A performance rolou durante um show do Tidal, aquele programa de streaming de música criado pelo Jay-Z – ou Mr. Carter em parceria com uma galera mas que ainda não vingou por aqui. A ideia deles é fazer frente ao Spotify, mas é difícil superar aqueles nomes de playlist, né?
Sem mais delongas, aperta o play.
que vontade de fazer um bolo ouvindo essa música
secador de cabelo pra quê?
não sei como pude viver até hoje sem essa boia de melancia ;_______;
A performance rolou durante um show do Tidal, aquele programa de streaming de música criado pelo Jay-Z – ou Mr. Carter em parceria com uma galera mas que ainda não vingou por aqui. A ideia deles é fazer frente ao Spotify, mas é difícil superar aqueles nomes de playlist, né?
Sem mais delongas, aperta o play.
que vontade de fazer um bolo ouvindo essa música
secador de cabelo pra quê?
não sei como pude viver até hoje sem essa boia de melancia ;_______;
A performance rolou durante um show do Tidal, aquele programa de streaming de música criado pelo Jay-Z – ou Mr. Carter em parceria com uma galera mas que ainda não vingou por aqui. A ideia deles é fazer frente ao Spotify, mas é difícil superar aqueles nomes de playlist, né?
Sem mais delongas, aperta o play.
que vontade de fazer um bolo ouvindo essa música
secador de cabelo pra quê?
não sei como pude viver até hoje sem essa boia de melancia ;_______;
Uma mistura de documentário e ficção, Olmo e a Gaivota traz a história de uma atriz que descobre que está grávida quando está prestes a entrar em cartaz com o espetáculo A Gaivota, de Tchekov.
E mil conflitos surgem a partir daí.
Até aí tudo bem.
O problema é que a página do filme no facebook sofreu diversas agressões depois do discurso feito pela diretora Petra Costa na premiação do Festival do Rio. Em seu discurso, a diretora dedicou o prêmio às mulheres no desejo que nenhuma mulher brasileira seja vítima do machismo, físico ou verbal, e que toda mulher possa ter soberania sobre o próprio corpo.
“Eu queria dedicar esse prêmio à minha mãe e às mulheres. E que em breve eu espero que no Brasil toda a mulher tenha soberania total sobre o próprio corpo. Seja pra rejeitar uma gravidez, interromper com o aborto que já é legal há mais de 40 anos na França, nos Estados Unidos, em Cuba…Seja pra mergulhar nela como é no caso do nosso filme e ter todos os direitos pra fazer isso da melhor forma. Espero também que nenhuma mulher brasileira sofra machismo verbal ou físico, desde a presidenta, às cineastas , às atrizes, às domésticas…às mulheres!”
Comentários como “vadia, se não quer ter filho fecha as pernas” inundaram a página.
E a diretora respondeu aos ataques da melhor maneira possível. Fazendo este vídeo, que conta com a participação de diversos atores e atrizes incríveis brasileiros.
A obra, que estreia por aqui dia 5 de novembro, é uma coprodução Brasil, Dinamarca, Portugal, França e Suécia, e a direção é da premiada cineasta brasileira Petra Costa (Elena), e da dinamarquesa Lea Glob.