Eu sou uma pessoa assumidamente caseira. Claro, eu tenho vida social: adoro sair pra um restaurante gostosinho, ir ver um filme no cinema, passar horas numa livraria, conhecer barzinhos novos, andar de bicicleta, enfim. Mas isso de vez em quando. Normalmente, no meu tempo livre, meu rolê favorito é ficar em casa e por um disco pra ouvir, ler deitada na cama, brincar com minhas gatas, jogar videogame, perder horas descobrindo novas lojinhas da Etsy… ou mesmo quando estou emotiva e só quero ficar em casa choramingando vendo um filme na TV.
Tanto que meu ex-namorado, que é um cara boêmio ultra carismático e extrovertido, tinha coceira com minha falta de ânimo pra sair. Enquanto ele amava dar rolês intermináveis com pessoas que ele tinha acabado de conhecer, eu torcia o nariz e queria ir embora mais cedo.
Para abraçar esse meu lado recluso e um tanto anti-social, descobri há alguns anos atrás a lojinha Stay Home Club, que em tradução livre seria algo como “O Clube das Caseiras” (coloquei no feminino, porque o foco da loja é vestuário para garotas – apesar de ter uma camiseta ou outra para rapazes).
As camisetas e moletons traduzem exatamente o que os outros gostam de dizer sobre as pessoas caseiras de uma maneira perfeitamente irônica e bem-humorada, trazendo frases como “Boring is Best” (algo como “tédio é melhor”), “Recluse” (reclusa) e “Awful” (horrível). Além de camisetas, eles vendem pins, posters, totes, canecas e mais um monte de outras coisas legais. E sim, garotas: entrega no Brasil.
Eu sou uma pessoa assumidamente caseira. Claro, eu tenho vida social: adoro sair pra um restaurante gostosinho, ir ver um filme no cinema, passar horas numa livraria, conhecer barzinhos novos, andar de bicicleta, enfim. Mas isso de vez em quando. Normalmente, no meu tempo livre, meu rolê favorito é ficar em casa e por um disco pra ouvir, ler deitada na cama, brincar com minhas gatas, jogar videogame, perder horas descobrindo novas lojinhas da Etsy… ou mesmo quando estou emotiva e só quero ficar em casa choramingando vendo um filme na TV.
Tanto que meu ex-namorado, que é um cara boêmio ultra carismático e extrovertido, tinha coceira com minha falta de ânimo pra sair. Enquanto ele amava dar rolês intermináveis com pessoas que ele tinha acabado de conhecer, eu torcia o nariz e queria ir embora mais cedo.
Para abraçar esse meu lado recluso e um tanto anti-social, descobri há alguns anos atrás a lojinha Stay Home Club, que em tradução livre seria algo como “O Clube das Caseiras” (coloquei no feminino, porque o foco da loja é vestuário para garotas – apesar de ter uma camiseta ou outra para rapazes).
As camisetas e moletons traduzem exatamente o que os outros gostam de dizer sobre as pessoas caseiras de uma maneira perfeitamente irônica e bem-humorada, trazendo frases como “Boring is Best” (algo como “tédio é melhor”), “Recluse” (reclusa) e “Awful” (horrível). Além de camisetas, eles vendem pins, posters, totes, canecas e mais um monte de outras coisas legais. E sim, garotas: entrega no Brasil.
Eu sou uma pessoa assumidamente caseira. Claro, eu tenho vida social: adoro sair pra um restaurante gostosinho, ir ver um filme no cinema, passar horas numa livraria, conhecer barzinhos novos, andar de bicicleta, enfim. Mas isso de vez em quando. Normalmente, no meu tempo livre, meu rolê favorito é ficar em casa e por um disco pra ouvir, ler deitada na cama, brincar com minhas gatas, jogar videogame, perder horas descobrindo novas lojinhas da Etsy… ou mesmo quando estou emotiva e só quero ficar em casa choramingando vendo um filme na TV.
Tanto que meu ex-namorado, que é um cara boêmio ultra carismático e extrovertido, tinha coceira com minha falta de ânimo pra sair. Enquanto ele amava dar rolês intermináveis com pessoas que ele tinha acabado de conhecer, eu torcia o nariz e queria ir embora mais cedo.
Para abraçar esse meu lado recluso e um tanto anti-social, descobri há alguns anos atrás a lojinha Stay Home Club, que em tradução livre seria algo como “O Clube das Caseiras” (coloquei no feminino, porque o foco da loja é vestuário para garotas – apesar de ter uma camiseta ou outra para rapazes).
As camisetas e moletons traduzem exatamente o que os outros gostam de dizer sobre as pessoas caseiras de uma maneira perfeitamente irônica e bem-humorada, trazendo frases como “Boring is Best” (algo como “tédio é melhor”), “Recluse” (reclusa) e “Awful” (horrível). Além de camisetas, eles vendem pins, posters, totes, canecas e mais um monte de outras coisas legais. E sim, garotas: entrega no Brasil.
Os dias gloriosos de Debbie Harry, no estouro do Blondie nos anos 70, foram registrados pelo parceiro de banda Chris Stein. Essas fotos fantásticas que mostram a vida de Debbie fora dos palcos viraram um livro recém-lançado (clique aqui para comprar) e uma exposição, que está em cartaz em Londres (pra você que está morando por aí ou que pretende passear por lá, fica até dia 25 de janeiro de 2015), chamada “Me, Blondie and the Advent of Punk”.
Punk, gente. É disso que se trata. Neste livro e exposição, o Chris Stein apresenta não só a Debbie como outros grandes ícones dos anos 70 e 80 dessa new wave, incluindo Andy Warhol, David Bowie e os meninos do Ramones em registros íntimos e descontraídos. São mais de 50 imagens que servem como um túnel do tempo para a cena punk, tendo a Blondie como pioneira ao mostrar a influência da música na moda, hoje tão relevante como foi há quatro décadas atrás – Sim, só pra vocês terem uma ideia, a banda acabou de completar 40 anos de existência! Ou seja, quando vocês estavam chorando com sua chegada ao mundo a Debbie já estava na estrada há pelo menos 10 anos.
Pra relembrar essa época gloriosa da nossa musa grrrl power, deixo um vídeo com uma hora de um show da Blondie que rolou em 1979 no Ashbury Park, New Jersey:
Tanto que meu ex-namorado, que é um cara boêmio ultra carismático e extrovertido, tinha coceira com minha falta de ânimo pra sair. Enquanto ele amava dar rolês intermináveis com pessoas que ele tinha acabado de conhecer, eu torcia o nariz e queria ir embora mais cedo.
Para abraçar esse meu lado recluso e um tanto anti-social, descobri há alguns anos atrás a lojinha Stay Home Club, que em tradução livre seria algo como “O Clube das Caseiras” (coloquei no feminino, porque o foco da loja é vestuário para garotas – apesar de ter uma camiseta ou outra para rapazes).
As camisetas e moletons traduzem exatamente o que os outros gostam de dizer sobre as pessoas caseiras de uma maneira perfeitamente irônica e bem-humorada, trazendo frases como “Boring is Best” (algo como “tédio é melhor”), “Recluse” (reclusa) e “Awful” (horrível). Além de camisetas, eles vendem pins, posters, totes, canecas e mais um monte de outras coisas legais. E sim, garotas: entrega no Brasil.