Links da semana

Olá, amigas queridas!

Demorou, mas voltamos com os links da semana. Lembrando que são coisas inspiradoras que achamos que merecem a atenção de vocês. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar no fim deste texto. <3


// PRA VESTIR

A marca parisiense Coucou Suzette e seus acessórios maravilhosos. (foto acima)

 


// FEMINISMO E RELIGIÃO

A entrevista da BBC com Dana Albalkhi. ‘Véu também é liberdade’: a vida de uma muçulmana feminista no Brasil

“Sou feminista e fazia parte de um grupo online que reunia feminista árabes (e foi criado na Europa). Lá tem muçulmanas e outras que não são. As não-muçulmanas são contra o véu, acham que é repressão. As muçulmanas, como eu, acham que é uma forma de liberdade”.

[caption id="attachment_11777" align="aligncenter" width="660"]Foto: BBC Brasil Foto: BBC Brasil[/caption]

 


// ASSÉDIO NO TRABALHO

Demorou, mas finalmente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo criou um canal para denúncias de assédios moral e sexual. Aqui.

 


// LANÇAMENTO

Mais um site empoderador entrou no ar. O Mulheres Negras do Audiovisual Brasileiro divulga informações de contato e trabalhos realizados por profissionais negras e/ou indígenas.

 


// GAMES

A mulher por trás de trilhas sonoras de fliperamas nos anos 1980 é uma matéria do Nexo sobre Yoko Shimomura, pianista que fez a trilha de “Street Fighter 2” entre outras belezuras.

 


// ARTE E DENÚNCIA

Katherine Cambareri, estudante de fotografia, decidiu desafiar a facilidade com que as pessoas recorrem a culpar a vítima. Ela entrou em contato com sobreviventes de violência sexual no Facebook e pediu a essas jovens que corajosamente compartilhassem momentos em que vivenciaram investidas sexuais sem seu consentimento.

Matéria do Brasil Post.

 


// AFRO HAIR

Mulheres negras protestam contra o padrão europeu de beleza feminina. Vídeo aqui.

 


// MÚSICA

Jéssica Ellen + Luellem de Castro = deusas. Aqui o vídeo.

 


// GILMORE GIRLS

Um texto muito bom no Risca Faca sobre “como rever a série dez anos depois é uma experiência quase nova, em que as percepções a respeito dos personagens mudam dramaticamente”.

 


// KIM GORDON

Nossa musa lançou um single chamado “Murdered Out”:

 


Até a próxima semana! Força \o/

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Mais de Letícia Mendes

Rivalidade entre irmãs

Ser rival da sua irmã é algo mais comum do que se pensa. Às vezes não tem jeito. É confronto que começa na infância e dura a vida toda. Seja por uma irmã achar que a outra foi mais favorecida pelos pais ou por temperamentos diferentes. Ainda assim, muitas pessoas se chocam quando veem criaturas tão opostas (não só pela aparência) vindas de uma mesma criação.

É muita coisa para se trabalhar na terapia, mas também é o argumento do filme “Os olhos amarelos dos crocodilos”, da diretora belga Cécile Telerman, baseado no livro homônimo da escritora Katherine Pancol.

 
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Joséphine (Julie Depardieu) é uma mulher discreta, que tem doutorado sobre a Idade Média e uma forte ligação com o pai que morreu há 30 anos. Ela expulsa o marido infiel de casa e tem uma dificuldade financeira para criar as duas filhas, Zoé – a caçula – e Hortense, uma adolescente que a desrespeita o tempo todo.

Iris (Emmanuelle Béart) é o oposto. Ela é uma mulher extrovertida e bem perua, que é sustentada pelo marido, um advogado super rico. Ela dá pouca atenção ao seu único filho e prefere passar mais tempo com as amigas fúteis. Desde menina, Iris foi privilegiada pela mãe – a ponto de salvá-la de um afogamento, deixando Joséphine para trás no mar.

 
emmanuelle-beart
 
Durante um jantar de negócios do marido, para não ser considerada apenas uma madame, Iris diz que está escrevendo um livro que se passa na Idade Média.

A partir daí, a história é previsível. Iris vai praticamente obrigar a irmã a escrever o livro por ela, com a garantia de que Jo ficará com toda a grana. Esse livro se transforma em best-seller, mas quem leva toda a fama é Iris, não Joséphine. A editora cobra que Iris escreva um segundo livro, já que o primeiro foi um sucesso, mas Jo se recusa, o que trará toda essa rivalidade entre irmãs que elas tinham desde a infância à tona.

Mas não vá esperando uma trama bem densa, com um roteiro sensacional e conclusão incrível. É um filme que vale a pena ver apenas pelas personagens (e as atrizes maravilhosas), que são mulheres complexas, e pela questão das relações familiares. Uma família não deveria ser composta por chantagens, maldades e humilhações. Como agiríamos com a nossa irmã numa situação dessa?

 
LesYeuxJaunes

Leia mais
seus acessórios maravilhosos. (foto acima)

 


// FEMINISMO E RELIGIÃO

A entrevista da BBC com Dana Albalkhi. ‘Véu também é liberdade’: a vida de uma muçulmana feminista no Brasil

“Sou feminista e fazia parte de um grupo online que reunia feminista árabes (e foi criado na Europa). Lá tem muçulmanas e outras que não são. As não-muçulmanas são contra o véu, acham que é repressão. As muçulmanas, como eu, acham que é uma forma de liberdade”.

 


// ASSÉDIO NO TRABALHO

Demorou, mas finalmente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo criou um canal para denúncias de assédios moral e sexual. Aqui.

 


// LANÇAMENTO

Mais um site empoderador entrou no ar. O Mulheres Negras do Audiovisual Brasileiro divulga informações de contato e trabalhos realizados por profissionais negras e/ou indígenas.

 


// GAMES

A mulher por trás de trilhas sonoras de fliperamas nos anos 1980 é uma matéria do Nexo sobre Yoko Shimomura, pianista que fez a trilha de “Street Fighter 2” entre outras belezuras.

 


// ARTE E DENÚNCIA

Katherine Cambareri, estudante de fotografia, decidiu desafiar a facilidade com que as pessoas recorrem a culpar a vítima. Ela entrou em contato com sobreviventes de violência sexual no Facebook e pediu a essas jovens que corajosamente compartilhassem momentos em que vivenciaram investidas sexuais sem seu consentimento.

Matéria do Brasil Post.

 


// AFRO HAIR

Mulheres negras protestam contra o padrão europeu de beleza feminina. Vídeo aqui.

 


// MÚSICA

Jéssica Ellen + Luellem de Castro = deusas. Aqui o vídeo.

 


// GILMORE GIRLS

Um texto muito bom no Risca Faca sobre “como rever a série dez anos depois é uma experiência quase nova, em que as percepções a respeito dos personagens mudam dramaticamente”.

 


// KIM GORDON

Nossa musa lançou um single chamado “Murdered Out”:

 


Até a próxima semana! Força \o/

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