Faz tempo que quero escrever na Ovelha sobre a minha musa suprema. Já pensei em falar como ela está incrível na série “Bloodline”, do Netflix; sobre como ela sempre se envolve em campanhas belíssimas de moda, como as da Miu Miu e da Tomboy; sobre o livro de fotografias de sua vida que ela acabou de lançar pela Rizzoli (à venda na Urban Outfitters); sobre as milhares de entrevistas maravilhosas que ela dá…
Enfim… a Chloë Sevigny é um ícone do cinema independente americano contemporâneo. Ela foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro em 2000 por “Meninos não choram”, o que a deixou mais famosa, mas acho que a maioria das pessoas lembra dela pelo seu primeiro papel no cinema, que foi em “Kids”. O filme foi lançado há 20 anos, quando Chloë era uma jovenzita e namorava o talentoso e também jovenzito Harmony Korine.
Posso ficar séculos falando sobre a trajetória da Chloë, mas serei breve. Ela aproveitou o lançamento do livro de fotos que citei acima para fazer um zine “com o que sobrou” dos homens que passaram pela sua vida. Intitulado “No Time For Love”, o zine tem 28 páginas e está à venda neste site. Acho bonito esse lance que a Chloë tem – e já assumiu em vídeos como dessa série aqui – de guardar tudo o quanto é lembrança (fotos, roupas, objetos, recortes de jornais). O legal também é que ela colocou etiquetas nos rostos de todos os ex-boys para manter a privacidade, deixando um mistério no ar.
Faz tempo que quero escrever na Ovelha sobre a minha musa suprema. Já pensei em falar como ela está incrível na série “Bloodline”, do Netflix; sobre como ela sempre se envolve em campanhas belíssimas de moda, como as da Miu Miu e da Tomboy; sobre o livro de fotografias de sua vida que ela acabou de lançar pela Rizzoli (à venda na Urban Outfitters); sobre as milhares de entrevistas maravilhosas que ela dá…
Enfim… a Chloë Sevigny é um ícone do cinema independente americano contemporâneo. Ela foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro em 2000 por “Meninos não choram”, o que a deixou mais famosa, mas acho que a maioria das pessoas lembra dela pelo seu primeiro papel no cinema, que foi em “Kids”. O filme foi lançado há 20 anos, quando Chloë era uma jovenzita e namorava o talentoso e também jovenzito Harmony Korine.
Posso ficar séculos falando sobre a trajetória da Chloë, mas serei breve. Ela aproveitou o lançamento do livro de fotos que citei acima para fazer um zine “com o que sobrou” dos homens que passaram pela sua vida. Intitulado “No Time For Love”, o zine tem 28 páginas e está à venda neste site. Acho bonito esse lance que a Chloë tem – e já assumiu em vídeos como dessa série aqui – de guardar tudo o quanto é lembrança (fotos, roupas, objetos, recortes de jornais). O legal também é que ela colocou etiquetas nos rostos de todos os ex-boys para manter a privacidade, deixando um mistério no ar.
[caption id="attachment_4540" align="alignleft" width="302"] “No Time For Love”, de Chloë Sevigny[/caption]
Faz tempo que quero escrever na Ovelha sobre a minha musa suprema. Já pensei em falar como ela está incrível na série “Bloodline”, do Netflix; sobre como ela sempre se envolve em campanhas belíssimas de moda, como as da Miu Miu e da Tomboy; sobre o livro de fotografias de sua vida que ela acabou de lançar pela Rizzoli (à venda na Urban Outfitters); sobre as milhares de entrevistas maravilhosas que ela dá…
Enfim… a Chloë Sevigny é um ícone do cinema independente americano contemporâneo. Ela foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro em 2000 por “Meninos não choram”, o que a deixou mais famosa, mas acho que a maioria das pessoas lembra dela pelo seu primeiro papel no cinema, que foi em “Kids”. O filme foi lançado há 20 anos, quando Chloë era uma jovenzita e namorava o talentoso e também jovenzito Harmony Korine.
Posso ficar séculos falando sobre a trajetória da Chloë, mas serei breve. Ela aproveitou o lançamento do livro de fotos que citei acima para fazer um zine “com o que sobrou” dos homens que passaram pela sua vida. Intitulado “No Time For Love”, o zine tem 28 páginas e está à venda neste site. Acho bonito esse lance que a Chloë tem – e já assumiu em vídeos como dessa série aqui – de guardar tudo o quanto é lembrança (fotos, roupas, objetos, recortes de jornais). O legal também é que ela colocou etiquetas nos rostos de todos os ex-boys para manter a privacidade, deixando um mistério no ar.
