Conheci Anália e Wood, no cantinho de uma feira indie em São Paulo, não lembro qual, possivelmente primeiro a Jardim Secreto no MIS, depois na Fêra Féra. Dois lindos, pensei, com coisas ainda mais lindas, feitas carinhosamente pelas mãos dos dois. Não sabia, mas são um casal e tanto. Em feiras pouco falamos, mas Daniel teve o carinho de me convidar pra fotografar o ateliê/casinha depois de eu ter anunciado minha “agenda aberta” no período de férias la da fiiirma. Fui toda alegre e insegura, por que essa sou eu.
Então chego lá no alto de Pinheiros, numa rua que fazia um S e se via bem a descida abaixo. Enfim, achei a casinha. Fui recebida por dois seres de luz que me abraçaram, me deram chá de cidreira e laranja, produziram as fotos, se jogaram nos cliques e a tímida ali era apenas eu.
Conheci o ateliê que fica num cômodo que dá para uma área arejada e clara, no mesmo andar do quarto. Pequeno e mega aconchegante com um baita painel rosa na parede principal, com veias cheias de emoção, pequenas prateleiras com acessórios de trabalho e decoração, muito bem escolhidos e garimpados por eles, como um crânio de dinossauro encontrado numa loja para acessórios de aquário.
Os azulejos, máquina de escrever, pinturas, tintas e quadrinhos para as próximas produções envolvia e criava todo o ar Anália e Wood no espaço. Lá existiam duas mesas: uma onde Daniel produz seus freelas em vídeos, edição, publicidades, coisas, textos e etc – recentemente largou “tudo” para se dedicar aos seus projetos e freelas – e a outra mesa, onde Anália mistura suas tintas e suas pinturas autorais, peças para as feiras e trabalhos da faculdade.
Aos meus olhos leigos, a arte de Anália pulsa sentimentos, latejando sobre o dito cujo ou contidos em corações sofridos, algo que descaradamente vivemos, no simples e sem muita graça dia-a-dia (ou que achamos ser), preza pelo calor da pele bem exposto, quase como se quiséssemos tocar na obra e acariciar aquele ser que esta ali, com a bunda de fora ou com um ramalhete de flor no rosto, pensando sei lá o quê. Já nos trechos de Wood vejo e sinto críticas delicadas de como nosso comportamento, sabiamente tolo, não impede que vivamos a vida assim como ela é.
As fotos rolaram enquanto conversamos, enquanto eu me encantava por esse casal, enquanto o gato miava em nossos pés.
O almoço foi um outro acontecimento singelo e delicioso, e isso envolve desde o sabor ao sentimento que descaradamente criei por eles. A menina Anália além de talentosa, linda (de corpo e alma), é uma cozinheira de mão cheia. Ela fez uma listinha rápida do que faltava em seu armário para Daniel, ele correu comprar no mercado da esquina e nós ficamos a prosear sobre a vida e os amores que ela envolve.
Fiquei fotografando a facilidade com que ela fazia aquele cheiroso almoço, que chegou no tempo certo, foi finalizado e a barriga abraçada com tamanho sabor. As identificações de criação, vida, visão e amizade continuaram em todo papo durante o almoço, e depois e depois…
Descobri alguns amigos em comum, a passagem de Anália por uma temporada de arte na Chapada Diamantina e como se perderam um do outro no aeroporto (risos).
Pra finalizar, observei/registrei ela pintando uma baleia roxa, que era para ser um cacto. Ficou encantadora. E foi-se. Um dia agradável onde pude me sentir acolhida, viver e ver que toda dedicação e amor que eles colocam nessa trajetória que esta dando frutos. E isso é influenciador pra minha pessoa.
Quero que mais tardes com bolo ou tortas (eu faço) venham, fica aqui o convite de quem quiser mostrar seu ateliê, sua mesinha, sua sala, sua casa, seu estúdio, seu canto seja ele qual for, me manda mensagem, inbox, email ♡ hehe
Vamos fotografar esses momentos bons e contar como foi.
