Como não indicar um filme sobre mulheres feito por uma mulher e que faz você se emocionar? “As maravilhas” é um longa-metragem muito pessoal da diretora Alice Rohrwacher. Ela nega em várias entrevistas que seja autobiográfico, mas, ao vê-lo, dá para sentir uma afetividade com aquela história, como se Gelsomina fosse uma antepassada de Alice.
Gelsomina (papel de Maria Alexandra Lungu), aliás, é uma garota de 12 anos e a personagem principal da história. Ela é a filha mais velha e a mais responsável de uma família de apicultores que moram no interior da Itália – o filme foi gravado entre a Toscana e a Umbria. São pessoas humildes que ainda valorizam a produção caseira e vivem de criar abelhas para fazer mel.
Wolfgang, o pai da família, é um cara bronco. Resumindo. Ele é casado com Angelica, que é interpretada por Alba Rohrwacher (irmã da diretora e uma das melhores atrizes italianas atuais). Angelica, a mãe, pouco tem voz nas decisões da casa, mas é nela que as filhas confiam.
A atriz Monica Bellucci entra em cena no papel de uma apresentadora de TV, que promove um concurso para premiar uma família daquela região rural. Sua presença meio mítica encanta Gelsomina, que tenta convencer seu pai a participar do programa. Claro que ele vai ser contra a ideia.
A partir daí o filme acompanha o processo de amadurecimento de Gelsomina, o despertar do seu desejo sexual por um garoto que vai viver com a família, seu relacionamento com as três irmãs mais novas.
É um filme essencialmente feminino sobre o início da adolescência. É interessante para se refletir também sobre as responsabilidades de adultos que as meninas acabam assumindo. “As maravilhas” é para quem gosta de ver um tipo de cinema bucólico e poético – especialmente nas cenas em que Gelsomina deixa abelhas saírem de sua boca e andarem pelo seu rosto.
Como não indicar um filme sobre mulheres feito por uma mulher e que faz você se emocionar? “As maravilhas” é um longa-metragem muito pessoal da diretora Alice Rohrwacher. Ela nega em várias entrevistas que seja autobiográfico, mas, ao vê-lo, dá para sentir uma afetividade com aquela história, como se Gelsomina fosse uma antepassada de Alice.
Gelsomina (papel de Maria Alexandra Lungu), aliás, é uma garota de 12 anos e a personagem principal da história. Ela é a filha mais velha e a mais responsável de uma família de apicultores que moram no interior da Itália – o filme foi gravado entre a Toscana e a Umbria. São pessoas humildes que ainda valorizam a produção caseira e vivem de criar abelhas para fazer mel.
Wolfgang, o pai da família, é um cara bronco. Resumindo. Ele é casado com Angelica, que é interpretada por Alba Rohrwacher (irmã da diretora e uma das melhores atrizes italianas atuais). Angelica, a mãe, pouco tem voz nas decisões da casa, mas é nela que as filhas confiam.
A atriz Monica Bellucci entra em cena no papel de uma apresentadora de TV, que promove um concurso para premiar uma família daquela região rural. Sua presença meio mítica encanta Gelsomina, que tenta convencer seu pai a participar do programa. Claro que ele vai ser contra a ideia.
A partir daí o filme acompanha o processo de amadurecimento de Gelsomina, o despertar do seu desejo sexual por um garoto que vai viver com a família, seu relacionamento com as três irmãs mais novas.
É um filme essencialmente feminino sobre o início da adolescência. É interessante para se refletir também sobre as responsabilidades de adultos que as meninas acabam assumindo. “As maravilhas” é para quem gosta de ver um tipo de cinema bucólico e poético – especialmente nas cenas em que Gelsomina deixa abelhas saírem de sua boca e andarem pelo seu rosto.
Como não indicar um filme sobre mulheres feito por uma mulher e que faz você se emocionar? “As maravilhas” é um longa-metragem muito pessoal da diretora Alice Rohrwacher. Ela nega em várias entrevistas que seja autobiográfico, mas, ao vê-lo, dá para sentir uma afetividade com aquela história, como se Gelsomina fosse uma antepassada de Alice.
Gelsomina (papel de Maria Alexandra Lungu), aliás, é uma garota de 12 anos e a personagem principal da história. Ela é a filha mais velha e a mais responsável de uma família de apicultores que moram no interior da Itália – o filme foi gravado entre a Toscana e a Umbria. São pessoas humildes que ainda valorizam a produção caseira e vivem de criar abelhas para fazer mel.
Wolfgang, o pai da família, é um cara bronco. Resumindo. Ele é casado com Angelica, que é interpretada por Alba Rohrwacher (irmã da diretora e uma das melhores atrizes italianas atuais). Angelica, a mãe, pouco tem voz nas decisões da casa, mas é nela que as filhas confiam.
A atriz Monica Bellucci entra em cena no papel de uma apresentadora de TV, que promove um concurso para premiar uma família daquela região rural. Sua presença meio mítica encanta Gelsomina, que tenta convencer seu pai a participar do programa. Claro que ele vai ser contra a ideia.