[caption id="attachment_4541" align="aligncenter" width="510"] “No Time For Love”, de Chloë Sevigny[/caption]
[caption id="attachment_4543" align="aligncenter" width="510"] “No Time For Love”, de Chloë Sevigny[/caption]
Aqui veremos conteúdos produzidos principalmente por mulheres inspiradoras para nós mulheres. Se quiserem compartilhar mais assuntos interessantes, é só comentar lá no fim do post <3
// SOLANGE
Ainda sob o impacto de “Lemonade”, da rainha Beyoncé, agora temos mais um disco belíssimo para ouvir o dia todo. Solange Knowles, apenas irmã de Beyoncé, lançou na semana passada “A seat at the table” e divulgou os vídeos de “Cranes in the sky” e “Don’t touch my hair”. Por favor, veja essas obras de arte:
Leia duas entrevistas (em inglês) com a Solange. No Stereogum e na revista The Fader.
// 1ª MINISTRA TRANS
Uma ‘hacker’ para digitalizar Taiwan. Matéria do El País sobre Audrey Tang, programadora, ativista digital e a primeira ministra transsexual do mundo.
// POLÔNIA
“Vestidas de preto, milhares de mulheres tomaram as ruas de mais de 60 cidades polonesas no dia 3 de outubro. Elas protestaram contra uma mudança na legislação que restringiria ainda mais o direito ao aborto no país.
O movimento foi tão massivo que fez o governo polonês recuar na quarta-feira (5).”
A primeira negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Vídeo do Nexo:
// CASO ELENA FERRANTE
Também nesta semana o jornalista Claudio Gatti resolveu DAR UM FURO e revelou a “verdadeira identidade” da escritora Elena Ferrante em uma situação absurda de invasão de privacidade.
O El País entrevistou a Silvia Querini, diretora literária do grupo editorial Lumen e editora do trabalho de Ferrante na Espanha. E ela disse exatamente o que achamos:
“Sua ideia (de Elena Ferrante) é que o texto é o que importa, e o que o jornalista fez foi fuçar no anonimato, nos nomes. Em vez de investigar a evasão fiscal, tem se dedicado a pesquisar as contas de uma escritora. Para mim, o verdadeiro nome não importa, nem como editora nem como leitora.”
A photo posted by Samira Wiley (@whododatlikedat) on
// 100% FEMINISTA
A MC Carol e a Karol Conká lançaram o single “100% feminista”. Essa faixa e a também ótima “Delação premiada” estão no primeiro disco da MC Carol, “Bandida”. O funk, o rap e o feminismo ganham muito com essa parceria que pode ser considerada nosso novo hino.
“— Eu não sabia que era feminista. Eu já era desde criança, mas não sabia que tinha um nome para isso, para essa forma de pensar. Vim descobrir há pouco tempo, acho que no ano passado, através da minha empresária. Ela me explicou o significado e eu me identifiquei. Essa música explica por que eu sou feminista, por que eu tenho essa forma de pensar — conta a funkeira, que completa 23 anos nesta quinta-feira. — Hoje em dia, estou muito melhor, mas eu achava que, em um relacionamento, alguém tinha que bater e alguém tinha que apanhar. E, depois de tudo o que eu presenciei, eu vi que não queria ser esse tipo de mulher submissa. Eu quero bater.”
// BIENAL DE SP
A arte feita por mulheres é diferente? – Matéria do jornal português Público sobre o evento deste ano, que convidou 47 artistas mulheres, o maior número de todos os tempos.
“Ao usar apps como o Glow, Period Tracker e o Clue, por exemplo, as mulheres dão informações sobre seus ciclos menstruais, alterações de humor, período fértil e até mesmo se fizeram sexo (e em qual posição). E, na maior parte dos casos, não é só as empresas por trás dos aplicativos que têm acesso a eles.”
// MAIS SOLANGE
Para finalizar, um vídeo que mostra o processo de criação do novo álbum de Solange, “A seat at the table”, porque estamos obcecadas:
“Bloodline”, do Netflix; sobre como ela sempre se envolve em campanhas belíssimas de moda, como as da Miu Miu e da Tomboy; sobre o livro de fotografias de sua vida que ela acabou de lançar pela Rizzoli (à venda na Urban Outfitters); sobre as milhares de entrevistas maravilhosas que ela dá…
Enfim… a Chloë Sevigny é um ícone do cinema independente americano contemporâneo. Ela foi indicada ao Oscar e ao Globo de Ouro em 2000 por “Meninos não choram”, o que a deixou mais famosa, mas acho que a maioria das pessoas lembra dela pelo seu primeiro papel no cinema, que foi em “Kids”. O filme foi lançado há 20 anos, quando Chloë era uma jovenzita e namorava o talentoso e também jovenzito Harmony Korine.
Posso ficar séculos falando sobre a trajetória da Chloë, mas serei breve. Ela aproveitou o lançamento do livro de fotos que citei acima para fazer um zine “com o que sobrou” dos homens que passaram pela sua vida. Intitulado “No Time For Love”, o zine tem 28 páginas e está à venda neste site. Acho bonito esse lance que a Chloë tem – e já assumiu em vídeos como dessa série aqui – de guardar tudo o quanto é lembrança (fotos, roupas, objetos, recortes de jornais). O legal também é que ela colocou etiquetas nos rostos de todos os ex-boys para manter a privacidade, deixando um mistério no ar.