Hotline Bling, do Drake, foi uma das músicas de 2015. Todo mundo já ouviu, já dançou, viu o clipe e prestou atenção no mimimi da letra, que fala sobre uma garota que mudou da água pro vinho depois de que o relacionamento acabou.
Vem comigo:
You used to call me on my cell phone
Late night when you need my love
Call me on my cell phone
Late night when you need my love
Você costumava ligar para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Ligava para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Uh, beibe! Sim, sim, estamos falando daquela ligadinha safada de quem precisa de uma boa noite de sono, se é que me entendem. Até aí, YOU GO, GIRL! Xou.
I know when that hotline bling
That can only mean one thing
Eu sei que quando o celular toca
Só pode significar uma coisa
Sim, tá bem óbfioooo. Significa que HOJE TEM.
Ever since I left the city, you
Got a reputation for yourself now
Everybody knows and I feel left out
Girl you got me down, you got me stressed out
Cause ever since I left the city, you
Started wearing less and goin’ out more
Glasses of champagne out on the dance floor
Hangin’ with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade, você
Ganhou uma reputação só sua, agora
Todo mundo sabe e eu estou me sentindo de lado
Garota, você me deixou triste, me deixou estressado
Pois desde que eu fui embora da cidade, você
Começou a usar roupas mais curtas e sair mais
Com taças de champanhe na pista de dança
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Bom… cada pessoa vê o relacionamento de um jeito, né? Ele começa a música dizendo que a gatinha ligava pra ele de madrugada querendo seu corpinho, sua companhia, que seja. E é isso que a gente tem da intro. A chuchu até que podia curtir o cara, poxa. Podiam ser namorados. Mas aí o cara esperar que ela enviuvasse só porque a relação acabou? Ha, ha. Migo, SEJE MENAS.
A música continua e mais male tears:
Ever since I left the city, you, you, you
You and me we just don’t get along
You make me feel like I did you wrong
Going places where you don’t belong
Ever since I left the city, you
You got exactly what you asked for
Running out of pages in your passport
Hanging with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade você, você, você
Você e eu simplesmente não nos damos mais bem
Você fez eu me sentir como se tivesse feito algo errado
Indo a lugares onde não é a sua cara
Desde que eu fui embora da cidade, você
Você teve exatamente o que pediu
Esgotando as páginas do seu passaporte
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Drake, senta aqui, vamos conversar. Olha só, assim como você, a gatinha também não quer ficar parada na mesma cidadezinha de origem. Ela quer ver o mundo também, trilhar o rumo dela, fazer suas próprias escolhas. O que isso tem de absurdo? Talvez o choque de ver a diferença que era ela durante o relacionamento e depois, não é mesmo? Uma garota aparentemente ingênua e reclusa agora fazendo acontecer nesse mundão. É, cara. Não dá pra prender ninguém na coleira, não.
These days, all I do is
Wonder if you bendin’ over backwards for someone else
Wonder if your rollin’ over backwoods for someone else
Doing things I taught you
Gettin’ nasty for someone else
You don’t need no one else
You don’t need nobody else, no
Why you never alone
Why you always touching road
Used to always stay at home, be a good girl
You was in the zone
You should just be yourself
Right now, you’re someone else
Hoje em dia, tudo que faço é
Me perguntar se você está saindo com outra pessoa
Me pergunto se você está enrolando outra pessoa
Fazendo coisas que eu ensinei
Ficando safada para outra pessoa
Você não precisa de mais ninguém
Você não precisa de mais ninguém, não
Por que você nunca está sozinha?
