Elyse Fox é a criadora do Sad Girls Club (clube das meninas tristes), uma comunidade de mulheres que se reune para discutir saúde mental.
O objetivo de Elyse é destruir o estigma e o tabu que cerca a depressão. Em entrevista para a Broadly, Elyse explica que não quer “sensacionalizar os temas de saúde mental ou depressão” e afirma que a ideia é fazer com que seja “mais normal discutir esses assuntos”. O caminho escolhido por Elyse foi a criação de uma rede (online e presencial) em que garotas pudessem encontrar outras garotas que também lidam com questões de saúde mental.
Em uma conversa com a Teen Vogue, a Elyse conta que durante sua infância ninguém da sua família falava sobre saúde mental, e como consequência, ela tinha muita dificuldade em expressar o que estava sentindo. “Minha família é caribenha e sou parte da primeira geração de pessoas da minha família que nasceu nos EUA. O tópico de saúde mental nunca era discutido na minha casa”, diz Elyse.
Nascida no Brooklyn, a cineasta criou esse projeto pioneiro sobre saúde mental para jovens mulheres depois de lançar seu documentário Conversation with Friends. Em 2016, Elyse saiu de um relacionamento abusivo e o ano acabou sendo um dos mais difíceis para a sua depressão. Como resultado, ela decidiu montar um filme super pessoal sobre sua depressão.
Depois que o filme foi lançado, muitas meninas começaram a entrar em contato com Elyse, compartilhando suas próprias experiências com depressão. Através dessas interações, a Elyse começou a mapear que tipo de ajuda essas meninas precisavam: muitas delas queriam apenas pessoas para conversar enquanto outras queriam conselhos de como procurar tratamento. Muitas dessas meninas sequer cogitavam procurar terapia porque os preços eram altos demais e durante a correspondência com elas, Elyse indicava profissionais e serviços de atendimento locais.
Pouco a pouco, Elyse teve a ideia de aproximar essas meninas para conversar e criar uma comunidade de discussão sobre saúde mental. Foi assim que ela encontrou Shira Burstein,uma psicóloga disposta a ajudar o projeto.
Ela também criou recentemente um Kickstarter para realizar uma turnê pelos Estados Unidos com seus grupos de apoio às jovens mulheres que sofrem de depressão.
Elyse Fox é a criadora do Sad Girls Club (clube das meninas tristes), uma comunidade de mulheres que se reune para discutir saúde mental.
O objetivo de Elyse é destruir o estigma e o tabu que cerca a depressão. Em entrevista para a Broadly, Elyse explica que não quer “sensacionalizar os temas de saúde mental ou depressão” e afirma que a ideia é fazer com que seja “mais normal discutir esses assuntos”. O caminho escolhido por Elyse foi a criação de uma rede (online e presencial) em que garotas pudessem encontrar outras garotas que também lidam com questões de saúde mental.
Em uma conversa com a Teen Vogue, a Elyse conta que durante sua infância ninguém da sua família falava sobre saúde mental, e como consequência, ela tinha muita dificuldade em expressar o que estava sentindo. “Minha família é caribenha e sou parte da primeira geração de pessoas da minha família que nasceu nos EUA. O tópico de saúde mental nunca era discutido na minha casa”, diz Elyse.
Nascida no Brooklyn, a cineasta criou esse projeto pioneiro sobre saúde mental para jovens mulheres depois de lançar seu documentário Conversation with Friends. Em 2016, Elyse saiu de um relacionamento abusivo e o ano acabou sendo um dos mais difíceis para a sua depressão. Como resultado, ela decidiu montar um filme super pessoal sobre sua depressão.
Depois que o filme foi lançado, muitas meninas começaram a entrar em contato com Elyse, compartilhando suas próprias experiências com depressão. Através dessas interações, a Elyse começou a mapear que tipo de ajuda essas meninas precisavam: muitas delas queriam apenas pessoas para conversar enquanto outras queriam conselhos de como procurar tratamento. Muitas dessas meninas sequer cogitavam procurar terapia porque os preços eram altos demais e durante a correspondência com elas, Elyse indicava profissionais e serviços de atendimento locais.
Pouco a pouco, Elyse teve a ideia de aproximar essas meninas para conversar e criar uma comunidade de discussão sobre saúde mental. Foi assim que ela encontrou Shira Burstein,uma psicóloga disposta a ajudar o projeto.
Ela também criou recentemente um Kickstarter para realizar uma turnê pelos Estados Unidos com seus grupos de apoio às jovens mulheres que sofrem de depressão.
Elyse Fox é a criadora do Sad Girls Club (clube das meninas tristes), uma comunidade de mulheres que se reune para discutir saúde mental.
O objetivo de Elyse é destruir o estigma e o tabu que cerca a depressão. Em entrevista para a Broadly, Elyse explica que não quer “sensacionalizar os temas de saúde mental ou depressão” e afirma que a ideia é fazer com que seja “mais normal discutir esses assuntos”. O caminho escolhido por Elyse foi a criação de uma rede (online e presencial) em que garotas pudessem encontrar outras garotas que também lidam com questões de saúde mental.
