Aqui vai um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// AMALIA ULMAN
A artista argentina (foto acima), que mora em Los Angeles, usou seu Instagram para fazer um experimento chamado “Excelências e perfeições”. Em 2014, ela resolveu parar a programação normal de sua vida para interpretar uma personagem considerada atrativa nas redes sociais. Não deu outra. Com suas fotos posadas em frente ao espelho, ela atingiu mais de 90 mil seguidores.
Agora, esse trabalho da Amalia será exposto no Tate Modern, em Londres, na mostra “Performing for the camera”, que explora a relação entre fotografia e performance. Colocar uma “artista de Instagram” ao lado de nomes como Cindy Sherman, Yayoi Kusama e Marcel Duchamp será algo inédito na história da arte. Leia mais aqui.
// SABRINA PASTERSKI
Apelidada de “a nova Einstein”, ela é a promessa atual da Física Quântica. Aos 22 anos, Sabrina é graduada pelo MIT e candidata a PhD pela Harvard. Sua pesquisa quer entender melhor a “gravidade quântica”, que procura explicar o fenômeno de gravidade dentro do contexto da mecânica quântica. Leia aqui um perfil dela.
// MELHOR MÃE
Essa mãe pintou para sua filha de 7 anos um mural da Rey, de “Star Wars: O despertar da força”. VEJA.
// SANTIGOLD
Saiu o clipe de “Chasing shadows”, da Santigold!
// MAMILOS
A escritora feminista Clementine Ford falou em sua coluna no Daily Life sobre a misoginia que rolou na página de evento no Facebook de um picnic “Free the niple” (mamilos livres) que aconteceu em um parque de Brisbane, Queensland, na Austrália. Leia aqui.
// ABORTO
O Center for Reproductive Rights divulgou uma série de vídeos com as atrizes Elizabeth Banks, Amy Brenneman, Mercedes Mason, Mary McCormack, Dascha Polanco (“Orange is the new black”), Retta e Bellamy Young, em que elas lêem histórias de mulheres que decidiram fazer um aborto.
Esses vídeos foram feitos para chamarem a atenção sobre os direitos das mulheres sobre seus corpos.
// MOSTRA SÓ DE MULHERES
“Why Are All-Female Exhibitions So Problematic?” (Por que exposições só de mulheres são tão problemáticas?) é uma crítica da mostra “Champagne Life”, da Saatchi Gallery. O texto, publicado na revista de arte Sleek, aponta o machismo encontrado mesmo quando a intenção é boa. “Se a Saatchi Gallery tivesse montado uma exposição com 14 artistas do sexo masculino, ninguém diria que é uma exposição só de homens”. Leia aqui.
// 12 TIPOS DE GENTILEZA
O novo projeto da Jessica Walsh com o Timothy Goodman. “Dois nova-iorquinos autocentrados, muitas vezes focados no que está à frente em vez do que está ao redor deles, criaram uma série de 12 etapas como uma maneira de se tornarem mais amáveis, pessoas mais empáticas. Como uma resolução, eles praticaram isso por 12 meses.”
Aqui vai um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// AMALIA ULMAN
A artista argentina (foto acima), que mora em Los Angeles, usou seu Instagram para fazer um experimento chamado “Excelências e perfeições”. Em 2014, ela resolveu parar a programação normal de sua vida para interpretar uma personagem considerada atrativa nas redes sociais. Não deu outra. Com suas fotos posadas em frente ao espelho, ela atingiu mais de 90 mil seguidores.
Agora, esse trabalho da Amalia será exposto no Tate Modern, em Londres, na mostra “Performing for the camera”, que explora a relação entre fotografia e performance. Colocar uma “artista de Instagram” ao lado de nomes como Cindy Sherman, Yayoi Kusama e Marcel Duchamp será algo inédito na história da arte. Leia mais aqui.
// SABRINA PASTERSKI
Apelidada de “a nova Einstein”, ela é a promessa atual da Física Quântica. Aos 22 anos, Sabrina é graduada pelo MIT e candidata a PhD pela Harvard. Sua pesquisa quer entender melhor a “gravidade quântica”, que procura explicar o fenômeno de gravidade dentro do contexto da mecânica quântica. Leia aqui um perfil dela.