Por que você está sempre caindo na estrada
Você sempre ficava em casa, seja uma boa menina
Você estava na sua
Você devia ser apenas você mesma
Agora, você é outra pessoa
VAMOS LÁ QUE AGORA FICOU BOM. Então enquanto o boy e ela tinham um caso, ela era uma moça DE FAMÍLIA (cof, cof, cof), comportada, pra casar, recatada, isolada, casta, anti-social, careta – quer dizer, essa era a imagem dela pra sociedade (alô, patriarcado!), mas ele bem sabe como ela é na cama, sabe do que ela gosta. Daí o que acontece? Quando ele sai da cidade para ganhar o mundo, ela simplesmente vai lá, TOCA A VIDA e se liberta desse relacionamento aprisionador. Ao invés de ficar em casa, trancada no quarto, chorando pelo leite derramado, resguardando a pepeca para quando seu amado voltar, – NÃO! – ela então se descobre, se diverte, e começa finalmente a viver sem estar à sombra ou na coleira de homem algum.
ISSO É FANTÁSTICO, GENTE.
Hotline Bling é a história de toda a mulher que se livrou de um relacionamento péssimo ou até mesmo abusivo. E nosso amigo Drake canta o que todo o homem ciumento e possessivo espera do comportamento das suas ex mulheres. Melhor, a letra diz o que pensam os homens machistas, num desabafo desapontado ao ver que uma mulher se empoderou sem eles.
Independência ou morte, não é mesmo?
EVER SINCE I LEFT THE CITY YOU!
Hotline Bling, do Drake, foi uma das músicas de 2015. Todo mundo já ouviu, já dançou, viu o clipe e prestou atenção no mimimi da letra, que fala sobre uma garota que mudou da água pro vinho depois de que o relacionamento acabou.
Vem comigo:
You used to call me on my cell phone
Late night when you need my love
Call me on my cell phone
Late night when you need my love
Você costumava ligar para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Ligava para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Uh, beibe! Sim, sim, estamos falando daquela ligadinha safada de quem precisa de uma boa noite de sono, se é que me entendem. Até aí, YOU GO, GIRL! Xou.
I know when that hotline bling
That can only mean one thing
Eu sei que quando o celular toca
Só pode significar uma coisa
Sim, tá bem óbfioooo. Significa que HOJE TEM.
Ever since I left the city, you
Got a reputation for yourself now
Everybody knows and I feel left out
Girl you got me down, you got me stressed out
Cause ever since I left the city, you
Started wearing less and goin’ out more
Glasses of champagne out on the dance floor
Hangin’ with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade, você
Ganhou uma reputação só sua, agora
Todo mundo sabe e eu estou me sentindo de lado
Garota, você me deixou triste, me deixou estressado
Pois desde que eu fui embora da cidade, você
Começou a usar roupas mais curtas e sair mais
Com taças de champanhe na pista de dança
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Bom… cada pessoa vê o relacionamento de um jeito, né? Ele começa a música dizendo que a gatinha ligava pra ele de madrugada querendo seu corpinho, sua companhia, que seja. E é isso que a gente tem da intro. A chuchu até que podia curtir o cara, poxa. Podiam ser namorados. Mas aí o cara esperar que ela enviuvasse só porque a relação acabou? Ha, ha. Migo, SEJE MENAS.
A música continua e mais male tears:
Ever since I left the city, you, you, you
You and me we just don’t get along
You make me feel like I did you wrong
Going places where you don’t belong
Ever since I left the city, you
You got exactly what you asked for
Running out of pages in your passport
Hanging with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade você, você, você
Você e eu simplesmente não nos damos mais bem
Você fez eu me sentir como se tivesse feito algo errado
Indo a lugares onde não é a sua cara
Desde que eu fui embora da cidade, você
Você teve exatamente o que pediu
Esgotando as páginas do seu passaporte
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Drake, senta aqui, vamos conversar. Olha só, assim como você, a gatinha também não quer ficar parada na mesma cidadezinha de origem. Ela quer ver o mundo também, trilhar o rumo dela, fazer suas próprias escolhas. O que isso tem de absurdo? Talvez o choque de ver a diferença que era ela durante o relacionamento e depois, não é mesmo? Uma garota aparentemente ingênua e reclusa agora fazendo acontecer nesse mundão. É, cara. Não dá pra prender ninguém na coleira, não.
