Essa dica é para as amigas que moram em Londres. Do dia 13 de janeiro ao dia 6 de março, a Saatchi Gallery exibe sua primeira exposição só de mulheres artistas, intitulada “Champagne Life”. A mostra reúne o trabalho de 14 artistas emergentes de todo o mundo.
São elas: Mequitta Ahuja, Marie Angeletti, Julia Dault, Sigrid Holmwood, Maha Malluh, Seung Ah Paik, Soheila Sokhanvari, Julia Wachtel, Stephanie Quayle, Suzanne McClelland, Virgile Ittah, Mia Feuer, Jelena Bulajic e Alice Anderson.
O nome da exposição da Saatchi Gallery foi tirado da obra da artista americana Julia Wachtel. Sua peça “Champagne Life” é uma imagem do casal Kim Kardashian e Kanye West justaposta ao lado de uma Minnie Mouse azul-celeste.
Nigel Hurst, chefe da galeria, de uma entrevista ao “Guardian” em que diz que
em termos de números de mulheres artistas que estão tendo seus trabalhos expostos, ainda há um teto de vidro que tem de ser resolvido
A discrepância é extrema e muito visível, diz Hurst. Por exemplo, o preço mais alto pago em leilão por uma obra de uma artista viva do sexo feminino é de US$ 7,1 milhões para uma pintura da japonesa Yayoi Kusama; o mais alto pela obra de um homem é de US$ 58,4 milhões para uma escultura de Jeff Koons. Quando o grupo East London Fawcett pesquisou 134 galerias comerciais de Londres, em 2013, constatou que apenas 31% dos artistas representados eram mulheres.
Segundo o site da revista “Dazed”, estatísticas básicas como estas mostram que o protesto do grupo feminista anônimo, Guerrilla Girls, que dedicou os últimos 30 anos a lutar contra o sexismo e o racismo no mundo da arte, ainda é muito relevante.
Veja mais algumas obras:
Essa dica é para as amigas que moram em Londres. Do dia 13 de janeiro ao dia 6 de março, a Saatchi Gallery exibe sua primeira exposição só de mulheres artistas, intitulada “Champagne Life”. A mostra reúne o trabalho de 14 artistas emergentes de todo o mundo.
São elas: Mequitta Ahuja, Marie Angeletti, Julia Dault, Sigrid Holmwood, Maha Malluh, Seung Ah Paik, Soheila Sokhanvari, Julia Wachtel, Stephanie Quayle, Suzanne McClelland, Virgile Ittah, Mia Feuer, Jelena Bulajic e Alice Anderson.
O nome da exposição da Saatchi Gallery foi tirado da obra da artista americana Julia Wachtel. Sua peça “Champagne Life” é uma imagem do casal Kim Kardashian e Kanye West justaposta ao lado de uma Minnie Mouse azul-celeste.
Nigel Hurst, chefe da galeria, de uma entrevista ao “Guardian” em que diz que
em termos de números de mulheres artistas que estão tendo seus trabalhos expostos, ainda há um teto de vidro que tem de ser resolvido
A discrepância é extrema e muito visível, diz Hurst. Por exemplo, o preço mais alto pago em leilão por uma obra de uma artista viva do sexo feminino é de US$ 7,1 milhões para uma pintura da japonesa Yayoi Kusama; o mais alto pela obra de um homem é de US$ 58,4 milhões para uma escultura de Jeff Koons. Quando o grupo East London Fawcett pesquisou 134 galerias comerciais de Londres, em 2013, constatou que apenas 31% dos artistas representados eram mulheres.
Segundo o site da revista “Dazed”, estatísticas básicas como estas mostram que o protesto do grupo feminista anônimo, Guerrilla Girls, que dedicou os últimos 30 anos a lutar contra o sexismo e o racismo no mundo da arte, ainda é muito relevante.
Champagne Life (2014) Julie Wachtel/Saatchi Gallery
Essa dica é para as amigas que moram em Londres. Do dia 13 de janeiro ao dia 6 de março, a Saatchi Gallery exibe sua primeira exposição só de mulheres artistas, intitulada “Champagne Life”. A mostra reúne o trabalho de 14 artistas emergentes de todo o mundo.
São elas: Mequitta Ahuja, Marie Angeletti, Julia Dault, Sigrid Holmwood, Maha Malluh, Seung Ah Paik, Soheila Sokhanvari, Julia Wachtel, Stephanie Quayle, Suzanne McClelland, Virgile Ittah, Mia Feuer, Jelena Bulajic e Alice Anderson.
O nome da exposição da Saatchi Gallery foi tirado da obra da artista americana Julia Wachtel. Sua peça “Champagne Life” é uma imagem do casal Kim Kardashian e Kanye West justaposta ao lado de uma Minnie Mouse azul-celeste.