Em uma conversa com a Teen Vogue, a Elyse conta que durante sua infância ninguém da sua família falava sobre saúde mental, e como consequência, ela tinha muita dificuldade em expressar o que estava sentindo. “Minha família é caribenha e sou parte da primeira geração de pessoas da minha família que nasceu nos EUA. O tópico de saúde mental nunca era discutido na minha casa”, diz Elyse.
Nascida no Brooklyn, a cineasta criou esse projeto pioneiro sobre saúde mental para jovens mulheres depois de lançar seu documentário Conversation with Friends. Em 2016, Elyse saiu de um relacionamento abusivo e o ano acabou sendo um dos mais difíceis para a sua depressão. Como resultado, ela decidiu montar um filme super pessoal sobre sua depressão.
Depois que o filme foi lançado, muitas meninas começaram a entrar em contato com Elyse, compartilhando suas próprias experiências com depressão. Através dessas interações, a Elyse começou a mapear que tipo de ajuda essas meninas precisavam: muitas delas queriam apenas pessoas para conversar enquanto outras queriam conselhos de como procurar tratamento. Muitas dessas meninas sequer cogitavam procurar terapia porque os preços eram altos demais e durante a correspondência com elas, Elyse indicava profissionais e serviços de atendimento locais.
Pouco a pouco, Elyse teve a ideia de aproximar essas meninas para conversar e criar uma comunidade de discussão sobre saúde mental. Foi assim que ela encontrou Shira Burstein,uma psicóloga disposta a ajudar o projeto.
Ela também criou recentemente um Kickstarter para realizar uma turnê pelos Estados Unidos com seus grupos de apoio às jovens mulheres que sofrem de depressão.
Foi a noite das atrizes negras no Emmy ontem. A Viola Davis foi a primeira mulher negra a ganhar o Emmy de Melhor Atriz em uma série de drama. A Uzo Aduba ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em uma série de drama. A Regina King levou uma estatueta pelo seu papel em American Crime. E no total, 10 mulheres negras haviam sido indicadas! Fiquei tão feliz que eu poderia escrever esse parágrafo um milhão de vezes.
Foi a primeira vez que duas mulheres negras estavam concorrendo simultaneamente na categoria de Melhor Atriz numa série de drama! E ver a Taraji P. Henson, de Empire, que também havia sido indicada, apoiando a Viola foi uma belezinha:
E a Kerry Washington, que já foi indicada para a mesma categoria duas vezes, tava toda emocionada também:
A Uzo Aduba (maravilhosa demais, socorro!) ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante pelo seu papel incrível em Orange Is The New Black, e fez um discurso super emocionado e emocionante:
https://youtu.be/TsaIcvdc34o?t=21
E não podemos esquecer de como é importante a vitória Regina King. A atriz tem mais de 30 anos de carreira, mas só agora ganhou um Emmy. Olha o discurso dela:
https://www.youtube.com/watch?v=petS-gepzsM
A Taraji e a Regina sendo lindas:
E a Gabrielle Union, que foi citada no discurso da Viola como uma das mulheres que abriram caminho para outras atrizes negras, postou essa foto amorzinho celebrando a representatividade no Emmy de ontem.
Sad Girls Club (clube das meninas tristes), uma comunidade de mulheres que se reune para discutir saúde mental.
O objetivo de Elyse é destruir o estigma e o tabu que cerca a depressão. Em entrevista para a Broadly, Elyse explica que não quer “sensacionalizar os temas de saúde mental ou depressão” e afirma que a ideia é fazer com que seja “mais normal discutir esses assuntos”. O caminho escolhido por Elyse foi a criação de uma rede (online e presencial) em que garotas pudessem encontrar outras garotas que também lidam com questões de saúde mental.
Em uma conversa com a Teen Vogue, a Elyse conta que durante sua infância ninguém da sua família falava sobre saúde mental, e como consequência, ela tinha muita dificuldade em expressar o que estava sentindo. “Minha família é caribenha e sou parte da primeira geração de pessoas da minha família que nasceu nos EUA. O tópico de saúde mental nunca era discutido na minha casa”, diz Elyse.
Nascida no Brooklyn, a cineasta criou esse projeto pioneiro sobre saúde mental para jovens mulheres depois de lançar seu documentário Conversation with Friends. Em 2016, Elyse saiu de um relacionamento abusivo e o ano acabou sendo um dos mais difíceis para a sua depressão. Como resultado, ela decidiu montar um filme super pessoal sobre sua depressão.
Depois que o filme foi lançado, muitas meninas começaram a entrar em contato com Elyse, compartilhando suas próprias experiências com depressão. Através dessas interações, a Elyse começou a mapear que tipo de ajuda essas meninas precisavam: muitas delas queriam apenas pessoas para conversar enquanto outras queriam conselhos de como procurar tratamento. Muitas dessas meninas sequer cogitavam procurar terapia porque os preços eram altos demais e durante a correspondência com elas, Elyse indicava profissionais e serviços de atendimento locais.
Pouco a pouco, Elyse teve a ideia de aproximar essas meninas para conversar e criar uma comunidade de discussão sobre saúde mental. Foi assim que ela encontrou Shira Burstein,uma psicóloga disposta a ajudar o projeto.
Ela também criou recentemente um Kickstarter para realizar uma turnê pelos Estados Unidos com seus grupos de apoio às jovens mulheres que sofrem de depressão.