These days, all I do is
Wonder if you bendin’ over backwards for someone else
Wonder if your rollin’ over backwoods for someone else
Doing things I taught you
Gettin’ nasty for someone else
You don’t need no one else
You don’t need nobody else, no
Why you never alone
Why you always touching road
Used to always stay at home, be a good girl
You was in the zone
You should just be yourself
Right now, you’re someone else
Hoje em dia, tudo que faço é
Me perguntar se você está saindo com outra pessoa
Me pergunto se você está enrolando outra pessoa
Fazendo coisas que eu ensinei
Ficando safada para outra pessoa
Você não precisa de mais ninguém
Você não precisa de mais ninguém, não
Por que você nunca está sozinha?
Por que você está sempre caindo na estrada
Você sempre ficava em casa, seja uma boa menina
Você estava na sua
Você devia ser apenas você mesma
Agora, você é outra pessoa
VAMOS LÁ QUE AGORA FICOU BOM. Então enquanto o boy e ela tinham um caso, ela era uma moça DE FAMÍLIA (cof, cof, cof), comportada, pra casar, recatada, isolada, casta, anti-social, careta – quer dizer, essa era a imagem dela pra sociedade (alô, patriarcado!), mas ele bem sabe como ela é na cama, sabe do que ela gosta. Daí o que acontece? Quando ele sai da cidade para ganhar o mundo, ela simplesmente vai lá, TOCA A VIDA e se liberta desse relacionamento aprisionador. Ao invés de ficar em casa, trancada no quarto, chorando pelo leite derramado, resguardando a pepeca para quando seu amado voltar, – NÃO! – ela então se descobre, se diverte, e começa finalmente a viver sem estar à sombra ou na coleira de homem algum.
ISSO É FANTÁSTICO, GENTE.
Hotline Bling é a história de toda a mulher que se livrou de um relacionamento péssimo ou até mesmo abusivo. E nosso amigo Drake canta o que todo o homem ciumento e possessivo espera do comportamento das suas ex mulheres. Melhor, a letra diz o que pensam os homens machistas, num desabafo desapontado ao ver que uma mulher se empoderou sem eles.
Hotline Bling, do Drake, foi uma das músicas de 2015. Todo mundo já ouviu, já dançou, viu o clipe e prestou atenção no mimimi da letra, que fala sobre uma garota que mudou da água pro vinho depois de que o relacionamento acabou.
Vem comigo:
You used to call me on my cell phone
Late night when you need my love
Call me on my cell phone
Late night when you need my love
Você costumava ligar para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Ligava para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Uh, beibe! Sim, sim, estamos falando daquela ligadinha safada de quem precisa de uma boa noite de sono, se é que me entendem. Até aí, YOU GO, GIRL! Xou.
I know when that hotline bling
That can only mean one thing
Eu sei que quando o celular toca
Só pode significar uma coisa
Sim, tá bem óbfioooo. Significa que HOJE TEM.
Ever since I left the city, you
Got a reputation for yourself now
Everybody knows and I feel left out
Girl you got me down, you got me stressed out
Cause ever since I left the city, you
Started wearing less and goin’ out more
Glasses of champagne out on the dance floor
Hangin’ with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade, você
Ganhou uma reputação só sua, agora
Todo mundo sabe e eu estou me sentindo de lado
Garota, você me deixou triste, me deixou estressado
Pois desde que eu fui embora da cidade, você
Começou a usar roupas mais curtas e sair mais
Com taças de champanhe na pista de dança
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Bom… cada pessoa vê o relacionamento de um jeito, né? Ele começa a música dizendo que a gatinha ligava pra ele de madrugada querendo seu corpinho, sua companhia, que seja. E é isso que a gente tem da intro. A chuchu até que podia curtir o cara, poxa. Podiam ser namorados. Mas aí o cara esperar que ela enviuvasse só porque a relação acabou? Ha, ha. Migo, SEJE MENAS.