Nigel Hurst, chefe da galeria, de uma entrevista ao “Guardian” em que diz que
em termos de números de mulheres artistas que estão tendo seus trabalhos expostos, ainda há um teto de vidro que tem de ser resolvido
A discrepância é extrema e muito visível, diz Hurst. Por exemplo, o preço mais alto pago em leilão por uma obra de uma artista viva do sexo feminino é de US$ 7,1 milhões para uma pintura da japonesa Yayoi Kusama; o mais alto pela obra de um homem é de US$ 58,4 milhões para uma escultura de Jeff Koons. Quando o grupo East London Fawcett pesquisou 134 galerias comerciais de Londres, em 2013, constatou que apenas 31% dos artistas representados eram mulheres.
Segundo o site da revista “Dazed”, estatísticas básicas como estas mostram que o protesto do grupo feminista anônimo, Guerrilla Girls, que dedicou os últimos 30 anos a lutar contra o sexismo e o racismo no mundo da arte, ainda é muito relevante.
Em meio à divulgação do álbum “Every open eye“, Lauren Mayberry, vocalista da banda eletrônica escocesa Chvrches, publicou um texto na newsletter Lenny, organizada pela criadora da série “Girls” Lena Dunham, sobre um antigo relacionamento abusivo que ela teve.
No seu depoimento, ela conta que foi empurrada contra a parede e o cara bateu várias vezes na cabeça dela. Quando ela ficou em estado de choque, ele disse: “Não aja como se eu tivesse batido em você.” Foi nesse momento que ela se tocou que deveria cair fora.
“Quando nos conhecemos, ele parecia encantador. Ele era inteligente, apaixonado, criativo e solidário. Mas, após os primeiros meses, ele se tornou cada vez mais paranóico, inseguro, ciumento, e deprimido. Tudo se tornou minha culpa. Eu era descuidada. Eu era idiota. Eu era egoísta. Eu não era confiável. Eu era uma pessoa fraca que iria falhar em qualquer coisa que tentasse, então não deveria me preocupar. Ele me odiava, mas então ele me amava e eu era a melhor pessoa do mundo – até que eu não era mais.”
“Eu deveria saber que em algum nível a situação não estava certa. Eu deliberadamente escondi um monte de detalhes de pessoas próximas a mim, discretamente encobri as rachaduras na esperança de que era “só uma fase” ou com a noção equivocada de que eu tinha de alguma forma me metido nessa confusão e era o meu trabalho sair dela. Eu disse mentirinhas para esconder sua agressão passiva (ou agressão óbvia e definitiva) do mundo exterior.”
“Após estar imersa nessa situação por tanto tempo, eu comecei a questionar minha própria competência e desconfiar de minhas próprias opiniões, e minha saúde física e mental se deterioraram a um ponto que amigos e familiares tiveram que intervir.”
“Uma relação pode ser profundamente prejudicial sem que ninguém deixe marcas em você. Tantas pessoas – especialmente mulheres jovens – acabam tentando manter esses relacionamentos emocionalmente abusivos porque não acham que é tão ruim assim e que nós somos realmente algumas sortudas porque não experimentamos o abuso ‘real’.”
Lembrando que, no Brasil, para falar com a central de atendimento à mulher é só ligar no 180.
Saatchi Gallery exibe sua primeira exposição só de mulheres artistas, intitulada “Champagne Life”. A mostra reúne o trabalho de 14 artistas emergentes de todo o mundo.
São elas: Mequitta Ahuja, Marie Angeletti, Julia Dault, Sigrid Holmwood, Maha Malluh, Seung Ah Paik, Soheila Sokhanvari, Julia Wachtel, Stephanie Quayle, Suzanne McClelland, Virgile Ittah, Mia Feuer, Jelena Bulajic e Alice Anderson.
O nome da exposição da Saatchi Gallery foi tirado da obra da artista americana Julia Wachtel. Sua peça “Champagne Life” é uma imagem do casal Kim Kardashian e Kanye West justaposta ao lado de uma Minnie Mouse azul-celeste.
Nigel Hurst, chefe da galeria, de uma entrevista ao “Guardian” em que diz que
em termos de números de mulheres artistas que estão tendo seus trabalhos expostos, ainda há um teto de vidro que tem de ser resolvido
A discrepância é extrema e muito visível, diz Hurst. Por exemplo, o preço mais alto pago em leilão por uma obra de uma artista viva do sexo feminino é de US$ 7,1 milhões para uma pintura da japonesa Yayoi Kusama; o mais alto pela obra de um homem é de US$ 58,4 milhões para uma escultura de Jeff Koons. Quando o grupo East London Fawcett pesquisou 134 galerias comerciais de Londres, em 2013, constatou que apenas 31% dos artistas representados eram mulheres.
Segundo o site da revista “Dazed”, estatísticas básicas como estas mostram que o protesto do grupo feminista anônimo, Guerrilla Girls, que dedicou os últimos 30 anos a lutar contra o sexismo e o racismo no mundo da arte, ainda é muito relevante.