Conheci Anália e Wood, no cantinho de uma feira indie em São Paulo, não lembro qual, possivelmente primeiro a Jardim Secreto no MIS, depois na Fêra Féra. Dois lindos, pensei, com coisas ainda mais lindas, feitas carinhosamente pelas mãos dos dois. Não sabia, mas são um casal e tanto. Em feiras pouco falamos, mas Daniel teve o carinho de me convidar pra fotografar o ateliê/casinha depois de eu ter anunciado minha “agenda aberta” no período de férias la da fiiirma. Fui toda alegre e insegura, por que essa sou eu.
Então chego lá no alto de Pinheiros, numa rua que fazia um S e se via bem a descida abaixo. Enfim, achei a casinha. Fui recebida por dois seres de luz que me abraçaram, me deram chá de cidreira e laranja, produziram as fotos, se jogaram nos cliques e a tímida ali era apenas eu.
Conheci o ateliê que fica num cômodo que dá para uma área arejada e clara, no mesmo andar do quarto. Pequeno e mega aconchegante com um baita painel rosa na parede principal, com veias cheias de emoção, pequenas prateleiras com acessórios de trabalho e decoração, muito bem escolhidos e garimpados por eles, como um crânio de dinossauro encontrado numa loja para acessórios de aquário.
Os azulejos, máquina de escrever, pinturas, tintas e quadrinhos para as próximas produções envolvia e criava todo o ar Anália e Wood no espaço. Lá existiam duas mesas: uma onde Daniel produz seus freelas em vídeos, edição, publicidades, coisas, textos e etc – recentemente largou “tudo” para se dedicar aos seus projetos e freelas – e a outra mesa, onde Anália mistura suas tintas e suas pinturas autorais, peças para as feiras e trabalhos da faculdade.
Aos meus olhos leigos, a arte de Anália pulsa sentimentos, latejando sobre o dito cujo ou contidos em corações sofridos, algo que descaradamente vivemos, no simples e sem muita graça dia-a-dia (ou que achamos ser), preza pelo calor da pele bem exposto, quase como se quiséssemos tocar na obra e acariciar aquele ser que esta ali, com a bunda de fora ou com um ramalhete de flor no rosto, pensando sei lá o quê. Já nos trechos de Wood vejo e sinto críticas delicadas de como nosso comportamento, sabiamente tolo, não impede que vivamos a vida assim como ela é.
As fotos rolaram enquanto conversamos, enquanto eu me encantava por esse casal, enquanto o gato miava em nossos pés.
O almoço foi um outro acontecimento singelo e delicioso, e isso envolve desde o sabor ao sentimento que descaradamente criei por eles. A menina Anália além de talentosa, linda (de corpo e alma), é uma cozinheira de mão cheia. Ela fez uma listinha rápida do que faltava em seu armário para Daniel, ele correu comprar no mercado da esquina e nós ficamos a prosear sobre a vida e os amores que ela envolve.
Fiquei fotografando a facilidade com que ela fazia aquele cheiroso almoço, que chegou no tempo certo, foi finalizado e a barriga abraçada com tamanho sabor. As identificações de criação, vida, visão e amizade continuaram em todo papo durante o almoço, e depois e depois…
Descobri alguns amigos em comum, a passagem de Anália por uma temporada de arte na Chapada Diamantina e como se perderam um do outro no aeroporto (risos).
Pra finalizar, observei/registrei ela pintando uma baleia roxa, que era para ser um cacto. Ficou encantadora. E foi-se. Um dia agradável onde pude me sentir acolhida, viver e ver que toda dedicação e amor que eles colocam nessa trajetória que esta dando frutos. E isso é influenciador pra minha pessoa.
Quero que mais tardes com bolo ou tortas (eu faço) venham, fica aqui o convite de quem quiser mostrar seu ateliê, sua mesinha, sua sala, sua casa, seu estúdio, seu canto seja ele qual for, me manda mensagem, inbox, email ♡ hehe
Vamos fotografar esses momentos bons e contar como foi.
