A escritora brasileira Elvira Vigna morreu ontem, dia 10 de julho, aos 69 anos. A vencedora dos prêmios Machado de Assis em 2010 e da Associação Paulista de Críticos de Arte em 2016 tinha sido diagnosticada com carcinoma micropapilar invasivo em 2012 e morreu devido a complicações dessa doença.
Desde seu diagnóstico, publicou três romances – O que deu para fazer em matéria de história de amor, Por escrito e Como se estivéssemos em palimpsesto de putas -, além de diversos contos e traduções.
Com uma carreira plural, além de escritora, Vigna trabalhou como jornalista, ilustradora, artista plástica e editora. Abriu três editoras ao longo de sua carreira, para publicações acadêmicas, marginais e de traduções. Já mostrou seus trabalhos como artista plástica em três exposições, foi escritora de livros infantis e ganhou o prêmio Jabuti como melhor ilustração para o livro Primeira Palavra, de Tino Freitas.
Nunca escrevi do ponto de vista masculino. Mulheres e gays, sim. Não sei se não tenho interesse ou se não sou capaz de me imaginar homem. Há uma outra questão também. Acho que homens héteros brancos de classe média têm muito pouco a dizer.
A autora disponibilizou integralmente alguns de seus trabalhos em seu site pessoal. Separamos também algumas das reportagens feitas sobre a sua obra e queremos compartilhar com vocês toda a sabedoria de Elvira Vigna:
A escritora brasileira Elvira Vigna morreu ontem, dia 10 de julho, aos 69 anos. A vencedora dos prêmios Machado de Assis em 2010 e da Associação Paulista de Críticos de Arte em 2016 tinha sido diagnosticada com carcinoma micropapilar invasivo em 2012 e morreu devido a complicações dessa doença.
Desde seu diagnóstico, publicou três romances – O que deu para fazer em matéria de história de amor, Por escrito e Como se estivéssemos em palimpsesto de putas -, além de diversos contos e traduções.
Com uma carreira plural, além de escritora, Vigna trabalhou como jornalista, ilustradora, artista plástica e editora. Abriu três editoras ao longo de sua carreira, para publicações acadêmicas, marginais e de traduções. Já mostrou seus trabalhos como artista plástica em três exposições, foi escritora de livros infantis e ganhou o prêmio Jabuti como melhor ilustração para o livro Primeira Palavra, de Tino Freitas.
Nunca escrevi do ponto de vista masculino. Mulheres e gays, sim. Não sei se não tenho interesse ou se não sou capaz de me imaginar homem. Há uma outra questão também. Acho que homens héteros brancos de classe média têm muito pouco a dizer.
A autora disponibilizou integralmente alguns de seus trabalhos em seu site pessoal. Separamos também algumas das reportagens feitas sobre a sua obra e queremos compartilhar com vocês toda a sabedoria de Elvira Vigna:
A escritora brasileira Elvira Vigna morreu ontem, dia 10 de julho, aos 69 anos. A vencedora dos prêmios Machado de Assis em 2010 e da Associação Paulista de Críticos de Arte em 2016 tinha sido diagnosticada com carcinoma micropapilar invasivo em 2012 e morreu devido a complicações dessa doença.
Desde seu diagnóstico, publicou três romances – O que deu para fazer em matéria de história de amor, Por escrito e Como se estivéssemos em palimpsesto de putas -, além de diversos contos e traduções.
Com uma carreira plural, além de escritora, Vigna trabalhou como jornalista, ilustradora, artista plástica e editora. Abriu três editoras ao longo de sua carreira, para publicações acadêmicas, marginais e de traduções. Já mostrou seus trabalhos como artista plástica em três exposições, foi escritora de livros infantis e ganhou o prêmio Jabuti como melhor ilustração para o livro Primeira Palavra, de Tino Freitas.
Nunca escrevi do ponto de vista masculino. Mulheres e gays, sim. Não sei se não tenho interesse ou se não sou capaz de me imaginar homem. Há uma outra questão também. Acho que homens héteros brancos de classe média têm muito pouco a dizer.
A autora disponibilizou integralmente alguns de seus trabalhos em seu site pessoal. Separamos também algumas das reportagens feitas sobre a sua obra e queremos compartilhar com vocês toda a sabedoria de Elvira Vigna:
Tank and the Bangas combinam a potência poética da palavra cantada (spoken word) com a combinação inusitada de gêneros musicais e a extroversão de sua vocalista Tarriona “Tank” Ball.
A cantora, que já era famosa dentro do spoken word – gênero que é tanto uma performance artística quanto literária, já que alia a oralidade de letras, poesias e histórias faladas ou invés de serem cantadas – canta sobre situações cotidianas como trabalhar no Wall Mart assim como foi sua experiência com o furacão Katrina, que devastou sua cidade em 2005.
Você pode encontrar beleza em algo como um desastre no momento em que você se inspira em criar algo novo de peças que sobraram. Para nós, música é o que fazemos desses pedaços que sobraram
A banda é de New Orleans e carrega a tradição do jazz misturada com soul, gospel, funk e hip hop. De fato, suas apresentações ao vivo são tão únicas que é difícil reconhecer quais eram as músicas originalmente gravadas.
Se você é de Nova Orleans, você saberá todos os ingredientes para fazer um bom gumbo. Seus temperos devem harmonizar bem, seu roux tem que ser grosso e sua carne deve ser cortada perfeitamente. Tank and the Bangas são o que você chama de um ótimo gumbo
O estilo de Tarriona e seu range vocal diverso se misturam em uma performance maravilhosa e imprevisível, com inserções bem-humoradas e declamações fortes e poderosas. A interação da vocalista com a backing vocal Anjelika “Jelly” Joseph é algo à parte para ser apreciado, de tão sintonizadas e familiarizadas com as possibilidades de suas performances.
Em 2017, a banda enviou um vídeo de uma de suas performances para participar do Tiny Desk Contest, um concurso realizado desde 2008 pela NPR – National Public Radio. A vitória unânime gerou um dos show mais divertidos do Tiny Desk, uma série de shows realizados no escritório do Tiny Desk, e uma turnê de invejar pelos EUA e Canadá.
A escritora brasileira Elvira Vigna morreu ontem, dia 10 de julho, aos 69 anos. A vencedora dos prêmios Machado de Assis em 2010 e da Associação Paulista de Críticos de Arte em 2016 tinha sido diagnosticada com carcinoma micropapilar invasivo em 2012 e morreu devido a complicações dessa doença.
Desde seu diagnóstico, publicou três romances – O que deu para fazer em matéria de história de amor, Por escrito e Como se estivéssemos em palimpsesto de putas -, além de diversos contos e traduções.
Com uma carreira plural, além de escritora, Vigna trabalhou como jornalista, ilustradora, artista plástica e editora. Abriu três editoras ao longo de sua carreira, para publicações acadêmicas, marginais e de traduções. Já mostrou seus trabalhos como artista plástica em três exposições, foi escritora de livros infantis e ganhou o prêmio Jabuti como melhor ilustração para o livro Primeira Palavra, de Tino Freitas.
Nunca escrevi do ponto de vista masculino. Mulheres e gays, sim. Não sei se não tenho interesse ou se não sou capaz de me imaginar homem. Há uma outra questão também. Acho que homens héteros brancos de classe média têm muito pouco a dizer.
A autora disponibilizou integralmente alguns de seus trabalhos em seu site pessoal. Separamos também algumas das reportagens feitas sobre a sua obra e queremos compartilhar com vocês toda a sabedoria de Elvira Vigna: