Ser modelo alternativa virou praticamente sinônimo de ser Suicide Girl: branca, magra, tatuadinha e cabelo colorido. Então segue a listinha de modelos alternativas que realmente quebram padrões pra você seguir e se inspirar:
1: Tess Holliday
Famosíssima, a musa plus size feminista deu na cara do mundo nos últimos dois anos, fazendo campanhas fenomenais. Ela criou um projeto incrível chamado Eff Your Beauty Standards (no Instagram, @effyourbeautystandards), um manifesto body positive.
Stefania já trabalhou para gente incrível como a Dita Von Teese. Ela anda experimentando bastante com projetos diferentes, que você pode encontrar na segunda conta do Instagram dela, @stefania_raw. A habilidade que ela tem com expressão facial é algo de outro mundo.
Ruiva maravilhosa de Osasco com quem eu já tive o prazer de trabalhar várias vezes. A gata tem muita naturalidade e uma pegada meio moleca. Ela também ama gatinhos e é bissexual! ❤ #bipride
Mais uma do time das ruivas, Freshie é uma modelo americana que curte trabalhar dos dois lados da câmera. Ela tem vários ensaios experimentais sensacionais. Também participou do projeto Illusions of the Body, da fotógrafa Gracie Hagen, que mexe com as diferentes perspectivas do corpo.
Dona de um cabelo que é o puro creme do poder, Jessa vive na Filadélfia. Já posou pra fotógrafos incríveis e divulga na sua conta outras garotas negras maravilhosas.
A Galda é Suicide Girl, ok. Mas ela é muito curvilínea, não é uma garota magra — e por causa disso, recebe frequentes ataques na sua própria conta e na do SG. A inglesa tem um guarda roupas arrasador e suas lingeries são de matar (especialmente de inveja, já que aqui no Brasil a gente ainda não tem peças tão lindas em tamanhos maiores).
A Jacque é uma das minas mais figura que eu já conheci. Uma pessoa super querida, divertida e talentosíssima. Ela se expressa como poucas e tem uma habilidade incrível pra posar.
Rant é uma pessoa que prefere ser tratada por pronomes neutros. Se foca em projetos mais artísticos e é fã de modificações corporais. Pura agregação de valor ao camarote genderfuck.
Mozão da Stefania ❤ Aliás, elas fazem trabalhos juntas. Nem preciso dizer que ficam sensacionais. A mulher é uma deusa e soma representatividade. Também tem uma conta pra trampos mais experimentais: @sayhellojess_raw
Boa parte do trampo da Cam Damage é ela mesma que faz. Isso porque ela e o boy experimentam muito com BDSM, shibari e toda a vibe fetichista. Dá pra gastar horas nos tumblrs deles.
O universo gostou tanto do que fez, que fez duas vezes. Elas são gêmeas. O lacre é duplo, amiga. Elas tem um blog, Instagram e estão nesse artigo da Afropunk. Também já participaram de alguns clipes de artistas brasileiros, como MC Flow.
Fãs de moças carecas, chegou sua vez. Diretamente da ZN na pegada 90’s, Priscila é dessas que mastiga macho folgado no café da manhã. E todo mundo que anda por São Paulo já viu um tag dela.
A gata ficou famosíssima por um motivo curioso: ela tem vitiligo, que se espalhou por seu corpo de forma curiosamente simétrica. Junte essa aparência totalmente única com campanhas publicitárias de marcas mais edgy e voilà: Winnie Harlow.
Por fim, um jabazinho básico: quem quiser conhecer também meu trabalho como alt model, meu instagram é @deboranis ;) Estou em fotos junto com a Jacque e a Priscila. Espero que vocês tenham curtido!
Ser modelo alternativa virou praticamente sinônimo de ser Suicide Girl: branca, magra, tatuadinha e cabelo colorido. Então segue a listinha de modelos alternativas que realmente quebram padrões pra você seguir e se inspirar:
1: Tess Holliday
Famosíssima, a musa plus size feminista deu na cara do mundo nos últimos dois anos, fazendo campanhas fenomenais. Ela criou um projeto incrível chamado Eff Your Beauty Standards (no Instagram, @effyourbeautystandards), um manifesto body positive.
Stefania já trabalhou para gente incrível como a Dita Von Teese. Ela anda experimentando bastante com projetos diferentes, que você pode encontrar na segunda conta do Instagram dela, @stefania_raw. A habilidade que ela tem com expressão facial é algo de outro mundo.
