Nada como uma música empoderadora e motivacional para começar a semana. Em Invincible, novo single da cantora Kelly Clarkson no seu último álbum Piece By Piece, ela canta “Agora sou invencível/ não sou mais uma garotinha medrosa/ É, sou invencível / Não, não sou mais uma garotinha medrosa /É, sou invencível/ Do que eu estava fugindo? / Eu estava me escondendo do mundo/ Eu estava com tanto medo, me sentia tão insegura/ Agora, sou invencível/ Mais uma tempestade perfeita”, em tradução livre.
Aliás, essa Kelly sempre traz umas músicas cafonamente poderosas. Lembro bem de como algumas letras passaram a fazer sentido depois de um término. Mas até jingles de comercial pareciam falar comigo. Usei cada uma das músicas para lidar com o luto pós-término.
Fase 1 – Because of You – Sofrimento
Fase 2 – Never Again – Raiva e uma leve misoginia
Não a entendam mal quando digo “misoginia”. Na verdade é uma coisa que passa na cabeça, algo meio inevitável quando estamos enfurecidas com o término. Odiamos todo mundo, a culpa pela ruína é dos outros – da OUTRA.
Fase 3 – Negociação – Você tenta imaginar como poderia ter feito as coisas de maneira diferente, ou o que poderia mudar.
A Kelly me ajudou a superar e evoluir para o que apelidei de:
Fase Beyoncé = sou muito poderosa e era demais para ele
Nada como uma música empoderadora e motivacional para começar a semana. Em Invincible, novo single da cantora Kelly Clarkson no seu último álbum Piece By Piece, ela canta “Agora sou invencível/ não sou mais uma garotinha medrosa/ É, sou invencível / Não, não sou mais uma garotinha medrosa /É, sou invencível/ Do que eu estava fugindo? / Eu estava me escondendo do mundo/ Eu estava com tanto medo, me sentia tão insegura/ Agora, sou invencível/ Mais uma tempestade perfeita”, em tradução livre.
Aliás, essa Kelly sempre traz umas músicas cafonamente poderosas. Lembro bem de como algumas letras passaram a fazer sentido depois de um término. Mas até jingles de comercial pareciam falar comigo. Usei cada uma das músicas para lidar com o luto pós-término.
Fase 1 – Because of You – Sofrimento
Fase 2 – Never Again – Raiva e uma leve misoginia
Não a entendam mal quando digo “misoginia”. Na verdade é uma coisa que passa na cabeça, algo meio inevitável quando estamos enfurecidas com o término. Odiamos todo mundo, a culpa pela ruína é dos outros – da OUTRA.
Fase 3 – Negociação – Você tenta imaginar como poderia ter feito as coisas de maneira diferente, ou o que poderia mudar.
Nada como uma música empoderadora e motivacional para começar a semana. Em Invincible, novo single da cantora Kelly Clarkson no seu último álbum Piece By Piece, ela canta “Agora sou invencível/ não sou mais uma garotinha medrosa/ É, sou invencível / Não, não sou mais uma garotinha medrosa /É, sou invencível/ Do que eu estava fugindo? / Eu estava me escondendo do mundo/ Eu estava com tanto medo, me sentia tão insegura/ Agora, sou invencível/ Mais uma tempestade perfeita”, em tradução livre.
Aliás, essa Kelly sempre traz umas músicas cafonamente poderosas. Lembro bem de como algumas letras passaram a fazer sentido depois de um término. Mas até jingles de comercial pareciam falar comigo. Usei cada uma das músicas para lidar com o luto pós-término.
Fase 1 – Because of You – Sofrimento
Fase 2 – Never Again – Raiva e uma leve misoginia
Não a entendam mal quando digo “misoginia”. Na verdade é uma coisa que passa na cabeça, algo meio inevitável quando estamos enfurecidas com o término. Odiamos todo mundo, a culpa pela ruína é dos outros – da OUTRA.
Fase 3 – Negociação – Você tenta imaginar como poderia ter feito as coisas de maneira diferente, ou o que poderia mudar.
A última edição do Oscar vinha sendo criticada pela falta de representatividade. Dizem que isso acontece por causa da composição da Academia (Academia de Artes e Ciências Cinematográficas – AMPAS), mais conhecida como >>THE ACADEMY<<. Ela é aquela “entidade” a que todos os premiados agradecem e é esse grupo seleto de pessoas que define quem é indicado e quem ganha o que na grande festa do cinema. Segundo o jornal LA Times, 94% da Academia são brancos, 2% são afrodescendentes e menos de 2% são latinos. Sendo que 77% são homens brancos na casa dos 60 anos. Os dados são de 2012.
Em 2013, Cheryl Boone Isaacs foi eleita a primeira presidente negra da Academia (e terceira mulher). E ela diz que existem esforços para que a organização se torne mais diversa e inclusiva. Ainda não é o que se vê, mas vamos acompanhar.
Mesmo com esse contexto, algumas mulheres brilharam durante a premiação.