A música continua e mais male tears:
Ever since I left the city, you, you, you
You and me we just don’t get along
You make me feel like I did you wrong
Going places where you don’t belong
Ever since I left the city, you
You got exactly what you asked for
Running out of pages in your passport
Hanging with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade você, você, você
Você e eu simplesmente não nos damos mais bem
Você fez eu me sentir como se tivesse feito algo errado
Indo a lugares onde não é a sua cara
Desde que eu fui embora da cidade, você
Você teve exatamente o que pediu
Esgotando as páginas do seu passaporte
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Drake, senta aqui, vamos conversar. Olha só, assim como você, a gatinha também não quer ficar parada na mesma cidadezinha de origem. Ela quer ver o mundo também, trilhar o rumo dela, fazer suas próprias escolhas. O que isso tem de absurdo? Talvez o choque de ver a diferença que era ela durante o relacionamento e depois, não é mesmo? Uma garota aparentemente ingênua e reclusa agora fazendo acontecer nesse mundão. É, cara. Não dá pra prender ninguém na coleira, não.
These days, all I do is
Wonder if you bendin’ over backwards for someone else
Wonder if your rollin’ over backwoods for someone else
Doing things I taught you
Gettin’ nasty for someone else
You don’t need no one else
You don’t need nobody else, no
Why you never alone
Why you always touching road
Used to always stay at home, be a good girl
You was in the zone
You should just be yourself
Right now, you’re someone else
Hoje em dia, tudo que faço é
Me perguntar se você está saindo com outra pessoa
Me pergunto se você está enrolando outra pessoa
Fazendo coisas que eu ensinei
Ficando safada para outra pessoa
Você não precisa de mais ninguém
Você não precisa de mais ninguém, não
Por que você nunca está sozinha?
Por que você está sempre caindo na estrada
Você sempre ficava em casa, seja uma boa menina
Você estava na sua
Você devia ser apenas você mesma
Agora, você é outra pessoa
VAMOS LÁ QUE AGORA FICOU BOM. Então enquanto o boy e ela tinham um caso, ela era uma moça DE FAMÍLIA (cof, cof, cof), comportada, pra casar, recatada, isolada, casta, anti-social, careta – quer dizer, essa era a imagem dela pra sociedade (alô, patriarcado!), mas ele bem sabe como ela é na cama, sabe do que ela gosta. Daí o que acontece? Quando ele sai da cidade para ganhar o mundo, ela simplesmente vai lá, TOCA A VIDA e se liberta desse relacionamento aprisionador. Ao invés de ficar em casa, trancada no quarto, chorando pelo leite derramado, resguardando a pepeca para quando seu amado voltar, – NÃO! – ela então se descobre, se diverte, e começa finalmente a viver sem estar à sombra ou na coleira de homem algum.
ISSO É FANTÁSTICO, GENTE.
Hotline Bling é a história de toda a mulher que se livrou de um relacionamento péssimo ou até mesmo abusivo. E nosso amigo Drake canta o que todo o homem ciumento e possessivo espera do comportamento das suas ex mulheres. Melhor, a letra diz o que pensam os homens machistas, num desabafo desapontado ao ver que uma mulher se empoderou sem eles.
A década de 2010 está sendo muito gloriosa para a história do feminismo. O movimento começou a colher bons frutos a partir do uso das redes sociais, que possibilitou dar voz às mulheres que uniram forças em plataformas como o Twitter, Facebook e Tumblr. De lá surgiram milhares de projetos ao redor do mundo: coletivos artísticos, blogs, passeatas, zines, revistas, etc. Mas o movimento começou a atingir o popular de fato com a ajuda do entretenimento.