Ruiva maravilhosa de Osasco com quem eu já tive o prazer de trabalhar várias vezes. A gata tem muita naturalidade e uma pegada meio moleca. Ela também ama gatinhos e é bissexual! ❤ #bipride
Mais uma do time das ruivas, Freshie é uma modelo americana que curte trabalhar dos dois lados da câmera. Ela tem vários ensaios experimentais sensacionais. Também participou do projeto Illusions of the Body, da fotógrafa Gracie Hagen, que mexe com as diferentes perspectivas do corpo.
Dona de um cabelo que é o puro creme do poder, Jessa vive na Filadélfia. Já posou pra fotógrafos incríveis e divulga na sua conta outras garotas negras maravilhosas.
A Galda é Suicide Girl, ok. Mas ela é muito curvilínea, não é uma garota magra — e por causa disso, recebe frequentes ataques na sua própria conta e na do SG. A inglesa tem um guarda roupas arrasador e suas lingeries são de matar (especialmente de inveja, já que aqui no Brasil a gente ainda não tem peças tão lindas em tamanhos maiores).
A Jacque é uma das minas mais figura que eu já conheci. Uma pessoa super querida, divertida e talentosíssima. Ela se expressa como poucas e tem uma habilidade incrível pra posar.
Rant é uma pessoa que prefere ser tratada por pronomes neutros. Se foca em projetos mais artísticos e é fã de modificações corporais. Pura agregação de valor ao camarote genderfuck.
Mozão da Stefania ❤ Aliás, elas fazem trabalhos juntas. Nem preciso dizer que ficam sensacionais. A mulher é uma deusa e soma representatividade. Também tem uma conta pra trampos mais experimentais: @sayhellojess_raw
Boa parte do trampo da Cam Damage é ela mesma que faz. Isso porque ela e o boy experimentam muito com BDSM, shibari e toda a vibe fetichista. Dá pra gastar horas nos tumblrs deles.
O universo gostou tanto do que fez, que fez duas vezes. Elas são gêmeas. O lacre é duplo, amiga. Elas tem um blog, Instagram e estão nesse artigo da Afropunk. Também já participaram de alguns clipes de artistas brasileiros, como MC Flow.
Fãs de moças carecas, chegou sua vez. Diretamente da ZN na pegada 90’s, Priscila é dessas que mastiga macho folgado no café da manhã. E todo mundo que anda por São Paulo já viu um tag dela.
A gata ficou famosíssima por um motivo curioso: ela tem vitiligo, que se espalhou por seu corpo de forma curiosamente simétrica. Junte essa aparência totalmente única com campanhas publicitárias de marcas mais edgy e voilà: Winnie Harlow.
Por fim, um jabazinho básico: quem quiser conhecer também meu trabalho como alt model, meu instagram é @deboranis ;) Estou em fotos junto com a Jacque e a Priscila. Espero que vocês tenham curtido!
Ser modelo alternativa virou praticamente sinônimo de ser Suicide Girl: branca, magra, tatuadinha e cabelo colorido. Então segue a listinha de modelos alternativas que realmente quebram padrões pra você seguir e se inspirar:
1: Tess Holliday
Famosíssima, a musa plus size feminista deu na cara do mundo nos últimos dois anos, fazendo campanhas fenomenais. Ela criou um projeto incrível chamado Eff Your Beauty Standards (no Instagram, @effyourbeautystandards), um manifesto body positive.
Stefania já trabalhou para gente incrível como a Dita Von Teese. Ela anda experimentando bastante com projetos diferentes, que você pode encontrar na segunda conta do Instagram dela, @stefania_raw. A habilidade que ela tem com expressão facial é algo de outro mundo.
Ruiva maravilhosa de Osasco com quem eu já tive o prazer de trabalhar várias vezes. A gata tem muita naturalidade e uma pegada meio moleca. Ela também ama gatinhos e é bissexual! ❤ #bipride
Mais uma do time das ruivas, Freshie é uma modelo americana que curte trabalhar dos dois lados da câmera. Ela tem vários ensaios experimentais sensacionais. Também participou do projeto Illusions of the Body, da fotógrafa Gracie Hagen, que mexe com as diferentes perspectivas do corpo.
Dona de um cabelo que é o puro creme do poder, Jessa vive na Filadélfia. Já posou pra fotógrafos incríveis e divulga na sua conta outras garotas negras maravilhosas.