Conheci Anália e Wood, no cantinho de uma feira indie em São Paulo, não lembro qual, possivelmente primeiro a Jardim Secreto no MIS, depois na Fêra Féra. Dois lindos, pensei, com coisas ainda mais lindas, feitas carinhosamente pelas mãos dos dois. Não sabia, mas são um casal e tanto. Em feiras pouco falamos, mas Daniel teve o carinho de me convidar pra fotografar o ateliê/casinha depois de eu ter anunciado minha “agenda aberta” no período de férias la da fiiirma. Fui toda alegre e insegura, por que essa sou eu.
Então chego lá no alto de Pinheiros, numa rua que fazia um S e se via bem a descida abaixo. Enfim, achei a casinha. Fui recebida por dois seres de luz que me abraçaram, me deram chá de cidreira e laranja, produziram as fotos, se jogaram nos cliques e a tímida ali era apenas eu.
Conheci o ateliê que fica num cômodo que dá para uma área arejada e clara, no mesmo andar do quarto. Pequeno e mega aconchegante com um baita painel rosa na parede principal, com veias cheias de emoção, pequenas prateleiras com acessórios de trabalho e decoração, muito bem escolhidos e garimpados por eles, como um crânio de dinossauro encontrado numa loja para acessórios de aquário.
Os azulejos, máquina de escrever, pinturas, tintas e quadrinhos para as próximas produções envolvia e criava todo o ar Anália e Wood no espaço. Lá existiam duas mesas: uma onde Daniel produz seus freelas em vídeos, edição, publicidades, coisas, textos e etc – recentemente largou “tudo” para se dedicar aos seus projetos e freelas – e a outra mesa, onde Anália mistura suas tintas e suas pinturas autorais, peças para as feiras e trabalhos da faculdade.
[caption id="attachment_4731" align="alignnone" width="444"] Anália Moraes – Arte e Fotografias acima[/caption]
Aos meus olhos leigos, a arte de Anália pulsa sentimentos, latejando sobre o dito cujo ou contidos em corações sofridos, algo que descaradamente vivemos, no simples e sem muita graça dia-a-dia (ou que achamos ser), preza pelo calor da pele bem exposto, quase como se quiséssemos tocar na obra e acariciar aquele ser que esta ali, com a bunda de fora ou com um ramalhete de flor no rosto, pensando sei lá o quê. Já nos trechos de Wood vejo e sinto críticas delicadas de como nosso comportamento, sabiamente tolo, não impede que vivamos a vida assim como ela é.
[caption id="attachment_4735" align="aligncenter" width="600"] Daniel Wood[/caption]
As fotos rolaram enquanto conversamos, enquanto eu me encantava por esse casal, enquanto o gato miava em nossos pés.
O almoço foi um outro acontecimento singelo e delicioso, e isso envolve desde o sabor ao sentimento que descaradamente criei por eles. A menina Anália além de talentosa, linda (de corpo e alma), é uma cozinheira de mão cheia. Ela fez uma listinha rápida do que faltava em seu armário para Daniel, ele correu comprar no mercado da esquina e nós ficamos a prosear sobre a vida e os amores que ela envolve.
Fiquei fotografando a facilidade com que ela fazia aquele cheiroso almoço, que chegou no tempo certo, foi finalizado e a barriga abraçada com tamanho sabor. As identificações de criação, vida, visão e amizade continuaram em todo papo durante o almoço, e depois e depois…
Descobri alguns amigos em comum, a passagem de Anália por uma temporada de arte na Chapada Diamantina e como se perderam um do outro no aeroporto (risos).
Pra finalizar, observei/registrei ela pintando uma baleia roxa, que era para ser um cacto. Ficou encantadora. E foi-se. Um dia agradável onde pude me sentir acolhida, viver e ver que toda dedicação e amor que eles colocam nessa trajetória que esta dando frutos. E isso é influenciador pra minha pessoa.
Quero que mais tardes com bolo ou tortas (eu faço) venham, fica aqui o convite de quem quiser mostrar seu ateliê, sua mesinha, sua sala, sua casa, seu estúdio, seu canto seja ele qual for, me manda mensagem, inbox, email ♡ hehe
Vamos fotografar esses momentos bons e contar como foi.