// MELHOR MÃE
Essa mãe pintou para sua filha de 7 anos um mural da Rey, de “Star Wars: O despertar da força”. VEJA.
// SANTIGOLD
Saiu o clipe de “Chasing shadows”, da Santigold!
// MAMILOS
A escritora feminista Clementine Ford falou em sua coluna no Daily Life sobre a misoginia que rolou na página de evento no Facebook de um picnic “Free the niple” (mamilos livres) que aconteceu em um parque de Brisbane, Queensland, na Austrália. Leia aqui.
// ABORTO
O Center for Reproductive Rights divulgou uma série de vídeos com as atrizes Elizabeth Banks, Amy Brenneman, Mercedes Mason, Mary McCormack, Dascha Polanco (“Orange is the new black”), Retta e Bellamy Young, em que elas lêem histórias de mulheres que decidiram fazer um aborto.
Esses vídeos foram feitos para chamarem a atenção sobre os direitos das mulheres sobre seus corpos.
// MOSTRA SÓ DE MULHERES
“Why Are All-Female Exhibitions So Problematic?” (Por que exposições só de mulheres são tão problemáticas?) é uma crítica da mostra “Champagne Life”, da Saatchi Gallery. O texto, publicado na revista de arte Sleek, aponta o machismo encontrado mesmo quando a intenção é boa. “Se a Saatchi Gallery tivesse montado uma exposição com 14 artistas do sexo masculino, ninguém diria que é uma exposição só de homens”. Leia aqui.
// 12 TIPOS DE GENTILEZA
O novo projeto da Jessica Walsh com o Timothy Goodman. “Dois nova-iorquinos autocentrados, muitas vezes focados no que está à frente em vez do que está ao redor deles, criaram uma série de 12 etapas como uma maneira de se tornarem mais amáveis, pessoas mais empáticas. Como uma resolução, eles praticaram isso por 12 meses.”
Aqui vai um monte de coisas legais, importantes e inspiradoras que vimos durante a semana e que achamos que merece sua atenção.
// AMALIA ULMAN
A artista argentina (foto acima), que mora em Los Angeles, usou seu Instagram para fazer um experimento chamado “Excelências e perfeições”. Em 2014, ela resolveu parar a programação normal de sua vida para interpretar uma personagem considerada atrativa nas redes sociais. Não deu outra. Com suas fotos posadas em frente ao espelho, ela atingiu mais de 90 mil seguidores.
Agora, esse trabalho da Amalia será exposto no Tate Modern, em Londres, na mostra “Performing for the camera”, que explora a relação entre fotografia e performance. Colocar uma “artista de Instagram” ao lado de nomes como Cindy Sherman, Yayoi Kusama e Marcel Duchamp será algo inédito na história da arte. Leia mais aqui.
// SABRINA PASTERSKI
Apelidada de “a nova Einstein”, ela é a promessa atual da Física Quântica. Aos 22 anos, Sabrina é graduada pelo MIT e candidata a PhD pela Harvard. Sua pesquisa quer entender melhor a “gravidade quântica”, que procura explicar o fenômeno de gravidade dentro do contexto da mecânica quântica. Leia aqui um perfil dela.
// MELHOR MÃE
Essa mãe pintou para sua filha de 7 anos um mural da Rey, de “Star Wars: O despertar da força”. VEJA.
// SANTIGOLD
Saiu o clipe de “Chasing shadows”, da Santigold!
// MAMILOS
A escritora feminista Clementine Ford falou em sua coluna no Daily Life sobre a misoginia que rolou na página de evento no Facebook de um picnic “Free the niple” (mamilos livres) que aconteceu em um parque de Brisbane, Queensland, na Austrália. Leia aqui.
// ABORTO
O Center for Reproductive Rights divulgou uma série de vídeos com as atrizes Elizabeth Banks, Amy Brenneman, Mercedes Mason, Mary McCormack, Dascha Polanco (“Orange is the new black”), Retta e Bellamy Young, em que elas lêem histórias de mulheres que decidiram fazer um aborto.