Nos últimos anos, vimos surgir séries como ‘Girls‘, ‘Orange Is The New Black‘, ‘American Horror Story‘, ‘Bomb Girls‘, ‘The Honorable Woman‘ e ‘Orphan Black‘ – para mencionar apenas algumas –, que apresentam histórias de mulheres reais na tela da TV. Reais, não poderosas, porque como mesmo disse Maggie Gyllenhaal ao receber um Globo de Ouro como melhor atriz em mini-série: “Não temos visto mais papéis de mulheres poderosas na TV – temos visto mais papéis sobre a complexidade do que é ser mulher”.
Quando a Beyoncé subiu no palco do MTV Video Music Awards em frente ao painel luminoso que trazia em letras garrafais a tão temida palavra, “FEMINISM”, entoando o discurso da escritora nigeriana Chimamanda Adichie que abre sua canção Flawless, ela estava marcando o início do reconhecimento e apoio da indústria pop dessa revolução feita por mulheres há tantos séculos.
E isso foi apenas o início. O discurso da Emma Watson, que aconteceu logo em seguida na sede da ONU, lançou a campanha HeForShe, que conclama os homens a apoiar a igualdade de gênero, já que isso traz benefícios para ambos os lados. E, apesar dessas iniciativas não serem revolucionárias e terem levantado muitas críticas entre feministas, não podemos descartar sua importância. Principalmente pelo impacto gerado entre as celebridades. Aliás, os discursos de agradecimento das vencedoras do Globo de Ouro desse ano são um exemplo disso.
Porém, este mundo dos homens não facilita: ainda em pleno início de 2015 vimos Ava DuVernay, diretora do filme ‘Selma‘, não ganhar seu lugar merecido na disputa do Oscar. Isso deixou mais do que claro a mensagem enviada pela grande maioria dos diretores da Academia (homens brancos): que ela, sendo mulher e negra, não merece crédito por seu próprio filme.
Mas para minha alegria mal virou o ano e já me deparei com diversas iniciativas vindas de outras famosas de Hollywood que resolveram usaram seu poder de influência e talento para provocar mudanças pelas mulheres – principalmente na participação das mesmas na cultura e indústria do entretenimento.
Resolvi listar algumas iniciativas vindas de celebridades – sim, algumas, porque muito provavelmente vou deixar de fora coisas muito incríveis que simplesmente não lembrei de mencionar – que mal surgiram e já dão muito orgulho:
Reese Witherspoon
Depois de ver seis das suas atrizes favoritas se debaterem por um papel medíocre em um filme, Reese Witherspoon resolveu que já era tempo de arregaçar as mangas para fazer com que mais histórias de mulheres poderosas ganhem um lugar em Hollywood. A produtora da atriz, Pacific Standard, produziu dois grandes filmes escritos por mulheres: ‘Gone Girl‘ (‘Garota Exemplar’, na adaptação para o português), escrito por Gillian Flynn e ‘Wild‘ (‘Livre’, na adaptação para o português), baseado na própria vivência da autora Cheryl Strayed. E parece que vem muito mais por aí.
Rashida Jones
Rashida é conhecida por sua atuação em comédias, especialmente na série americana Parks & Recreation. Porém, ela também mostra um lado sério e comprometido com causas importantes. Um exemplo disso foi sua participação como produtora em um longa documentário, ‘Hot Girls Wanted‘, dirigido por outras duas mulheres: Jill Bauer e Ronna Gradus. O filme que aborda os efeitos da indústria pornô online para jovens mulheres da geração Millennial e teve sua estreia no festival Sundance deste ano.
Amy Poehler
Ano passado a poderosíssima Cate Blanchett sapateou na cara do sexismo ao confrontar o cinegrafista que mostrava seu look da cabeça aos pés durante o tapete vermelho de uma premiação com a pergunta: “vocês também fazem isso com os caras?”. Virou o ano e, com a temporada de premiações, a comediante Amy Poehler resolveu aproveitar a deixa da colega e criou a campanha “Ask Her More” (“pergunte mais a ela”, em tradução livre), na esperança que os reporters perguntem coisas mais interessantes e profundas do que simplesmente “quem você está vestindo?”.