A Galda é Suicide Girl, ok. Mas ela é muito curvilínea, não é uma garota magra — e por causa disso, recebe frequentes ataques na sua própria conta e na do SG. A inglesa tem um guarda roupas arrasador e suas lingeries são de matar (especialmente de inveja, já que aqui no Brasil a gente ainda não tem peças tão lindas em tamanhos maiores).
A Jacque é uma das minas mais figura que eu já conheci. Uma pessoa super querida, divertida e talentosíssima. Ela se expressa como poucas e tem uma habilidade incrível pra posar.
Rant é uma pessoa que prefere ser tratada por pronomes neutros. Se foca em projetos mais artísticos e é fã de modificações corporais. Pura agregação de valor ao camarote genderfuck.
Mozão da Stefania ❤ Aliás, elas fazem trabalhos juntas. Nem preciso dizer que ficam sensacionais. A mulher é uma deusa e soma representatividade. Também tem uma conta pra trampos mais experimentais: @sayhellojess_raw
Boa parte do trampo da Cam Damage é ela mesma que faz. Isso porque ela e o boy experimentam muito com BDSM, shibari e toda a vibe fetichista. Dá pra gastar horas nos tumblrs deles.
O universo gostou tanto do que fez, que fez duas vezes. Elas são gêmeas. O lacre é duplo, amiga. Elas tem um blog, Instagram e estão nesse artigo da Afropunk. Também já participaram de alguns clipes de artistas brasileiros, como MC Flow.
Fãs de moças carecas, chegou sua vez. Diretamente da ZN na pegada 90’s, Priscila é dessas que mastiga macho folgado no café da manhã. E todo mundo que anda por São Paulo já viu um tag dela.
A gata ficou famosíssima por um motivo curioso: ela tem vitiligo, que se espalhou por seu corpo de forma curiosamente simétrica. Junte essa aparência totalmente única com campanhas publicitárias de marcas mais edgy e voilà: Winnie Harlow.
Por fim, um jabazinho básico: quem quiser conhecer também meu trabalho como alt model, meu instagram é @deboranis ;) Estou em fotos junto com a Jacque e a Priscila. Espero que vocês tenham curtido!
Stefania já trabalhou para gente incrível como a Dita Von Teese. Ela anda experimentando bastante com projetos diferentes, que você pode encontrar na segunda conta do Instagram dela, @stefania_raw. A habilidade que ela tem com expressão facial é algo de outro mundo.
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Dona de um cabelo que é o puro creme do poder, Jessa vive na Filadélfia. Já posou pra fotógrafos incríveis e divulga na sua conta outras garotas negras maravilhosas.
A Galda é Suicide Girl, ok. Mas ela é muito curvilínea, não é uma garota magra — e por causa disso, recebe frequentes ataques na sua própria conta e na do SG. A inglesa tem um guarda roupas arrasador e suas lingeries são de matar (especialmente de inveja, já que aqui no Brasil a gente ainda não tem peças tão lindas em tamanhos maiores).
A Jacque é uma das minas mais figura que eu já conheci. Uma pessoa super querida, divertida e talentosíssima. Ela se expressa como poucas e tem uma habilidade incrível pra posar.
Rant é uma pessoa que prefere ser tratada por pronomes neutros. Se foca em projetos mais artísticos e é fã de modificações corporais. Pura agregação de valor ao camarote genderfuck.
Mozão da Stefania ❤ Aliás, elas fazem trabalhos juntas. Nem preciso dizer que ficam sensacionais. A mulher é uma deusa e soma representatividade. Também tem uma conta pra trampos mais experimentais: @sayhellojess_raw
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Fãs de moças carecas, chegou sua vez. Diretamente da ZN na pegada 90’s, Priscila é dessas que mastiga macho folgado no café da manhã. E todo mundo que anda por São Paulo já viu um tag dela.
A gata ficou famosíssima por um motivo curioso: ela tem vitiligo, que se espalhou por seu corpo de forma curiosamente simétrica. Junte essa aparência totalmente única com campanhas publicitárias de marcas mais edgy e voilà: Winnie Harlow.
Por fim, um jabazinho básico: quem quiser conhecer também meu trabalho como alt model, meu instagram é @deboranis ;) Estou em fotos junto com a Jacque e a Priscila. Espero que vocês tenham curtido!