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// MOSTRA SÓ DE MULHERES
“Why Are All-Female Exhibitions So Problematic?” (Por que exposições só de mulheres são tão problemáticas?) é uma crítica da mostra “Champagne Life”, da Saatchi Gallery. O texto, publicado na revista de arte Sleek, aponta o machismo encontrado mesmo quando a intenção é boa. “Se a Saatchi Gallery tivesse montado uma exposição com 14 artistas do sexo masculino, ninguém diria que é uma exposição só de homens”. Leia aqui.
O novo projeto da Jessica Walsh com o Timothy Goodman. “Dois nova-iorquinos autocentrados, muitas vezes focados no que está à frente em vez do que está ao redor deles, criaram uma série de 12 etapas como uma maneira de se tornarem mais amáveis, pessoas mais empáticas. Como uma resolução, eles praticaram isso por 12 meses.”
Acontece até o dia 10 de janeiro de 2016 a exposição “Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México”, no Instituto Tomie Ohtake, em SP.
Frida Kahlo, como eu imagino que todas nós sabemos, foi uma pintora mexicana, que viveu de 1907 a 1954, e que sofreu um acidente horrível na adolescência. Felizmente, ela sobreviveu, começou a pintar, entrou para o Partido Comunista e conheceu Diego Rivera. É uma história belíssima a de Frida (você pode assistir a esse documentário para saber mais sobre ela).
Adorei a exposição. Acho que está bem completa, levando em conta que Frida só tem 143 trabalhos. Mas o que mais me chamou a atenção foram as obras de suas companheiras surrealistas. Como diz o panfleto da mostra, “muitas delas reconhecidas no passado como ‘esposas’ desse ou daquele artista. Aqui, elas são protagonistas: criam aproximações, promovem eventos, trocam correspondências, desafiam lugares-comuns, escapam de qualquer submissão e, claro, produzem obras de arte de vigor inquestionável.” <3
Abaixo, escolhi algumas das mulheres surrealistas que mais amei ter conhecido:
Alice Rahon nasceu na França em 1904 e descobriu a cultura mexicana por intermédio de Frida Kahlo, que viajou a Paris em 1938. Alice, que era poeta surrealista na Europa, fugiu da guerra e se estabeleceu definitivamente no México como pintora. Ela concebeu um balé cósmico para o qual escreveu o roteiro e desenhou uma série de marionetes articuladas. Para saber mais.
Bridget Tichenor foi editora da revista “Vogue” em Nova York, e o interesse pelo desenho de vestuário manifesta-se em suas pinturas. Ela se divorciou de seu segundo marido e se mudou para o México no início de 1950, onde morreu em 1990. Quem apresentou o México a ela foi seu primo Edward James, colecionador britânico de arte surrealista. Em 1958, ela participou do Primeiro Salão de Arte Feminina no México, junto com Leonora Carrington, Alice Rahon, Remedios Varo, e outras mulheres pintoras de sua época.
Jacqueline Lamba era uma pintora francesa e segunda mulher de André Breton. Eles se separaram em 1943 e Lamba se casou com David Hare, escultor americano. Dizem que ela teve um affair com Frida Kahlo. Na foto acima, Jacqueline Lamba ao lado de André Breton, Diego Rivera e León Trotsky no México em 1938. Para saber mais.
Com suas reportagens para a revista “Mujeres”, Kati Horna contribuiu para difundir a obra daquelas que se destacavam no mundo das artes e da cultura. Além de retratista das amigas surrealistas, a fotógrafa húngara ficou famosa por fazer os mais bonitos registros da Guerra Civil Espanhola.
Além de pintora e escultora, Leonora Carrington criou cenografias e textos para teatro inspirados em seus próprios contos. Nascida na Inglaterra, viveu por um bom tempo na Cidade do México. Mas antes de morar lá, ela passou três anos em Paris, acompanhando o seu então namorado e também artista, Max Ernst, morto pelos nazistas.