Um dos aspectos que motivaram a atriz é o fato de que as perguntas feitas às celebridades mulheres sempre são menos elaboradas que as realizadas pelos mesmos repórteres aos homens.
Vale lembrar que a atriz que interpreta a amada Leslie Knope, da série Parks and Recreation (e, portanto, colega da nossa amiga aqui em cima), também é fundadora do projeto Smart Girls, uma comunidade online em encorajar jovens mulheres (seja na idade ou no coração) a serem e fazerem muito mais que as capas de revistas esperam delas.
Jill Soloway
A criadora da premiadíssima série Transparent está fazendo uma série de comédia feminista para a MTV americana. A série, ainda sem título, foca em duas garotas (interpretadas por Ashley Skidmore e Lyle Friedman, do canal #hotmessmoves) que se conhecem durante um acampamento de férias e se tornam melhores amigas depois de serem atingidas por um raio (!). Dez anos depois – com o poder da amizade e da segunda onda do feminismo americano – elas decidem salvar as mulheres do mundo contra o mal. Parece interessante e bem louco. Com os ótimos insights de Jill, tenho certeza que a série não vai fazer feio na TV.
Geena Davis
Geena Davis é uma atriz maravilhosa, mas uma ativista ainda mais incrível. Pra quem não sabe, ela criou há 10 anos atrás o Instituto Geena Davis de Gênero na Mídia, que apresenta estudos incríveis sobre gênero na indústria do entretenimento. Agora, ela vai lançar o Bentonville Film Festival, um festival de filmes que celebra as mulheres e a diversidade. O festival vai acontecer no início de maio deste ano e é o primeiro que vai garantir a distribuição dos filmes em salas de cinema, televisão, via streaming e varejo. Serão 75 filmes totais, a maioria documentários e independentes.
Kate Nash
Kate Nash é a única do grupo que não faz filmes de Hollywood, a sua praia é música. A ex-ruiva sempre revela novas facetas, surpreendendo seus fãs positivamente a todo o momento. Seu último trabalho, por exemplo, mostra seu lado roqueira, um som totalmente diferente do que quando a conhecemos cantando ‘Foundations’ e ‘Mariella’. E é nesse embalo que ela montou uma banda só de garotas, que chamou carinhosamente de ‘Girl Gang‘. Ela levantou a bandeira do feminismo de vez e resolveu aproveitar sua influência para atingir outras garotas ao redor do mundo com suas mensagem empoderadora: logo no início deste ano ela estreou a ‘Girl Gang TV‘, que traz diversos vídeos feitos por ela e sua gangue que apresentam desde outras bandas de garotas como também vídeos enviados por garotas do mundo todo.
Lembrou de alguma famosa que recentemente fez algo pelas mulheres usando o entretenimento como plataforma? Não deixe de comentar!
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Call me on my cell phone
Late night when you need my love
Você costumava ligar para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Ligava para o meu celular
De madrugada, quando você precisava do meu amor
Uh, beibe! Sim, sim, estamos falando daquela ligadinha safada de quem precisa de uma boa noite de sono, se é que me entendem. Até aí, YOU GO, GIRL! Xou.
I know when that hotline bling
That can only mean one thing
Eu sei que quando o celular toca
Só pode significar uma coisa
Sim, tá bem óbfioooo. Significa que HOJE TEM.
