Ouça: Randa

Randa é Mainard Larkin, um rapper transgênero magnífico da Nova Zelândia que acabou de aparecer por aí com um som incrível e um videoclipe vibrante. Ele acabou de lançar seu primeiro EP, Lunch Box. O garoto é tão maravilhoso que já abriu shows para a Grimes! Respect!

Numa entrevista para o site Stuff, Randa afirma que passou a assumir sua identidade masculina há cerca de 2 anos atrás, depois de passar uma vida inteira se sentindo como um garoto.

Seu single, Rangers, fala sobre e para as pessoas de todas as idades que se sentem ou já se sentiram super solitárias. E como é importante e poderoso quando elas se encontram. Mas seu som está longe de ser triste, muito pelo contrário. O videoclipe sensacional, aliás, é por conta do artista Robert Wallace – também conhecido como Parallel Teeth.

Se curtiu, não deixe de conferir o site do Randa. Agora dê o play logo abaixo para celebrar a liberdade de ser quem somos (;
 

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Mais de Nina Grando

♪ Quando piercing no umbigo era modinha ♪

Nos anos 2000, Britney Spears e Christina (Xtina) Aguilera representavam os anos dourados da pop music, tocando nas rádios, nas matinês e também nos nossos quartos. A não ser que você fosse aquela adolescente que preferia ouvir Nightwish, Silverchair ou qualquer outra vertente do rock… mas vai, acho que dançar “Oops I Did It Again” na frente do espelho já foi o guilty pleasure de muitas de nós.

Era também aquela época que o colégio era dividido entre as populares e as estranhas. E as musas pop da adolescência eram a personificação daquelas garotas lindas, que riam da gente e que se sentiam mais desejadas que água do deserto. Tempo complicado aquele.

Mas gente, querendo ou não o pop pegava na gente. Todo mundo ouvia e dançava, mesmo que escondido. Além do mais, tinham cantoras que claramente representavam o time das estranhas, que não faziam o tipo princesinha. A Melanie C, gente. Ou mesmo a Missy Elliott.

Essa playlist nostálgica é a estreia das nossas playlists semanais (assim esperamos), que vão trazer os mais diferentes sons para requebrar, cantar junto e tudo mais. Porque se o ginásio já era difícil, ser adulta também não é bolinho. Duro pagar as contas sem ficar no vermelho, ter que engolir sapos, terminar namoro, estudar e trabalhar ao mesmo tempo, levar um fora, aguentar comentários sobre nossa aparência, resistir ao machismo/racismo/homofobia/gordofobia… Mas quem dança os males espanta!

Põe essa playlist pra tocar e dance sozinha no quarto, no trabalho ou no busão! Tem os sons mais delícias das musas pop de outrora, com All Saints, TLC, Kelis e mais um monte de cantoras poderosas.

A playlist de clipes tá logo abaixo. Se preferir, ouça no Spotify (;
 

 

Colagem feita com exclusividade por Fernanda Garcia (a.k.a. Kissy)

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Stuff, Randa afirma que passou a assumir sua identidade masculina há cerca de 2 anos atrás, depois de passar uma vida inteira se sentindo como um garoto.

Seu single, Rangers, fala sobre e para as pessoas de todas as idades que se sentem ou já se sentiram super solitárias. E como é importante e poderoso quando elas se encontram. Mas seu som está longe de ser triste, muito pelo contrário. O videoclipe sensacional, aliás, é por conta do artista Robert Wallace – também conhecido como Parallel Teeth.

Se curtiu, não deixe de conferir o site do Randa. Agora dê o play logo abaixo para celebrar a liberdade de ser quem somos (;
 

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Stuff, Randa afirma que passou a assumir sua identidade masculina há cerca de 2 anos atrás, depois de passar uma vida inteira se sentindo como um garoto.

Seu single, Rangers, fala sobre e para as pessoas de todas as idades que se sentem ou já se sentiram super solitárias. E como é importante e poderoso quando elas se encontram. Mas seu som está longe de ser triste, muito pelo contrário. O videoclipe sensacional, aliás, é por conta do artista Robert Wallace – também conhecido como Parallel Teeth.

Se curtiu, não deixe de conferir o site do Randa. Agora dê o play logo abaixo para celebrar a liberdade de ser quem somos (;
 

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