1. Patricia Arquette discursou pela equiparação de salários
2. Reese Witherspoon apoiou a campanha #AskHerMore
A atriz concorreu ao Oscar de melhor atriz pelo filme Livre, que conta a história real da Cheryl Strayed, uma moça que depois de perder a mãe, se divorciar e se drogar loucamente, decide espairecer fazendo uma trilha de APENAS 1.800 quilômetros lá nos EUA. Antes da premiação, a Reese postou no Instagram uma foto com mensagem de apoio ao movimento #AskHerMore (algo como Pergunte-a Mais, em português). Criado pelo grupo feminista The Representation Project, esse movimento joga luz no sexismo presente em Hollywood e na cobertura do Oscar. A ideia é pressionar jornalistas a questionarem menos as mulheres sobre os seus respectivos looks, o que estão vestindo, e mais sobre os seus trabalhos.
3.Robin Roberts, a apresentadora gringa que a gente não sabe quem é, arrasou nas perguntas
Pressionada ou não, a apresentadora do Good Morning America e uma das entrevistadoras do tapete vermelho, não só questionou a Reese sobre o movimento, dando mais visibilidade a ele, como fez perguntas interessantes para todas as entrevistadas. Nenhumazinha sobre vestidos ou pedrarias. Obrigada, Robin.
Bônus: Todo esse papo me lembrou a cena mais sensacional do ano passado quando a Cate Blanchett fez uma perguntinha para um cinegrafista no tapete vermelho do SAG Awards.
“Você faz isso com os caras?”
Bônus 2: Ano passado, o Buzzfeed entrevistou atores com perguntas superficiais corriqueiramente feitas a mulheres. Abaixo a entrevista com o Kevin Spacey, que naturalmente perguntou se a repórter tinha começado a ~~fumar~~ antes de ir para a entrevista. Tá em inglês.
4.Emma Watson agradeceu fofa o apoio de Steve Carell
A cruzada feminista da eterna Hermione seguiu durante a premiação. Para dar mais visibilidade ao movimento HeforShe a atriz enviou abotoaduras a atores que quisessem demonstrar o apoio de maneira discreta. Um deles, foi o comediante Steve Carell. E ela agradeceu:
“Caro Steve Carell,
Você foi genial em “Pequena Miss Sunshine” (um dos meus filmes favoritos), meu irmão tornou-se obcecado com você em “O Âncora”, eu queria me casar com você ou que você me adotasse depois de “Amor a Toda Prova” , eu odiava aquele cara que você fez em “O Verão da Minha Vida”, e então você foi alucinante em “Foxcatcher”. Eu acho você tão incrível e agora você está usando as abotoaduras do #HeForShe no Oscar para apoiar a igualdade de género. Não poderia estar mais orgulhosa! Obrigada.
Com amor,
Emma”
5. Julianne Moore finalmente ganhou um Oscar que ela sempre mereceu
O prêmio foi de melhor atriz por seu papel no filme Para Sempre Alice. Mas na real eu só coloquei aqui porque ela merece e para colocar esse gif dela rindo da Emma Stone quando elas ganharam estatuetas do Oscar de Lego.
Interview de abril que não tem nada a ver com o post mas que vou linkar aqui por motivo de ser lindo como dito anteriormente)
Aliás, essa Kelly sempre traz umas músicas cafonamente poderosas. Lembro bem de como algumas letras passaram a fazer sentido depois de um término. Mas até jingles de comercial pareciam falar comigo. Usei cada uma das músicas para lidar com o luto pós-término.
Fase 1 – Because of You – Sofrimento
Fase 2 – Never Again – Raiva e uma leve misoginia
Não a entendam mal quando digo “misoginia”. Na verdade é uma coisa que passa na cabeça, algo meio inevitável quando estamos enfurecidas com o término. Odiamos todo mundo, a culpa pela ruína é dos outros – da OUTRA.
Fase 3 – Negociação – Você tenta imaginar como poderia ter feito as coisas de maneira diferente, ou o que poderia mudar.
A Kelly me ajudou a superar e evoluir para o que apelidei de:
Fase Beyoncé = sou muito poderosa e era demais para ele
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Interview de abril que não tem nada a ver com o post mas que vou linkar aqui por motivo de ser lindo como dito anteriormente)
Aliás, essa Kelly sempre traz umas músicas cafonamente poderosas. Lembro bem de como algumas letras passaram a fazer sentido depois de um término. Mas até jingles de comercial pareciam falar comigo. Usei cada uma das músicas para lidar com o luto pós-término.
Fase 1 – Because of You – Sofrimento
Fase 2 – Never Again – Raiva e uma leve misoginia
Não a entendam mal quando digo “misoginia”. Na verdade é uma coisa que passa na cabeça, algo meio inevitável quando estamos enfurecidas com o término. Odiamos todo mundo, a culpa pela ruína é dos outros – da OUTRA.
Fase 3 – Negociação – Você tenta imaginar como poderia ter feito as coisas de maneira diferente, ou o que poderia mudar.