Uma mistura de documentário e ficção, Olmo e a Gaivota traz a história de uma atriz que descobre que está grávida quando está prestes a entrar em cartaz com o espetáculo A Gaivota, de Tchekov.
E mil conflitos surgem a partir daí.
Até aí tudo bem.
O problema é que a página do filme no facebook sofreu diversas agressões depois do discurso feito pela diretora Petra Costa na premiação do Festival do Rio. Em seu discurso, a diretora dedicou o prêmio às mulheres no desejo que nenhuma mulher brasileira seja vítima do machismo, físico ou verbal, e que toda mulher possa ter soberania sobre o próprio corpo.
“Eu queria dedicar esse prêmio à minha mãe e às mulheres. E que em breve eu espero que no Brasil toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo. Seja pra rejeitar uma gravidez, interromper com o aborto que já é legal há mais de 40 anos na França, nos Estados Unidos, em Cuba…Seja pra mergulhar nela como é no caso do nosso filme e ter todos os direitos pra fazer isso da melhor forma. Espero também que nenhuma mulher brasileira sofra machismo verbal ou físico, desde a presidenta, às cineastas , às atrizes, às domésticas…às mulheres!”
Comentários como “vadia, se não quer ter filho fecha as pernas” inundaram a página.
E a diretora respondeu aos ataques da melhor maneira possível. Fazendo este vídeo, que conta com a participação de diversos atores e atrizes incríveis brasileiros.
A obra, que estreia por aqui dia 5 de novembro, é uma coprodução Brasil, Dinamarca, Portugal, França e Suécia, e a direção é da premiada cineasta brasileira Petra Costa (Elena), e da dinamarquesa Lea Glob.
Veja o trailer
Uma mistura de documentário e ficção, Olmo e a Gaivota traz a história de uma atriz que descobre que está grávida quando está prestes a entrar em cartaz com o espetáculo A Gaivota, de Tchekov.
E mil conflitos surgem a partir daí.
Até aí tudo bem.
O problema é que a página do filme no facebook sofreu diversas agressões depois do discurso feito pela diretora Petra Costa na premiação do Festival do Rio. Em seu discurso, a diretora dedicou o prêmio às mulheres no desejo que nenhuma mulher brasileira seja vítima do machismo, físico ou verbal, e que toda mulher possa ter soberania sobre o próprio corpo.
“Eu queria dedicar esse prêmio à minha mãe e às mulheres. E que em breve eu espero que no Brasil toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo. Seja pra rejeitar uma gravidez, interromper com o aborto que já é legal há mais de 40 anos na França, nos Estados Unidos, em Cuba…Seja pra mergulhar nela como é no caso do nosso filme e ter todos os direitos pra fazer isso da melhor forma. Espero também que nenhuma mulher brasileira sofra machismo verbal ou físico, desde a presidenta, às cineastas , às atrizes, às domésticas…às mulheres!”
Comentários como “vadia, se não quer ter filho fecha as pernas” inundaram a página.
E a diretora respondeu aos ataques da melhor maneira possível. Fazendo este vídeo, que conta com a participação de diversos atores e atrizes incríveis brasileiros.
A obra, que estreia por aqui dia 5 de novembro, é uma coprodução Brasil, Dinamarca, Portugal, França e Suécia, e a direção é da premiada cineasta brasileira Petra Costa (Elena), e da dinamarquesa Lea Glob.
Uma mistura de documentário e ficção, Olmo e a Gaivota traz a história de uma atriz que descobre que está grávida quando está prestes a entrar em cartaz com o espetáculo A Gaivota, de Tchekov.
E mil conflitos surgem a partir daí.
Até aí tudo bem.
O problema é que a página do filme no facebook sofreu diversas agressões depois do discurso feito pela diretora Petra Costa na premiação do Festival do Rio. Em seu discurso, a diretora dedicou o prêmio às mulheres no desejo que nenhuma mulher brasileira seja vítima do machismo, físico ou verbal, e que toda mulher possa ter soberania sobre o próprio corpo.
“Eu queria dedicar esse prêmio à minha mãe e às mulheres. E que em breve eu espero que no Brasil toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo. Seja pra rejeitar uma gravidez, interromper com o aborto que já é legal há mais de 40 anos na França, nos Estados Unidos, em Cuba…Seja pra mergulhar nela como é no caso do nosso filme e ter todos os direitos pra fazer isso da melhor forma. Espero também que nenhuma mulher brasileira sofra machismo verbal ou físico, desde a presidenta, às cineastas , às atrizes, às domésticas…às mulheres!”
Comentários como “vadia, se não quer ter filho fecha as pernas” inundaram a página.
E a diretora respondeu aos ataques da melhor maneira possível. Fazendo este vídeo, que conta com a participação de diversos atores e atrizes incríveis brasileiros.
A obra, que estreia por aqui dia 5 de novembro, é uma coprodução Brasil, Dinamarca, Portugal, França e Suécia, e a direção é da premiada cineasta brasileira Petra Costa (Elena), e da dinamarquesa Lea Glob.
Não sei vocês, mas eu gosto bastante dessa moça. É espirituosa, faz carão, pessoa querida, sei lá.
No início do mês, Will Butler, vocalista do Arcade Fire, lançou um clipe para sua música Anna. No vídeo, ela fica passeando por um navio, com um elenco de lindos marinheiros. A coreografia é de ninguém menos do que Ryan Heffington, que também foi responsável pela coreografia de Chandelier, da Sia!!
Olha isso: Ele ensina a coreografia de Chandelier neste vídeo
Me inspirei nesse vídeo para tentar deduzir os nomes que o Ryan deu para os passos da coreografia de Anna
Encarando o ventilador
Aquele olhar que só um bigode desses e um quepe conseguem causar
Olmo e a Gaivota traz a história de uma atriz que descobre que está grávida quando está prestes a entrar em cartaz com o espetáculo A Gaivota, de Tchekov.
E mil conflitos surgem a partir daí.
Até aí tudo bem.
O problema é que a página do filme no facebook sofreu diversas agressões depois do discurso feito pela diretora Petra Costa na premiação do Festival do Rio. Em seu discurso, a diretora dedicou o prêmio às mulheres no desejo que nenhuma mulher brasileira seja vítima do machismo, físico ou verbal, e que toda mulher possa ter soberania sobre o próprio corpo.
“Eu queria dedicar esse prêmio à minha mãe e às mulheres. E que em breve eu espero que no Brasil toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo. Seja pra rejeitar uma gravidez, interromper com o aborto que já é legal há mais de 40 anos na França, nos Estados Unidos, em Cuba…Seja pra mergulhar nela como é no caso do nosso filme e ter todos os direitos pra fazer isso da melhor forma. Espero também que nenhuma mulher brasileira sofra machismo verbal ou físico, desde a presidenta, às cineastas , às atrizes, às domésticas…às mulheres!”
Comentários como “vadia, se não quer ter filho fecha as pernas” inundaram a página.
E a diretora respondeu aos ataques da melhor maneira possível. Fazendo este vídeo, que conta com a participação de diversos atores e atrizes incríveis brasileiros.
A obra, que estreia por aqui dia 5 de novembro, é uma coprodução Brasil, Dinamarca, Portugal, França e Suécia, e a direção é da premiada cineasta brasileira Petra Costa (Elena), e da dinamarquesa Lea Glob.