Conheci Anália e Wood, no cantinho de uma feira indie em São Paulo, não lembro qual, possivelmente primeiro a Jardim Secreto no MIS, depois na Fêra Féra. Dois lindos, pensei, com coisas ainda mais lindas, feitas carinhosamente pelas mãos dos dois. Não sabia, mas são um casal e tanto. Em feiras pouco falamos, mas Daniel teve o carinho de me convidar pra fotografar o ateliê/casinha depois de eu ter anunciado minha “agenda aberta” no período de férias la da fiiirma. Fui toda alegre e insegura, por que essa sou eu.
Então chego lá no alto de Pinheiros, numa rua que fazia um S e se via bem a descida abaixo. Enfim, achei a casinha. Fui recebida por dois seres de luz que me abraçaram, me deram chá de cidreira e laranja, produziram as fotos, se jogaram nos cliques e a tímida ali era apenas eu.
Conheci o ateliê que fica num cômodo que dá para uma área arejada e clara, no mesmo andar do quarto. Pequeno e mega aconchegante com um baita painel rosa na parede principal, com veias cheias de emoção, pequenas prateleiras com acessórios de trabalho e decoração, muito bem escolhidos e garimpados por eles, como um crânio de dinossauro encontrado numa loja para acessórios de aquário.
Os azulejos, máquina de escrever, pinturas, tintas e quadrinhos para as próximas produções envolvia e criava todo o ar Anália e Wood no espaço. Lá existiam duas mesas: uma onde Daniel produz seus freelas em vídeos, edição, publicidades, coisas, textos e etc – recentemente largou “tudo” para se dedicar aos seus projetos e freelas – e a outra mesa, onde Anália mistura suas tintas e suas pinturas autorais, peças para as feiras e trabalhos da faculdade.
Aos meus olhos leigos, a arte de Anália pulsa sentimentos, latejando sobre o dito cujo ou contidos em corações sofridos, algo que descaradamente vivemos, no simples e sem muita graça dia-a-dia (ou que achamos ser), preza pelo calor da pele bem exposto, quase como se quiséssemos tocar na obra e acariciar aquele ser que esta ali, com a bunda de fora ou com um ramalhete de flor no rosto, pensando sei lá o quê. Já nos trechos de Wood vejo e sinto críticas delicadas de como nosso comportamento, sabiamente tolo, não impede que vivamos a vida assim como ela é.
As fotos rolaram enquanto conversamos, enquanto eu me encantava por esse casal, enquanto o gato miava em nossos pés.
O almoço foi um outro acontecimento singelo e delicioso, e isso envolve desde o sabor ao sentimento que descaradamente criei por eles. A menina Anália além de talentosa, linda (de corpo e alma), é uma cozinheira de mão cheia. Ela fez uma listinha rápida do que faltava em seu armário para Daniel, ele correu comprar no mercado da esquina e nós ficamos a prosear sobre a vida e os amores que ela envolve.
Fiquei fotografando a facilidade com que ela fazia aquele cheiroso almoço, que chegou no tempo certo, foi finalizado e a barriga abraçada com tamanho sabor. As identificações de criação, vida, visão e amizade continuaram em todo papo durante o almoço, e depois e depois…
Descobri alguns amigos em comum, a passagem de Anália por uma temporada de arte na Chapada Diamantina e como se perderam um do outro no aeroporto (risos).
Pra finalizar, observei/registrei ela pintando uma baleia roxa, que era para ser um cacto. Ficou encantadora. E foi-se. Um dia agradável onde pude me sentir acolhida, viver e ver que toda dedicação e amor que eles colocam nessa trajetória que esta dando frutos. E isso é influenciador pra minha pessoa.
Quero que mais tardes com bolo ou tortas (eu faço) venham, fica aqui o convite de quem quiser mostrar seu ateliê, sua mesinha, sua sala, sua casa, seu estúdio, seu canto seja ele qual for, me manda mensagem, inbox, email ♡ hehe
Vamos fotografar esses momentos bons e contar como foi.