Lola Álvarez Bravo era fotógrafa, mas fez incursões no cinema, tendo iniciado a produção de um filme sobre a dupla identidade de Frida Kahlo. Também fundou a Galeria de Arte Contemporânea, que abriu espaço para a primeira exposição individual de Frida. Álvarez Bravo é provavelmente mais conhecida pelas fotografias que tirou na década de 1940 de sua amiga Frida. Durante 50 anos ela fotografou uma ampla variedade de temas, fazendo imagens documentais da vida cotidiana nas aldeias do México. Ela tirou fotos até ficar cega aos 79 anos.
A suíça Lucienne Bloch era muralista, por influência de Diego Rivera, mas também fotografou bastante Frida Kahlo. Lucienne acompanhou Frida e Diego durante a estadia do casal em Detroit, Michigan, nos EUA. Frida odiava o país e não estava mais produzindo, então as duas montaram um estúdio no apartamento que se assemelhava a uma escola de artes. Para saber mais.
Além de pintora, María Izquierdo colaborou como crítica de arte para o jornal “Novedades”. Sua primeira exposição foi no Palácio de Belas Artes da Cidade do México, cuja introdução do catálogo foi escrita por Diego Rivera. Em 1930, foi a primeira mexicana a ter uma mostra individual em Nova York. Para saber mais.
Nascida na Espanha, Remedios Varo foi uma pintora, que também desenhava máscaras e trajes para peças teatrais. Durante a Guerra Civil Espanhola, Remedios mudou-se para Paris onde foi influenciada pelo movimento surrealista. Ela foi forçada a exilar-se da capital francesa durante a ocupação nazista e mudou-se para a Cidade do México em fins de 1941. Morreu lá em 1963 de ataque cardíaco. Clique para ver as obras de Varo.
Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México
Até 10 de janeiro de 2016
Instituto Tomie Ohtake, São Paulo – SP
Ingressos: ingresse.com / contato@ingresse.com / (11) 3004.6111.
seu Instagram para fazer um experimento chamado “Excelências e perfeições”. Em 2014, ela resolveu parar a programação normal de sua vida para interpretar uma personagem considerada atrativa nas redes sociais. Não deu outra. Com suas fotos posadas em frente ao espelho, ela atingiu mais de 90 mil seguidores.
Agora, esse trabalho da Amalia será exposto no Tate Modern, em Londres, na mostra “Performing for the camera”, que explora a relação entre fotografia e performance. Colocar uma “artista de Instagram” ao lado de nomes como Cindy Sherman, Yayoi Kusama e Marcel Duchamp será algo inédito na história da arte. Leia mais aqui.
// SABRINA PASTERSKI
Apelidada de “a nova Einstein”, ela é a promessa atual da Física Quântica. Aos 22 anos, Sabrina é graduada pelo MIT e candidata a PhD pela Harvard. Sua pesquisa quer entender melhor a “gravidade quântica”, que procura explicar o fenômeno de gravidade dentro do contexto da mecânica quântica. Leia aqui um perfil dela.
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A escritora feminista Clementine Ford falou em sua coluna no Daily Life sobre a misoginia que rolou na página de evento no Facebook de um picnic “Free the niple” (mamilos livres) que aconteceu em um parque de Brisbane, Queensland, na Austrália. Leia aqui.
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Esses vídeos foram feitos para chamarem a atenção sobre os direitos das mulheres sobre seus corpos.
// MOSTRA SÓ DE MULHERES
“Why Are All-Female Exhibitions So Problematic?” (Por que exposições só de mulheres são tão problemáticas?) é uma crítica da mostra “Champagne Life”, da Saatchi Gallery. O texto, publicado na revista de arte Sleek, aponta o machismo encontrado mesmo quando a intenção é boa. “Se a Saatchi Gallery tivesse montado uma exposição com 14 artistas do sexo masculino, ninguém diria que é uma exposição só de homens”. Leia aqui.
// 12 TIPOS DE GENTILEZA
O novo projeto da Jessica Walsh com o Timothy Goodman. “Dois nova-iorquinos autocentrados, muitas vezes focados no que está à frente em vez do que está ao redor deles, criaram uma série de 12 etapas como uma maneira de se tornarem mais amáveis, pessoas mais empáticas. Como uma resolução, eles praticaram isso por 12 meses.”