Ever since I left the city, you
Got a reputation for yourself now
Everybody knows and I feel left out
Girl you got me down, you got me stressed out
Cause ever since I left the city, you
Started wearing less and goin’ out more
Glasses of champagne out on the dance floor
Hangin’ with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade, você
Ganhou uma reputação só sua, agora
Todo mundo sabe e eu estou me sentindo de lado
Garota, você me deixou triste, me deixou estressado
Pois desde que eu fui embora da cidade, você
Começou a usar roupas mais curtas e sair mais
Com taças de champanhe na pista de dança
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Bom… cada pessoa vê o relacionamento de um jeito, né? Ele começa a música dizendo que a gatinha ligava pra ele de madrugada querendo seu corpinho, sua companhia, que seja. E é isso que a gente tem da intro. A chuchu até que podia curtir o cara, poxa. Podiam ser namorados. Mas aí o cara esperar que ela enviuvasse só porque a relação acabou? Ha, ha. Migo, SEJE MENAS.
A música continua e mais male tears:
Ever since I left the city, you, you, you
You and me we just don’t get along
You make me feel like I did you wrong
Going places where you don’t belong
Ever since I left the city, you
You got exactly what you asked for
Running out of pages in your passport
Hanging with some girls I’ve never seen before
Desde que eu fui embora da cidade você, você, você
Você e eu simplesmente não nos damos mais bem
Você fez eu me sentir como se tivesse feito algo errado
Indo a lugares onde não é a sua cara
Desde que eu fui embora da cidade, você
Você teve exatamente o que pediu
Esgotando as páginas do seu passaporte
Saindo com algumas meninas que eu nunca vi antes
Drake, senta aqui, vamos conversar. Olha só, assim como você, a gatinha também não quer ficar parada na mesma cidadezinha de origem. Ela quer ver o mundo também, trilhar o rumo dela, fazer suas próprias escolhas. O que isso tem de absurdo? Talvez o choque de ver a diferença que era ela durante o relacionamento e depois, não é mesmo? Uma garota aparentemente ingênua e reclusa agora fazendo acontecer nesse mundão. É, cara. Não dá pra prender ninguém na coleira, não.
These days, all I do is
Wonder if you bendin’ over backwards for someone else
Wonder if your rollin’ over backwoods for someone else
Doing things I taught you
Gettin’ nasty for someone else
You don’t need no one else
You don’t need nobody else, no
Why you never alone
Why you always touching road
Used to always stay at home, be a good girl
You was in the zone
You should just be yourself
Right now, you’re someone else
Hoje em dia, tudo que faço é
Me perguntar se você está saindo com outra pessoa
Me pergunto se você está enrolando outra pessoa
Fazendo coisas que eu ensinei
Ficando safada para outra pessoa
Você não precisa de mais ninguém
Você não precisa de mais ninguém, não
Por que você nunca está sozinha?
Por que você está sempre caindo na estrada
Você sempre ficava em casa, seja uma boa menina
Você estava na sua
Você devia ser apenas você mesma
Agora, você é outra pessoa
VAMOS LÁ QUE AGORA FICOU BOM. Então enquanto o boy e ela tinham um caso, ela era uma moça DE FAMÍLIA (cof, cof, cof), comportada, pra casar, recatada, isolada, casta, anti-social, careta – quer dizer, essa era a imagem dela pra sociedade (alô, patriarcado!), mas ele bem sabe como ela é na cama, sabe do que ela gosta. Daí o que acontece? Quando ele sai da cidade para ganhar o mundo, ela simplesmente vai lá, TOCA A VIDA e se liberta desse relacionamento aprisionador. Ao invés de ficar em casa, trancada no quarto, chorando pelo leite derramado, resguardando a pepeca para quando seu amado voltar, – NÃO! – ela então se descobre, se diverte, e começa finalmente a viver sem estar à sombra ou na coleira de homem algum.
ISSO É FANTÁSTICO, GENTE.
Hotline Bling é a história de toda a mulher que se livrou de um relacionamento péssimo ou até mesmo abusivo. E nosso amigo Drake canta o que todo o homem ciumento e possessivo espera do comportamento das suas ex mulheres. Melhor, a letra diz o que pensam os homens machistas, num desabafo desapontado ao ver que uma mulher se empoderou sem eles.