Anália e Wood, no cantinho de uma feira indie em São Paulo, não lembro qual, possivelmente primeiro a Jardim Secreto no MIS, depois na Fêra Féra. Dois lindos, pensei, com coisas ainda mais lindas, feitas carinhosamente pelas mãos dos dois. Não sabia, mas são um casal e tanto. Em feiras pouco falamos, mas Daniel teve o carinho de me convidar pra fotografar o ateliê/casinha depois de eu ter anunciado minha “agenda aberta” no período de férias la da fiiirma. Fui toda alegre e insegura, por que essa sou eu.
Então chego lá no alto de Pinheiros, numa rua que fazia um S e se via bem a descida abaixo. Enfim, achei a casinha. Fui recebida por dois seres de luz que me abraçaram, me deram chá de cidreira e laranja, produziram as fotos, se jogaram nos cliques e a tímida ali era apenas eu.
Conheci o ateliê que fica num cômodo que dá para uma área arejada e clara, no mesmo andar do quarto. Pequeno e mega aconchegante com um baita painel rosa na parede principal, com veias cheias de emoção, pequenas prateleiras com acessórios de trabalho e decoração, muito bem escolhidos e garimpados por eles, como um crânio de dinossauro encontrado numa loja para acessórios de aquário.
Os azulejos, máquina de escrever, pinturas, tintas e quadrinhos para as próximas produções envolvia e criava todo o ar Anália e Wood no espaço. Lá existiam duas mesas: uma onde Daniel produz seus freelas em vídeos, edição, publicidades, coisas, textos e etc – recentemente largou “tudo” para se dedicar aos seus projetos e freelas – e a outra mesa, onde Anália mistura suas tintas e suas pinturas autorais, peças para as feiras e trabalhos da faculdade.
Aos meus olhos leigos, a arte de Anália pulsa sentimentos, latejando sobre o dito cujo ou contidos em corações sofridos, algo que descaradamente vivemos, no simples e sem muita graça dia-a-dia (ou que achamos ser), preza pelo calor da pele bem exposto, quase como se quiséssemos tocar na obra e acariciar aquele ser que esta ali, com a bunda de fora ou com um ramalhete de flor no rosto, pensando sei lá o quê. Já nos trechos de Wood vejo e sinto críticas delicadas de como nosso comportamento, sabiamente tolo, não impede que vivamos a vida assim como ela é.
As fotos rolaram enquanto conversamos, enquanto eu me encantava por esse casal, enquanto o gato miava em nossos pés.
O almoço foi um outro acontecimento singelo e delicioso, e isso envolve desde o sabor ao sentimento que descaradamente criei por eles. A menina Anália além de talentosa, linda (de corpo e alma), é uma cozinheira de mão cheia. Ela fez uma listinha rápida do que faltava em seu armário para Daniel, ele correu comprar no mercado da esquina e nós ficamos a prosear sobre a vida e os amores que ela envolve.
Fiquei fotografando a facilidade com que ela fazia aquele cheiroso almoço, que chegou no tempo certo, foi finalizado e a barriga abraçada com tamanho sabor. As identificações de criação, vida, visão e amizade continuaram em todo papo durante o almoço, e depois e depois…
Descobri alguns amigos em comum, a passagem de Anália por uma temporada de arte na Chapada Diamantina e como se perderam um do outro no aeroporto (risos).
Pra finalizar, observei/registrei ela pintando uma baleia roxa, que era para ser um cacto. Ficou encantadora. E foi-se. Um dia agradável onde pude me sentir acolhida, viver e ver que toda dedicação e amor que eles colocam nessa trajetória que esta dando frutos. E isso é influenciador pra minha pessoa.
Quero que mais tardes com bolo ou tortas (eu faço) venham, fica aqui o convite de quem quiser mostrar seu ateliê, sua mesinha, sua sala, sua casa, seu estúdio, seu canto seja ele qual for, me manda mensagem, inbox, email ♡ hehe
Vamos fotografar esses momentos bons e contar como foi.