que uma pessoa deve expressar ~preocupação~ com outra. O efeito atingido é exatamente o oposto – e que pessoa gorda, nos dias de hoje, não sabe sobre os possíveis efeitos do sobrepeso? É xingando ela, fazendo piada que você vai fazer com ela emagreça – ou é assim que você vai deixá-la pra baixo, fazê-la desenvolver algum distúrbio alimentar? Acho que a última parte é mais provável.