A partir daí o filme acompanha o processo de amadurecimento de Gelsomina, o despertar do seu desejo sexual por um garoto que vai viver com a família, seu relacionamento com as três irmãs mais novas.
É um filme essencialmente feminino sobre o início da adolescência. É interessante para se refletir também sobre as responsabilidades de adultos que as meninas acabam assumindo. “As maravilhas” é para quem gosta de ver um tipo de cinema bucólico e poético – especialmente nas cenas em que Gelsomina deixa abelhas saírem de sua boca e andarem pelo seu rosto.
Aqui veremos coisas inspiradoras que merecem a atenção de vocês. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar lá no fim do post. <3
Zianna tem 9 anos é de Charlotte, Estados Unidos. São dela as palavras mais emocionantes sobres os últimos casos de mortes de negros pela polícia: “Não devíamos derramar lágrimas”. Veja o vídeo:
A Dazed entrevistou a fotógrafa Anna Mascarenhas sobre seu projeto com as irmãs Sheila, Lara e Mara, que moram em uma favela de São Paulo com a mãe (o pai as abandonou) e sonham em ser modelos.
// LE CLITORIS
Trailer do documentário animado sobre essa nossa partezinha querida do corpo. O filme sai em 2017.
Sim, UM TERÇO dos brasileiros culpa as mulheres pelos estupros sofridos. Essa pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública foi divulgada na semana passada. Mesmo entre as mulheres, 30% concorda com este raciocínio, que culpa a vítima pela violência sexual sofrida.
De acordo com o novo estatuto da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol), todos os times que disputarem a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana deverão ter uma equipe feminina a partir de 2019.
“As maravilhas” é um longa-metragem muito pessoal da diretora Alice Rohrwacher. Ela nega em várias entrevistas que seja autobiográfico, mas, ao vê-lo, dá para sentir uma afetividade com aquela história, como se Gelsomina fosse uma antepassada de Alice.
Gelsomina (papel de Maria Alexandra Lungu), aliás, é uma garota de 12 anos e a personagem principal da história. Ela é a filha mais velha e a mais responsável de uma família de apicultores que moram no interior da Itália – o filme foi gravado entre a Toscana e a Umbria. São pessoas humildes que ainda valorizam a produção caseira e vivem de criar abelhas para fazer mel.
Wolfgang, o pai da família, é um cara bronco. Resumindo. Ele é casado com Angelica, que é interpretada por Alba Rohrwacher (irmã da diretora e uma das melhores atrizes italianas atuais). Angelica, a mãe, pouco tem voz nas decisões da casa, mas é nela que as filhas confiam.
A atriz Monica Bellucci entra em cena no papel de uma apresentadora de TV, que promove um concurso para premiar uma família daquela região rural. Sua presença meio mítica encanta Gelsomina, que tenta convencer seu pai a participar do programa. Claro que ele vai ser contra a ideia.
A partir daí o filme acompanha o processo de amadurecimento de Gelsomina, o despertar do seu desejo sexual por um garoto que vai viver com a família, seu relacionamento com as três irmãs mais novas.
É um filme essencialmente feminino sobre o início da adolescência. É interessante para se refletir também sobre as responsabilidades de adultos que as meninas acabam assumindo. “As maravilhas” é para quem gosta de ver um tipo de cinema bucólico e poético – especialmente nas cenas em que Gelsomina deixa abelhas saírem de sua boca e andarem pelo seu rosto.
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“As maravilhas” é um longa-metragem muito pessoal da diretora Alice Rohrwacher. Ela nega em várias entrevistas que seja autobiográfico, mas, ao vê-lo, dá para sentir uma afetividade com aquela história, como se Gelsomina fosse uma antepassada de Alice.
Gelsomina (papel de Maria Alexandra Lungu), aliás, é uma garota de 12 anos e a personagem principal da história. Ela é a filha mais velha e a mais responsável de uma família de apicultores que moram no interior da Itália – o filme foi gravado entre a Toscana e a Umbria. São pessoas humildes que ainda valorizam a produção caseira e vivem de criar abelhas para fazer mel.
Wolfgang, o pai da família, é um cara bronco. Resumindo. Ele é casado com Angelica, que é interpretada por Alba Rohrwacher (irmã da diretora e uma das melhores atrizes italianas atuais). Angelica, a mãe, pouco tem voz nas decisões da casa, mas é nela que as filhas confiam.
A atriz Monica Bellucci entra em cena no papel de uma apresentadora de TV, que promove um concurso para premiar uma família daquela região rural. Sua presença meio mítica encanta Gelsomina, que tenta convencer seu pai a participar do programa. Claro que ele vai ser contra a ideia.
A partir daí o filme acompanha o processo de amadurecimento de Gelsomina, o despertar do seu desejo sexual por um garoto que vai viver com a família, seu relacionamento com as três irmãs mais novas.
É um filme essencialmente feminino sobre o início da adolescência. É interessante para se refletir também sobre as responsabilidades de adultos que as meninas acabam assumindo. “As maravilhas” é para quem gosta de ver um tipo de cinema bucólico e poético – especialmente nas cenas em que Gelsomina deixa abelhas saírem de sua boca e andarem pelo seu rosto.